Voce foi meu Pecado
O que foi? porquê está cara?tá pensando em quê!vai se fazer de coitadinho.acorde não há ninguém que se importa com você;nessa vida é você!e você! Não espere nada,pois nem o nada há de ter. Não espere de ninguém um sorriso,ou uma palavra,nem mesmo alguma atitude, que o faça se sentir confiante,porque você não confia em nada e ninguém. Perdesse tudo! Tudo se perdeu no passado,e o passado vive hoje em suas memórias.e guando a noite chegar, e no silêncio do dia lhe encontrar,levando você a pensar num passado que tantas vezes lhe pós de joelhos.e de joelhos continuará a estar.perdi a esperança,o amor morreu,assim como a vida. Será que é o fim, ou um novo recomeço, és você o único que podes mudar! Você é quem decide,não espere? Vá faça acontecer,eu acredito que és capaz. Se vai ser fácil! Não,não Será. Mas quem disse que seria.ainda haverá noites que vais chorar, mas ao amanhecer de um novo dia, levantes se e se faça entender que não "haverá Vitória sem batalha".
O sol já se pôs! e junto ao sol o amor se foi deitar, na espera de um novo dia chegar. Agora ao me deitar fico na espera do sono chegar, para adormecer! e nos meus sonhos te encontrar,e no meu peito poder sentir o coração pulsar, e se fazer entender que o amor nele está! e ao chegar de um novo dia,espero o amor em meu peito despertar, e os meus olhos a te procurar em meio a multidão que está a caminhar, na esperança dos nossos corações se cruzar, e para todo o sempre nunca mais se separar.
"Ela era o ar da primavera,
por onde passava, refrescava a alma.
Mas, como o vento, ela foi brisa leve,
e, no céu do outono, a brisa argélida,
que traz o frio, o inverno e a impermanência,
passou e foi embora.
Deixou saudades:
saudade do que foi
e do que poderia ter sido.
Mas ela era o vento,
que assoprou em minha direção.
Apesar do pouco tempo,
passa-se igual a um furacão,
deixando marcas, sonhos e imaginação.
Foste tão rápido,
tão rápido como a eternidade.
E assim foi:
foi a amizade que não cabia no amor.
Todavia, deixaste um ponto final
em nossa história.
Queria que fosse eterno,
como a amizade,
mas o destino quis que fosse assim,
tão breve, tão passageiro...
Nossa história:
um poema sem final,
que levo comigo,
em cada verso,
em cada memória,
em cada batida do meu coração."
"...sim comadre: formiga quando quer se perder cria asas"
Foi a frase que ouvi mamãe falar ao telefone.
Mais um, dos tais ditos populares.
Claro, crianças estão sempre antenadas!
Encerrada a conversa das comadres, era a hora da minha pergunta:
- Mamãe, por que uma formiga quando quer se perder cria asas?!
Resposta imediata:
"Filha, isso é apenas um ditado popular.
Significa que vivemos sob a tutela da família e então resolvemos alçar novos vôos, criando asas...
Esse ditado também é muito usado quando jovens que por sua imaturidade e rebeldia, acabam prejudicando-se por não escutarem seu pais.
”Amei-te de mais" poema
Quantas vezes eu pergunto onde foi que errei...
Errei ao te amar de mais.
Errei ao seguir meu coração...
Sem pensar que um tudo fosse acabar.
Errei em pensar que você fosse me amar...
Como eu amei você.
Errei ao viver uma doce ilusão...
Machuquei meu coração.
Não parei para pensar...
Hoje vivo a recordar...
Sua voz a me chamar como o vento de outono.
Que sussurra nas folhas das arvores...
Assim é o meu meditar.
Deitam as folhas a terra onde não ah florir...
Pergunto-me por que desse triste abandono por ti.
Só eu o vi nascer o amor que sinto...
Só eu o vi cair.
Como a escura montanha esguia e pavorosa...
Faz quando o sol se esconde no vale ao anoitecer.
Essa montanha da alma, triste amorosa...
Também de ignota sombra enche todo meu ser.
Sinto minha alma e meu todo tremer...
Transforma o frio inverno a água em pedra dura...
Mas torna a pedra em água um raio de verão.
Vem o sol assume seu trono na altura...
Fazendo sofrer meu coração.
Para que germine a flor do amor...
Que meu ser não sinta mais dor.
Assim talvez eu possa te esquecer...
E novamente voltar a viver.
"Que confusão"
Que confusão a culpa foi do coração
Peço-te perdão.
Perdão pela minha confusão...
Confesso que por um momento achei que teria seu coração.
Mas quando dei por mim, vi que era tudo uma ilusão...
Nossa amizade era tão verdadeira e real...
Quando vejo que ela acabou, me sinto mal...
Na verdade a culpa foi minha...
Ou talvez do sentimento que eu tinha...
Acho que sua foi culpa...
Quem mandou ser tão culto...
Quem mandou ser tão belo...
E ao mesmo tempo sincero...
Quem mandou ser tão responsável...
E ao mesmo tempo tão amável...
Quem mandou me dar tanta atenção...
Isso cativou meu coração...
Hoje não nos falamos...
Sinto saudade...
Saudade de ouvir meu celular tocar...
Que sempre era você a me acordar...
Saudade de ouvir suas críticas por mais que eu não gostasse...
Mas que para mim era preocupação de quem talvez me amasse...
Não podemos colocar quem queremos em nosso coração...
Mas também não podemos de evitar gostar de quem nos trata...
Apenas como irmão.
A vida é mesmo uma comédia...
Gostamos de quem não gosta da gente.
Mas queríamos que gostasse como queremos realmente.
“Foi timidez”
Às vezes, uma dor me desespera...
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.
Cismo e padeço, neste outono, quando calculo o que perdi na primavera.
Em meus tristes versos sufoquei o amor que sentia.
Um grande amor eu sufoquei dentro do meu coração.
Numa explosão sincera eu te perdia.
Mesmo que houvesse mais cem vidas para viver...
Nunca amarei como amei você.
Sinto o que desperdicei por calar meu coração...
Deixando uma grande paixão sufocar minha alma.
Não sei se fui...
Mártir da hipocrisia ou da virtude.
O amor que não tive por tolice...
Por timidez.
O que sofre por amor não pode condenar um grande amor.
E por pudor os versos que não disse!
Ao Coração que...
Sofre e morre por amor.
Ao coração que sofre, separado...
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo...
Não basta o afeto simples e sagrado...
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amada...
Nem só desejo o teu amor.
Desejo ter nos braços teu corpo delicado...
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem.
Não me envergonham...
Dizer que amei...
Nem pela a terra pelo céu seu amor eu trocarei.
E mais elevei o coração num gesto simples de amar.
Ser para o ser amado sempre a maior pureza
Ficar na terra e humanamente amar.
"A culpa foi do coração"
A culpa foi do Coração Peço-te perdão...
Perdão pela minha confusão.
Confesso que por um momento achei que teria seu coração...
Mas quando dei por mim, vi que era tudo uma ilusão.
Nossa amizade era tão verdadeira e real...
Quando vejo que ela acabou, me sinto mal.
Na verdade a culpa foi minha...
Ou talvez do sentimento que eu tinha.
Acho que sua foi a culpa...
Quem mandou ser tão culto.
Quem mandou ser tão belo...
E ao mesmo tempo sincero.
Quem mandou ser tão responsável...
E ao mesmo tempo tão amável.
Quem mandou me dar tanta atenção...
Isso cativou meu coração.
Hoje não nos falamos...
Sinto saudade.
Saudade do meu celular tocar...
Que sempre era você a me acordar.
Saudade ouvir sua críticas por mais que eu não gostasse...
Mas que para eu era preocupação de quem talvez me amasse.
Não podemos colocar quem queremos em nosso coração...
Mas também não podemos evitar de gostar de quem nos trata apenas como irmão.
É a vida é mesmo uma comédia...
Gostamos de quem gosta da gente.
Mas que não gosta como queremos que goste realmente
“Foi timidez” Poema
Às vezes, uma dor me desespera...
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.
Cismo e padeço, neste outono, quando calculo o que perdi na primavera.
Em meus tristes versos sufoquei o amor que sentia.
Um grande amor eu sufoquei dentro do meu coração.
Numa explosão sincera eu te perdia.
Mesmo que houvesse mais cem vidas para viver...
Nunca amarei como amei você.
Sinto o que desperdicei por calar meu coração...
Deixando uma grande paixão sufocar minha alma.
Não sei se fui...
Mártir da hipocrisia ou da virtude.
O amor que não tive por tolice...
Por timidez.
O que sofre por amor não pode condenar um grande amor.
E por pudor os versos que não disse!
Ao Coração que...
Sofre e morre por amor.
Ao coração que sofre, separado...
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo...
Não basta o afeto simples e sagrado...
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amada...
Nem só desejo o teu amor.
Desejo ter nos braços teu corpo delicado...
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem.
Não me envergonham...
Dizer que amei...
Nem pela a terra pelo céu seu amor eu trocarei.
E mais elevei o coração num gesto simples de amar.
Ser para o ser amado sempre a maior pureza
Ficar na terra e humanamente amar.
"..que coisa linda
foi o encontro dos meus
lábios com os teus.
Poderia me afogar em teu beijo
e renascer no teu abraço para
então permanecer em teus
pensamentos durante todo o
dia e ser o motivo do seu
sorriso."
Ro Matos
É muito bom andarmos num caminho que foi escolhido por nós mesmos, não importa se as pegadas serão curtas ou se correremos, se haverá somente dias de sol ou noites trevosas.
Por mais angustiante que seja, sempre conheceremos os atalhos, as descidas, subidas e curvas sinuosas.
E quando recuar for preciso saberemos o ponto de recomeço, não teremos a quem culpar se a chuva molhar ou a poeira for densa,é assim que a responsabilidade chega e nos impõe o amadurecimento, e nessa mesma estrada, se providos de bom senso nos ouviremos, prestaremos atenção em quem é o viajante e como algumas angústias podem ser o princípio do autoconhecimento.
A fé nos revela que a aparência não importa, tendo em vista que o visível foi criado pelo que não é aparente. Somente o homem de fé discerne entre o real e o ilusório, entre o que é da carne e o que concerne ao Espírito!
A Arma.
A arma mais devastadora já foi inventada há tanto tempo que se tornou esquecida, apesar de estar sempre ativa passa despercebida, mas tem o dom de ferir mais do que mil bombas e ser mais devastadoras que o próprio apocalipse.
Essa arma e a palavra e sua tecnologia a língua, ambas são capazes de destruir de forma catastrófica, famílias, amizades, empregos, cidades, estados, país e o mundo, tal e seu poder midiático.
Respeitar o espaço para ser respeitado, lutar por igualdade sem ser desigual ao próximo, instigar sem desrespeitar o outro, saber que cada ser tem sua individualidade, crença, sua cultura e costumes que devem ser respeitados por quem segue e por todos a sua volta.
A língua deve ser mantida em seu lugar, pois sua ação desmedida já ocasionou guerras, tragédias e dramas. Uma palavra dita fere mais do que a pior arma já inventada, o ferido não esquece a ferida cicatriza, mas continua doer. Não seja você a ferir alguém guarde para si, para não magoar um filho um ente querido amigo colega de trabalho, pois você o esquece, mas ele nunca se esquecerá de você!
O preço da palavra mal dita se paga durante a existência nem antes e nem depois, mas agora!
Da pequena semente nasceu a muda, que lentamente se tornou uma árvore, que cruelmente foi derrubada para virar lenha, na chama ardente do fogo que consumiu sua existência.
Depois de todo companherismo, no final o marinheiro foi deixado para trás, esquecido e a deriva, a desculpa o bote era pequeno demais não tinha espaço para mais um. Cuidado muitas vezes tua dedicação e fidelidade não seram valorizadas no final.
A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Guasu, foi um dos eventos mais marcantes da história sul-americana.
Entre 1864 e 1870, quatro nações: Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, se envolveram em um conflito que deixou cicatrizes profundas na região da grande província de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, foi o passado o palco central da guerra.
Homens, mulheres e jovens lutavam, cada um defendendo sua pátria e seus ideais.
Os Impérios se confrontavam, e a Europa observava atentamente, com França, Inglaterra, Espanha, Portugal e até os Estados Unidos acompanhando o desfecho deste conflito. Batalhas épicas e históricas foram travadas em locais como Riachuelo, Colônia dos Dourados, Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, até o desfecho final na última batalha do Cerro Corá.
Quem venceu, quem perdeu, quem foi o culpado e o inocente, essas são perguntas que ainda ecoam no imaginário popular. As histórias e lendas da guerra se misturam com o cotidiano das pessoas, e os tesouros pós-guerra, reais ou imaginários, alimentam a curiosidade e a esperança.
A fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com seus caminhos, estradas e povos diversos, guarda a alma daqueles que partiram e as cicatrizes dos que ficaram.
Os eventos que o tempo não apaga se tornaram parte da formação socioeconômica dos povos, influenciando o desenvolvimento cultural por gerações.
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