Voce foi meu Pecado

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olhar para a própria jornada e saber que cada degrau foi alcançado por mérito, trabalho .....Ser forte é ter a capacidade de gerenciar a própria vida e, ao mesmo tempo, ser um porto seguro para os outros. A verdadeira independência transborda cuidado.

Se por uma rosa tiver que enfrentar o espinho, não a colha: defenda-a.
Porque nunca foi sobre a rosa, nem sobre os espinhos...

Desistir nunca foi uma opção, foi uma escolha: a escolha de me priorizar, me entender e focar no que me faz bem. Saúde mental importa. Independência não é só trabalhar; é ter a liberdade de se cuidar, se amar e decidir se o melhor hoje é sair ou ficar em casa. Estabilidade e sucesso são para poucos. Muitos julgam o tempo todo por não acreditarem no potencial alheio, mas esquecem de olhar para si mesmos com o mesmo rigor. Aprenda uma coisa: toda ação tem uma consequência. Seja mais inteligente e menos soberbo

Nada pode ser mudado, tudo já está escrito. Nem mesmo a verdade tem força para alterar o que foi determinado.

Eu já errei… e não foi pouco não
por imaturidade… falta de coração
briguei na escola pra provar que eu era forte
sem saber que força mesmo era mudar minha própria sorte
empurrei quem só queria brincar comigo
fiz do orgulho escudo, fiz da raiva abrigo
menti por medo, calei por vergonha
carreguei silêncio que ainda me acompanha
feri com palavras que eu nem lembrava mais
quem ouviu guardou… cicatriz não volta atrás
quis ser adulto sem saber ser homem
confundi aplauso com valor do meu nome
andei com quem brilhava… mas por fora
e deixei de ouvir quem me alertava por hora
amei errado, por carência, por impulso
jurei futuro com sentimento avulso
casei sem amor achando que era destino
de novo rsrs, e era medo de ficar sozinho
erros que arrependemos profundamente
erros de ser jovem demais, inconsequentemente
erros de amar sem saber o que é amar
de falar demais, de não saber calar
mas se hoje eu penso diferente
é porque ontem eu fui imprudente
cada falha virou aprendizado
cada tombo me deixou mais preparado
fingi que tava bem quando tava quebrado
sorri na foto mas por dentro devastado
não pedi ajuda, quis ser invencível
mas todo herói também é falível
pedi desculpa tarde demais
perdi pessoas que não voltam jamais
e entendi que o tempo não negocia
ele ensina… ou cobra um dia
no meio dos meus erros encontrei direção
meus filhos viraram norte, mais opção
uma me traz luz, outro me traz chão
o caçula me ensina força na decisão
três motivos vivos pra eu ser melhor
três espelhos dizendo pra eu ser maior
e no amor eu parei de correr
hoje é amor, e não é preencher
ela é paz quando o mundo faz guerra
é firme quando desmorona a terra
se ontem eu errava tentando provar
hoje eu acerto só por saber amar...

"Há alguns meses atrás, tive um sonho que dizia que um tal de Sérgio Cabral foi solto e teria 7 anos de liberdade. Eu fui pesquisar sobre esse cara, e descobri que ele tinha sido solto há uma semana atrás, antes de eu ter o sonho. Não sabia nem quem era.

Não anotei a data, mas hoje em 13/10/2023 tudo está se encaixando...

Os 7 anos de liberdade que a humanidade vai ter, a falsa paz, antes de o anticristo escravizar á todos.
Que dá justamente no ano de 2030.
Bate com a agenda da ONU!

O anticristo será um político influente e renomado, a agenda 2030, pertence á ele."

Eu não queria voltar no tempo. Eu só queria que tudo tivesse sido real, porque para mim, foi um belo sonho, onde poucas cenas, me fazem escrever milhões de vezes sobre a mesma coisa.


Curta história?




Ela é tão longa, que se eterniza todos os dias em cada palavra que escrevo.

Sobre ela me chamar de “pseudoblogueira” não foi uma crítica. Foi uma tentativa mal disfarçada de diminuir algo que já estava grande demais pra caber na visão limitada dela.

No fim das contas, aquela árvore foi mais leal do que muita gente ali. Porque ela nunca fingiu ser algo que não era. Já as pessoas… ah, essas fazem teatro melhor que muito artista premiado.

Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.


Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.


E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.


E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.


Porque ela encerrou.


E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.


Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.


Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.


Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.


Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.


No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.


E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.


Eu escolhi viver.

Nunca foi segredo. E olha que, nesse mundo onde até o “bom dia” às vezes vem ensaiado, eu escolhi viver sem esconderijo. Meu primeiro amor sempre teve nome, lembrança, capítulos que nem sempre fecharam direito. E a pessoa que hoje divide a vida comigo sabe de tudo. Não porque foi confortável contar, mas porque esconder sempre me pareceu mais pesado do que encarar.


Eu aprendi, meio na marra, que omitir é só uma mentira bem vestida. E eu nunca fui boa em sustentar personagem. Uma hora a verdade escapa pelo olhar, pela pausa estranha no meio da conversa, pelo silêncio que diz mais do que qualquer frase. Então eu prefiro ser direta. Entrego tudo, às vezes até bagunçado, mas real. Porque amor que precisa de versão editada já começa cansado.


E no meio disso tudo, aconteceu uma coisa bonita, dessas que não fazem barulho, mas mudam tudo: nós escolhemos ficar. Não por falta de opção, não por medo de recomeçar, mas por decisão. Daquelas conscientes, quase teimosas. E foi aí que, sem perceber, a gente deixou de ser apenas duas histórias que se cruzaram… e virou o melhor amor um do outro.


Não porque somos perfeitos, longe disso. Mas porque decidimos cuidar. Cuidar das feridas que não fomos nós que causamos. Cuidar das inseguranças que vieram de outras histórias. Cuidar até dos silêncios, que às vezes dizem mais do que qualquer declaração bonita. A gente escolheu fazer feliz a vida que o outro não quis fazer. E isso tem uma profundidade que não cabe em frase pronta de rede social.


Teve dor? Teve. Teve momentos em que eu pensei que talvez a sinceridade fosse demais. Mas aí eu percebia que o que a gente estava construindo não cabia em metade de verdade. Era tudo ou nada. E a gente escolheu o tudo, mesmo sabendo que o “tudo” vem com passado, com marcas, com lembranças que às vezes ainda respiram baixinho dentro da gente.


E olha que curioso: quando você encontra alguém disposto a ficar de verdade, o passado perde o peso de ameaça e vira só contexto. Não é mais competição, não é mais sombra. É só parte da história que me trouxe até aqui. Até nós.


Hoje, eu não amo menos por ter amado antes. Eu amo diferente. Mais consciente, mais presente, mais inteira. Porque agora não é só sentimento. É escolha diária. É compromisso silencioso. É aquele tipo de amor que não precisa provar nada pra ninguém, só continuar existindo com verdade.


No fim, a sinceridade não garante perfeição, mas constrói algo muito mais raro: um amor que aguenta a realidade. E nós somos isso. Imperfeitos, verdadeiros… e, ainda assim, o melhor amor que poderíamos ser um para o outro.

O passado já foi e serviu como aprendizado.


O amanhã a Deus pertence.


O agora, é o único instante real.


Que possamos ser a melhor versão de nós mesmos, sempre.


Em cada amanhecer, em cada instante em que Deus ainda emana sua energia de vida, dentro de nós.


Que possamos ser gratos por cada respirar, e por sermos herdeiros da terra, porque Deus nos deu o planeta para vivermos plenamente nele!!


Para ele nos servir, e depois a gente gente servir ele.


É uma grande troca, assim como tudo o que há no universo.


Somos todos parte do outro!!


Deus vive em nós, nós vivemos nele.


Assim, somos oniscientes e onipresentes.


Por isso, os sonhos sempre nos mostram coisas além do que os nossos olhos podem ver, porque é uma dimensão espiritual, onde somente o nosso espírito tem acesso. Através da nossa consciência!!


Somos todos partes de um só!!


O tempo não existe. Ele é somente uma metáfora para se referir a nossa mera existência.

Quando olho para a minha história, percebo que o que mais me marcou não foi apenas a violência que vivi.


Foi a quantidade de responsabilidades que colocaram sobre os ombros de uma criança.


Uma criança deveria estar preocupada em brincar, estudar, fazer amizades e descobrir o mundo. Eu não tive esse privilégio. Desde muito cedo precisei aprender a sobreviver.


Aprendi a reconhecer sinais de perigo antes mesmo de entender muitas outras coisas da vida. Aprendi a identificar mudanças de humor, ameaças e situações que poderiam terminar em violência. Aprendi a proteger meus irmãos quando eu mesma precisava de proteção.


Durante muito tempo, enxerguei isso como força.


Hoje entendo que essa força nasceu da necessidade.


Eu não escolhi amadurecer cedo.


Fui obrigada.


Eu não escolhi me tornar protetora.


Fui obrigada.


Eu não escolhi carregar preocupações de adultos quando ainda era uma menina.


Fui obrigada.


Eu não escolhi conhecer o medo antes de conhecer a segurança.


Fui obrigada.


E talvez seja por isso que, ao longo dos anos, eu tenha desenvolvido uma capacidade enorme de resistir.


Mas existe uma diferença entre ser forte e ser forçada a ser forte.


Muitas pessoas elogiam a resistência de quem sobreviveu. Poucas percebem o preço que foi pago para construí-la.


Mesmo assim, existe algo que me traz paz quando olho para trás.


Apesar de tudo o que aconteceu, eu não permiti que a violência definisse quem eu me tornaria.


Poderia ter reproduzido o mesmo ciclo.


Poderia ter me tornado uma pessoa amarga.


Poderia ter passado adiante toda a dor que recebi.


Mas escolhi outro caminho.


E talvez essa seja uma das minhas maiores vitórias.


Com o passar dos anos, percebi que a minha luta não era apenas por mim.


Era também pelos meus irmãos.


Eu sabia o que estávamos vivendo. Sabia o quanto aquilo nos destruía por dentro. Sabia que, se ninguém fizesse algo, aquela realidade continuaria se repetindo.


Por isso, quando finalmente consegui me afastar daquele ambiente, uma parte de mim nunca desistiu de ajudá-los a enxergar que existia vida além daquele sofrimento.


Hoje, quando digo que me sinto com a missão cumprida, não estou falando de perfeição.


Estou falando de liberdade.


Porque para quem cresceu em um ambiente saudável, liberdade pode significar muitas coisas.


Mas para mim, liberdade sempre teve outro significado.


Liberdade é dormir sem medo.


Liberdade é não ouvir gritos.


Liberdade é não viver esperando a próxima ameaça.


Liberdade é não precisar olhar para trás o tempo todo.


Liberdade é poder respirar em paz.


Durante anos eu vivi em estado de alerta.


Hoje eu vivo em estado de gratidão.


Não porque o passado deixou de existir.


Não porque as cicatrizes desapareceram.


Mas porque finalmente compreendi que sobrevivi.


As marcas continuam em meu corpo.


Algumas lembranças continuam em minha mente.


Mas aquilo que tentaram destruir permanece vivo dentro de mim.


A minha fé permanece.


A minha capacidade de amar permanece.


A minha esperança permanece.


A minha vontade de viver permanece.


E quando olho para os meus irmãos livres daquele ambiente, percebo algo que me emociona profundamente.


Nós conseguimos.


Depois de tantos anos de medo, dor, lágrimas e sobrevivência, nós conseguimos.


Eles marcaram partes da nossa história.


Mas não conseguiram escrever o nosso destino.


Hoje, eu não sou mais a menina que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que atravessou a tempestade e permaneceu de pé.


E isso ninguém jamais poderá tirar de mim.

ALGUÉM ME PERGUNTOU COMO ENCARAR A VELHICE, JÁ QUE TODOS ENVELHECEM. ESSA FOI A MINHA RESPOSTA...




​"NEM TODO MUNDO QUE NASCE, CRESCE. NEM TODO MUNDO QUE CRESCE, ENVELHECE. JÁ OUVIU AQUELA FRASE QUE JESUS DIZ SIMBOLICAMENTE "NÃO SABEIS O DIA E NEM A HORA EM QUE O FILHO DO HOMEM HÁ DE VIR?" ENTÃO, ESSA É UMA METÁFORA QUE NINGUÉM PRESTA ATENÇÃO. A MORTE, ELA NÃO ESCOLHE IDADE! MUITAS VEZES, A PESSOA ACHA QUE VAI ENVELHECER E VAI EMBORA BEM ANTES POR ALGUM MOTIVO. DOENÇAS, ACIDENTE, DESASTRE... NÃO TENHA MEDO DISSO. QUANTOS ANOS VOCÊ TEM HOJE? QUANTAS PESSOAS COM IDADE INFERIOR VOCÊ CONHECIA QUE JÁ PARTIRAM ANTES DE VOCÊ? EU CONHECIA MUITAS. POR ALGUM MOTIVO, APESAR DE TER TIDO FALÊNCIA DE ÓRGÃOS, PASSAR POR DUAS CIRURGIAS DE EMERGÊNCIA E AGORA MAIS 3 CIRURGIAS, ESTOU SENDO POUPADA. EU NUNCA RECLAMEI DE NADA. NEM MESMO DA DOR. EU SEMPRE AGRADECI POR VIVER UM POUCO MAIS. FUI SALVA, PORQUE QUANDO SOMOS GRATOS, INDEPENDENTE DA DOR OU SITUAÇÃO, O CRIADOR MOVE O MUNDO POR NÓS. EU NÃO TENHO DINHEIRO, NUNCA TIVE. MAS, MUITAS PESSOAS FORAM USADAS PARA ME AJUDAR NO MOMENTO EXATO. A IRONIA É QUE EU MESMO MORRENDO, EU NÃO FUI. UMA GAROTA AQUI PERTO, SAUDÁVEL E COM UMA VIDA PLENA, FOI DAR UMA VOLTA DE MOTO, E MORREU DE ACIDENTE. A GENTE NÃO CONSEGUE ENTENDER CERTAS COISAS. PORÉM, NADA É POR ACASO. SABE, A VIDA É UM PRESENTE! ELA É UM PRESENTE E TUDO O QUE PRECISAMOS PARA VIVER, TEMOS AQUI. NÃO PRECISAMOS DE MUITO, PRECISAMOS DO BÁSICO. ROUPAS PARA VESTIR E O QUE COMER, NEM SEMPRE TEMOS SAÚDE, NOSSOS CORPOS SÃO FRÁGEIS. SOMOS ESPÍRITOS NELES, POR ISSO, SOFREMOS POR IGUAL. TUDO AQUI É EMPRESTADO. NADA NOS PERTENCE. OUTRA COISA, NÃO QUEIRA O MUNDO, QUEIRA APENAS VIVER O HOJE, COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ. O AMANHÃ NUNCA NOS PERTENCEU. SEJA FELIZ, INDEPENDENTE DE QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. GRATIDÃO ACIMA DE TUDO, MESMO PELOS PEQUENOS DETALHES DA VIDA. NÃO SEI QUEM É VOCÊ, MAS SÓ EM EXISTIR E RESPIRAR, JÁ É UMA DÁDIVA. TODOS ESTAMOS AQUI, PARA APERFEIÇOAR O NOSSO EU. QUE É O ESPÍRITO. POR ISSO, PASSAMOS POR COISAS TERRÍVEIS. ESTAMOS SENDO MEDIDOS E OBSERVADOS. SAIBA SEMPRE DISSO. NÃO SE PREOCUPE COM A VELHICE, POR VEZES AS RUGAS SÃO NOSSAS MAIS DURAS EXPERIÊNCIAS, QUE NINGUÉM OUSA CONHECER. UM ÓTIMO DIA!!"


07:55 28 de agosto de 2026

Eu sobrevivi, e Deus esteve comigo

Eu era apenas uma criança, mas a inocência me foi roubada muito antes que eu pudesse sequer entender o que significava crescer. Cresci entre gritos e medos, aprendendo cedo demais a me encolher, a falar baixo, a proteger-me de quem deveria ter sido meu porto seguro. Lidei com assuntos que não eram meus, com uma violência física e psicológica que feriu não apenas meu corpo, mas minha alma.

A pior de todas as noites ainda vive em minhas lembranças, como uma sombra que às vezes retorna. Aos dezesseis anos, passei horas de joelhos, aos pés do meu próprio pai, implorando pela minha vida. Cada palavra que saía de minha boca era um pedido desesperado, cada respiração parecia ser a última. Eu senti que a morte estava ali, próxima, e ninguém parecia ouvir meu grito, exceto Ele.

Naquela escuridão absoluta, quando pensei que não havia mais saída, senti uma força que não vinha de mim. Algo me dizia: "Não desista. Eu estou aqui." Foi essa força que me fez sair daquele lugar. Parti cedo demais, sem quase nada nas mãos, mas com uma certeza no coração: eu não estava sozinha.

Enfrentei uma estrada cheia de obstáculos. Encontrei meus próprios demônios, dias em que a dor parecia maior que eu, momentos em que o cansaço pesava mais que a esperança. Mas em cada passo, em cada lágrima derramada, Deus esteve ao meu lado. Ele me sustentou quando minhas próprias pernas não tinham força. Ele me deu coragem quando eu pensei em recuar. Ele secou minhas lágrimas quando ninguém mais viu meu sofrimento.

Hoje eu sei: não foi por minha força que cheguei até aqui. Foi porque Ele me segurou quando eu caí. Foi porque Ele ouviu meu clamor naquela noite de terror e me deu um novo caminho. Eu não sou apenas uma sobrevivente. Sou uma mulher que foi guardada, amparada e restaurada pelo amor de Deus.

Aquele lugar não me define. Aquela dor não é toda a minha história. Minha história é de resistência, de fé e de vitória. Porque em meio ao pior que a vida me ofereceu, o melhor que existe em mim foi cultivado por Ele. E hoje, eu posso dizer com toda a certeza: em todos os momentos, eu nunca estive só. Deus sempre esteve comigo.

Nem todo amor que termina foi mentira; alguns sentimentos são verdadeiros mesmo quando não conseguem durar.

Foi pelo momento, plenamente absorto em mim mesmo, engendrando novas luzes como reflexo de uma alma puramente fugidia, minha alma, sustentada por meros caprichos mundanos que sutilmente elevam-na, que me vi atropelado e arrastado pela, por agora, vertical vontade alheia, impetuosamente me sopra ao ouvido sua inequívoca vontade. Miserável me tornei; foi-me pior seguir tal alento; não poderia, nem se quisesse, evitar a verticalidade. Mesmo pífio segundos, tornar-me-ei desamparado do ante deleite, ao alentado fomento do capricho alheio, toda a transcendentalidade ordinária, minha modesta, pois, havia perdido.

Foi em um desses desencontros da vida, que nossas almas se encontraram, se falaram, se tocaram, e se conectaram.

Congelado no tempo


Poder nas mãos dos revolucionários
Erguida foi a nossa bandeira,
República imposta por nossos lendários
Normas para uma terra ordeira.
Avante! conquistemos nosso ideário!
Miramos uma terra altaneira
Boas novas dos nossos emissários
Unicidade de pátria alvissareira
Cada canto, um lugar extraordinário
Otimismo de alma guerreira
Memórias de um tempo congelado
Exaltaremos sim, queira ou não queira.
Unicidade de João Ribeiro nos ceminarios
Prossigamos firmes nessa trincheira
Agradeçamos a Barros Lima, o Leão Coroado
Íntegro, plantou a nossa videira
Semente da liberdade, a nossa maneira.

Este foi o discurso que dei ontem na igreja, onde compartilhei publicamente o milagre que Deus realizou na minha vida e no meu corpo, cumprindo a promessa que fiz a Ele de testemunhar as Suas maravilhas.


"Boa noite a todos. Irei compartilhar agora com vocês algo muito real e precioso que vivi nestas últimas semanas. Não trago palavras de grande comoção, mas a pura verdade sobre o que orei e o que Deus já realizou no meu corpo.
Quero ser muito sincera com vocês: não foi por causa de um problema de saúde que resolvi buscar a Deus. Ele sempre esteve comigo, desde quando eu era apenas uma criança desamparada. Ele sempre foi o meu Pai e o meu Salvador em todas as dificuldades que já vivi e nas que ainda enfrento. Minha caminhada com Ele não começou agora.
Meu corpo carrega as marcas de quatro cirurgias anteriores. Mas, todos os dias, sou grata por respirar, abrir os olhos e saber que não estou sozinha. Deus conhece a pureza do meu coração, sem precisar de aparências ou de julgamentos externos.
Ele está comigo em cada silêncio, em cada lágrima e em cada sorriso. Como Ele mesmo nos ensinou, converso com Ele no secreto. É na madrugada e nos meus sonhos que ouço a Sua voz e encontro respostas. Ele não precisa de multidões para falar comigo, basta eu me colocar diante dEle.
Eis o meu relato...
Há cerca de um ano, eu tinha um cisto hemorrágico de 23ml, e o meu ovário esquerdo estava aumentado em seis vezes, chegando a um volume de 61ml, além de apresentar líquido na região pélvica.
No mês passado, o cirurgião já iria me encaminhar para o risco cirúrgico daquela que seria a minha quinta cirurgia. Mas eu recusei. Sabia das consequências de perder o meu último ovário.
Pedi ao médico 90 dias para repetir o exame, confiando que Deus poderia limpar o meu organismo. Ele aceitou, embora cético, já que um cisto como esse raramente some após três ciclos. E já estava com mais ou menos 1 ano, que ele estava alojado em meu ovário.
Continuei in oração, pedindo para não precisar operar, mas sempre dizendo: "Seja feita a Tua vontade".
Foram dias de preces intensas, entregando cada preocupação ao Senhor, mesmo nos momentos em que me faltavam palavras. E eu não estava sozinha. Meu esposo, meu irmão e minha cunhada, Ruth, me confidenciaram que também estavam orando por mim. Saber que somos sustentados pelo amor e pela intercessão de quem amamos traz um conforto inexplicável.
Eu pedi algo específico a Deus:
uma melhora significativa no próximo exame.
Ontem, recebi o resultado. O cisto já não existe mais, o líquido desapareceu e o volume do ovário reduziu para 24ml!
Isso é real, está documentado e é uma resposta de Deus.
Disso, não tenho dúvidas.
Jesus nos ensina que a fé cura quando diz: “A tua fé te salvou; vai em paz."
Não acho que a fé substitua os cuidados médicos, mas ela nos sustenta, e fortalece em cada passo. Deus conhece cada cicatriz e limitação do meu corpo, e me dá forças para seguir.
A obra ainda não está totalmente concluída. O volume do ovário ainda está um pouco acima do normal, no entanto bem abaixo do esperado.
Meu corpo segue se recuperando. Por isso, continuarei o acompanhamento médico com toda a responsabilidade, fazendo os retornos necessários.
Sigo orando e confiando, pois sei que Aquele que começou a boa obra, é fiel para completa-la no Seu tempo e da Sua maneira.
Talvez vocês se perguntem: "Quem é essa que pega o microfone e fala com tanta propriedade?" Vocês podem não me conhecer, mas eu sou uma filha de Deus. E por isso vim testemunhar as maravilhas que Ele fez por mim. Já que foi isso que prometi para ele.
É gratificante falar dAquele que nos sustenta, pois os desafios da vida são enormes, mas com Ele superamos cada um.
Lembrem-se de que somos seres eternos. Não precisamos ter medo da morte. O que dói, às vezes, é o processo de viver, mas com Deus as nossas dores se transformam em resiliência e fé.
Busquem a Deus dentro de vocês mesmos e O encontrarão.
Quanto a Jesus, tentem imitar os Seus passos. Em qualquer circunstância da vida, perguntem-se: "O que Jesus faria no meu lugar?". Sigam o Seu exemplo e vocês encontrarão a verdadeira paz. Assim, como já encontrei.
Amém!"


19 de outubro de 2026