Voce foi meu Pecado
Não há pecado que seja maior do que a graça de Deus,
Sua graça e amor são maiores do que qualquer falhas ou erro que possamos cometer.
Toda sorte de males vem do orgulho e da soberba, não deixa o pecado do orgulho ser uma praga na sua vida.
Não há pecado que Ele não perdoe,
Não há ferida que Ele não cure,
Não há abismo tão profundo
Que a Sua graça não ultrapasse com amor puro.
Volta, mesmo sem palavras,
Mesmo sem forças pra explicar,
Porque o Pai não exige discursos —
Ele só quer te abraçar.
Já não há mais separação,
nem pecado, nem aflição.
O tempo acabou, o mal se calou,
e o Cordeiro enfim triunfou!
Deus em sua sabedoria, instituiu a lei com o objetivo de grifar o pecado, que no futuro seria extirpado pela obediência do seu Filho unigênito. Contudo, o salário do pecado é a morte, para que ele não dure para sempre.
GRAÇA é o antídoto para a contaminação condenatória do PECADO.
A Bíblia nos ensina que o salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Ou seja, a única forma de escapar de tal contaminação condenatória é através da morte. Por isso, Jesus veio ao mundo, aniquilou-se a si mesmo, se colocou na condição de servo e morreu no nosso lugar. Por nunca ter pecado, estava livre da condenação da morte, o que lhe concedeu um crédito meritório acima de tudo já visto antes. Foi através deste crédito, chamado Graça, que Ele nos incluiu no plano de justiça do Pai, onde o salário da morte já não tem mais valia sobre os que já morreram com Cristo, e o pecado perde seu poder corrosivo (Rm 6:6-7). Por isso, nós morremos com Cristo, nos livrando do salário do pecado, e ressuscitamos junto com Ele, tomando parte nos Seus méritos e na Sua herança gloriosa (Rm 6:4) (1 Co 15:56-57).
O pecado é como um câncer espiritual, que vai destruindo sutilmente nossos valores intrínsecos. Ele age abalando a integridade, manchando a honra e incentivando a desonestidade, por meio da irresponsabilidade com a própria hombridade e brio. O pecado é capaz de, rapidamente, transformar um homem de valores em um garoto inconsequente e descompromissado. (Rm 6:23) (Pv 4:23) (Mt 15:19). Por outro lado, o Espírito Santo age como uma “quimioterapia espiritual”, destruindo as células corrompidas pelo pecado e gerando novas células, conforme o caráter do Filho Unigênito de Deus. Em outras palavras, o Espírito Santo nos ajuda a matar o velho homem. (Rm 8:13) (Gl 5:24) (Ef 4:22-24).
Nossas boas obras, por nós mesmos, são manchadas pelo pecado, seja na intenção do coração, na pretensão oculta ou nos interesses egoístas (Is 64:6; Rm 3:10-12). Somente em Cristo, capacitados pelo Espírito Santo, podemos realizar boas obras que glorificam a Deus (Ef 2:10). Qual homem é capaz de ser sempre guiado pelo Espírito Santo? (Gl 5:17; Rm 7:18-19; Hb 4:15).
A maior criação do homem é o Pecado “depois de Deus”. O homem criou também o Diabo e fez dele o maior “parceiro de Deus”. O homem flagela a si, pelo pecado, corrupção e traição. Para si o homem tem o Diabo com boa estratégia para castigar quando não agradar a Deus.
Em vez da criação de tudo isso, o homem deveria criar mais sabores de sorvetes, pizzas e chicletes, e, alguns prazeres da carne para satisfazer o próprio corpo, livre de todo castigo. Para a salvação da alma o espírito que paire ao céu, nalguma estrela, no uivado do lobo e no encantamento do lobisomem mal amado em noite de lua cheia quando desta escafeder-me.
A. Valim
“Vende-se perdão”, na forma materialista de compensação a aquele que possui o pecado, ao desvirtuado será compensado pela indulgência. Para o suposto pecado de hoje o julgamento será amanhã, talvez por um sistema corrompido e transgressor. Para tanto há regras para dar forma aos prazeres concedidos e do perdão aos pecadores. Se acaso houver um amanhã que haja um novo episódio. Aliás, Pecado não existe; perdão também não.
E para tantos a resposta é a crença na concepção e perdão do pecado, são partes de um mundo religioso a visão do mundo surreal, mítico, simbólico elaborados perfeitamente por um plano divino.
O pecado é a mais forte relação entre deus e o homem, o diabo é apenas um capricho de valor mutante.
Cuidado com a lei
A condição de pecado dado pela lei da igreja é um prejuízo inestimável ao humano, são leis que punem e julgam indecente o desejável. De maneira ignorante promove a hostilidade contrapondo a virtude da intelectualidade. O religioso está condicionado a uma crença por obrigação (lei religiosa) que a religião o faz através de uma força alheia, invisível que provém do nada, capaz de sobrepor à razão.
A onipotência poderia ter produzido no organismo humano algo melhor que a crendice, algo mais inteligente que a fé, capaz de sobrepor todos os argumentos metafísicos. Jesus, Homem sabido, inteligente nos alerta. O cristianismo é uma fábrica de personas cujas santidades são de utilidade pública, detentores das leis cristãs que determinam ações do corpo e da alma consideradas importantes para o bem estar e para dar conceito de imortalidade espiritual. Porém em alguns momentos o modernismo e os altos índices de Q. I. contradiz as instruções teológicas na doutrina da imortalidade e contribui para uma separação entre plano metafísico e as leis naturais terrenas.
O crente tem prazer na lei de Deus, porém é aprisionada por outra lei da natureza da sua mente, uma transgressão natural capaz de sobrepor à lei divina, esta lei chama-se: lei do pecado, a lei do bem e do mal. O homem é conhecedor das leis da bondade divina, leis universais para todas as compreensões, porém é também consciente da conspiração da carne e com frequência é perturbado e excitado o que parece ser nocivo ao cristão ainda que se considere um fenômeno puramente natural. É dever da igreja em fazer a diferenciação entre Deus e o demônio e pô-lo medos atribuídos aos seus poderes, o propósito da obediência. Quando se impõe medo cultiva-se também o ódio e a vaidade, porém tão difícil discerni-lo a virtude na religiosidade devido a uma paixão condicionada aos efeitos das leis da religião pelas causas impossíveis. É possível que o ódio seja direcionado a aqueles que representam prejuízo às virtudes da igreja.
O maior pecado do dizimista é justamente a avareza, o pecado da avareza possui dois valores egoísta sendo a Pobreza e a Abundância, cabe ainda um terceiro valor egoísta, porém mais saudável o valor da negação de todos os pecados.
O pecado grave priva-o da comunhão com Deus de alimentar-se do mesmo pão e vinho da ceia e, consequentemente, torna-o incapaz da vida eterna, esta privação se chama pena eterna por causa da prática do pecado, tão ilusório quanto à oferta da vida eterna após a morte.
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