Voce foi meu Pecado
Somente uma maldade terrível e inominável foi capaz de reunir nações, povos e mentes que tinham total diferença umas das outras em prol do bem comum. É uma infelicidade do homem só segurar a mão dos irmãos quando olhamos o fundo do abismo, e não em momentos melhores.
Tenho mil coisas no coração que provavelmente apodrecerão com ele no final. Tudo que senti, foi unicamente e exclusivamente meu.
A palavra de ordem sempre foi a "parcimônia". A medida certa de tudo que tá disposto a dar e fazer por alguém. Sempre amar na mesma medida, e responder o carinho na mesma quantidade. É impossível ser feliz quando é o único que se doa ao máximo.
Na verdade, esse nunca foi um mundo de reciprocidade. É algo muito mais próximo de uma grata surpresa do que de um acontecimento normal.
É uma poesia aos olhos. O amor sempre foi, sempre será. É bonito ver as pessoas correrem atrás de presentes, pessoas jovens e até mais velhas. Seria de uma natureza ranzinza e amargurada dizer que isso não nos comove, ou que não trás a beleza da vida em si. É claro que para mim é apenas mais um dia, como foi ontem, como será amanhã. Mas gentilmente eu brindo tudo que é recíproco, e toda beleza natural que rodeia o amor, os gestos, e o carinho eterno de quem ama, e por amor se casa, e vive uma vida junto de quem, independente de idade, sempre será aquela namorada.
O Trem das Cinco e Quinze
Na Suíça, os trens são pontuais como o bater de um relógio de cuco. Foi às cinco e quinze da tarde, precisamente, que ela entrou no vagão carregando uma mala de rodinhas desengonçada e um livro sob o braço. Ele já estava lá, sentado próximo à janela, com os olhos perdidos nos Alpes que desfilavam como pinceladas brancas e cinzas. O sol de inverno, baixo e pálido, fazia o lago de Zurique cintilar à distância, como um espelho quebrado.
Ele a viu primeiro tropeçar no degrau do trem, recuperar o equilíbrio com uma risada abafada pelo cachecol vermelho. Ela se sentou diagonalmente a ele, dois assentos de distância. Entre eles, apenas o silêncio alpino e o leve rangido do trem nos trilhos. Até que, em algum momento após St. Gallen, ele perguntou, em um alemão hesitante, se ela sabia a que horas chegariam a Lucerna. Ela respondeu em inglês, com sotaque francês: "Você fala como quem decorou as frases de um manual ontem à noite". Ele riu, confessando que era brasileiro, um arquiteto em fuga de um projeto mal resolvido no Rio. Ela, por sua vez, era belga, pianista, voltando de um concerto em Viena onde havia tocado Chopin para uma plateia de casacos de pele e suspiros contidos.
No vagão-restaurante, dividiram uma garrafa de vinho branco suíço tão seco quanto o humor dela. Ele falou de linhas retas e concreto; ela, de escalas menores e metrônomo. Quando o trem atravessou um túnel, a escuridão os uniu mais do que a luz: naquele breu repentino, suas mãos se encontraram sobre a mesa de mármore, e nenhum dos dois soube dizer quem havia se movido primeiro.
Em Lucerna, desceram juntos, embora ela devesse seguir para Bruxelas e ele para Milão. Na plataforma número 3, sob o relógio que marcava sete e quarenta e três, ele lhe deu um cartão de visita rabiscado com o número de um hotel em Veneza. Ela lhe entregou uma partitura improvisada no verso de um mapa de trem, com notas que subiam e desciam como os trilhos que os haviam levado até ali. Prometeram escrever, ligar, encontrar-se na primavera. O beijo foi breve — um sopro de vapor no ar gelado —, mas suficiente para que, anos depois, ambos ainda se perguntassem se o gosto daquele momento havia sido de vinho, neve derretida ou simplesmente de *quase*.
Ele seguiu para o sul, onde o concreto de seus projetos ganharia raízes. Ela voltou ao norte, onde as teclas do piano a esperavam, frias e pacientes. Escreveram-se por um tempo, cartas que levavam semanas para cruzar a Europa, até que uma delas se perdeu no correio de Berna, e a outra, por orgulho ou cansaço, nunca foi reenviada.
Anos mais tarde, numa estação em Genebra, ele reconheceria uma melodia ao piano distante — *Nocturne op. 9 nº 2* — tocada por mãos que já não usavam anel. Sentado num banco, deixaria o trem das cinco e quinze partir sem ele, paralisado pela doce crueldade de um destino que os reunia apenas em segundas estrelas, estações erradas, e em todas as versões não vividas daquela tarde nos Alpes, onde o amor foi tão preciso quanto um horário de trem, e tão fugaz quanto o vapor de seu hálito misturando-se ao frio.
Não intitulo de sucesso aquilo que foi conquistado pisando em pessoas, ao invés de pisar em degraus.
José, o sonhador, foi jogado num poço para morrer.Depois foi preso e posteriormente tornou-se governador. Independentemente do que você esteja enfrentando. Nunca pare de sonhar!
Lembro tipo ontem de quando os nossos beijos beijaram-se ,
Aquilo foi um furacão de beijos que durou a madrugada toda,
Pela manha aquela harmonia era tao surreal
Que ate os anjos questionavam tanta calmaria
Insônias
Acabaram se as pernas do sonho
Gemeu, foi de pesadelo.
Ate rompeu se a Alma,
Entusiástico explicava doutor ,
Imaginação e ciência
Precisa se de cérebro para estas sapiências
Aprender é dedicação,
Formação é superação,
O diploma é o orgulho parental.
Choveu o sol
Fumigou os meus pés descalços
Desceu à chuva e regou os sonhos
Expectativa alheia
Um sonho em rejeição
Devolva me o meu amado
Dele só quero mais um abraço.
Nasceu o rei
É Festa
O menino nos foi dado
O rei, nasceu.
Veio não para reinar
Veio para de si mesmo nos servir ,
Dele e a ele come
O faminto que não quer mais passar fome ,
É Festa
Alegrar-me é o que farei ,
Este pão e vinho são inesgotáveis.
Cantos ao rei
Louvores sejam para sempre
O cordeiro para redenção
O poder para a ressurreição
Fonte de águas eternas ,
Jubilemos
Os portões estão reabertos,
O rei é conosco.
Livre arbítrio ou destino?
É uma miscelânea que não mais entendo,
Agrada pensar que foi decisão própria
Mas pareço não ter relevância nessa história.
Recuso me a aceitar
A possibilidade de ser uma peça insignificante,
Num jogo de destino e deuses
Dispensável sem exitação logo que lhes for conveniente.
Não amanheceu ainda e ja se foi o dia,
Todos tentanto ganhar o dia
Mas esses dias já têm donos;
Um dia serei um desses donos.
Isto é um ringue.
Melhor é levar nada para o pessoal,
Caiu, prontos! É só levantar, a vida segue
Tem que boxiar a vida como profissional.
Nossas fraquezas fortalecem os outros
Outros nos fortalecem em nossas fraquezas
Sem saber isto é trabalho de equipe;
É um football.
Empregados do mesmo patrão
Sobrevivência,
Viciados na mesma droga
Fama sucesso ,
Apostadores incasaveis
Só que a banca sempre ganha ;
A vida é droga da banca,
Se lambuseie enquanto ganha
Em breve te mete para os calabouços da morte.
Enfim;
seja como for
Nao se para de viver
É correr, batalhar, usufruir tudo que puder
Até não mais viver
Os deuses ajudam, mas é melhor madrugar.
Davi não foi morar no palácio quando foi ungido por Samuel, mas sim quando derrotou Golias. A unção e a profecia são o prenúncio do que Deus deseja para nós, mas é o enfrentar os gigantes da vida que nos conduzem ao cumprimento dessas promessas.
Aquilo que foi liberdade ao outro passa a ser dele também.
Reserve-se e potencialize-se no que deseja entregar ao mundo.
As vezes que me vi gritando, foi por uma causa muito JUSTA mesmo inexplicável, gritei pelos meus filhos! Toda mãe deve saber: assim como a leoa protege seus filhotes! Mas,quanto equivoco! Se tenho DEUS que luta em silêncio por eles!
É que a vida anda no vapor.
Precisamos de tempo, mas não dá pra exigir o que já nos foi dado. Fomos nós que inventamos a pressa... Sugiro, que alcancemos o hálito quente que a vida percorre. Aí, quem sabe... Mudamos a paz.
- Relacionados
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
- Adoro Você
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
- Frases profundas que vão mexer com você
