Voce foi Melhor Tio do Mundo

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"Pegaram uma laranja no pomar, e me questionando visualizei uma maçã no ar. Achei estranho tal diferenciação, onde o ar mudava o instante. Relatividade perdida na natureza, e não vi comida na mesa. A dor foi profunda, onde não haviam essências justas."

"Justificamos nossas atitudes, mas não pensando no futuro das aves. Comportamentos introspectivos, nos trazendo um brilho nos ares.

Então busco uma verdade, esquecendo das malandragens.
Dou um tempo no raciocínio, mas sinto um vazio das partes.

Imagino um horizonte, onde se esconde à beleza estonteante.
Mas o vazio me consola, no momento de glória.

Batalha não disputada, mas foi perfeita à cavalgada.
Justas não disputada, na infinita inspiração de uma fada."

"Caminhamos pelo jardim, e me declarei com incertezas. Mas visualizei as linhas, que teceram vossas rendas. Então surgiram os beija-flores, nos demostrando vossos amores."

"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.


Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.


Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.


Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.


Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.


Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.


Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.


És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."

"Passavam as horas naquela bilheteria, mas algo estava estranho. Então aparece um casal, e me pedem dois ingressos. Entrego os mesmos e lhes digo: - Bem vindos ao Museu de Paleontologia e aproveitem o passeio pela evolução dos tempos!
Nisso ouço a senhora de jeito simples dizer: - Muito obrigada querida! Tenha um ótimo dia de trabalho.
Dei um sorriso e continuei com meus afazeres naquele espaço. Mas senti um vento gelado, que arrepiou meu braço esquerdo. Então olhei para o aparelho de som, e girei o botão do volume, aumentando gradualmente o mesmo.


És que ouço o locutor: - Algo está diferente nos ares de Tyohre, seriam energias vindas de outro planeta? risos.. Mas vamos nos energizar positivamente, ouvindo à música "Loves in the air" do John Paul Young agora.
E a música começou a tocar, achando o clima agradável comecei a me movimentar um pouco dentro da bilheteria. No entanto olho em direção ao parque Gertpride e o Hyrten passa com Yikhj de mãos dadas. Nisso veio lembranças de quando nos conhecemos na Universidade Pública de Tyohre, mas em questão de segundos escorre uma lágrima do meu olho direito e sinto uma saudade imensa. Mas aparece um homem bem vestido e me pedi vinte e sete ingressos. No momento enxuguei meus olhos e ouço o homem dizer: - Estou com uma turma da escola White's Education.
Então pego à listagem de grupos de visitações, e checo as informações do grupo, que condizem com os repassados previamente. Entretanto ouço o homem fazer um ruído e me perguntar: - Aconteceu alguma coisa? Vejo que seus olhos estão avermelhados, por que estas chorando?
No momento dei uma risada, e lhe disse: - É que me recordei de um amigo muito querido... Mas aqui estão os vinte e oito ingressos.
Respeitando o momento da vendedora, o homem pega os ingressos e lhe diz: - Obrigado! Mas desculpa à indiscrição, qual é o seu nome? Eu me chamo Tyrke, sou o novo professor de história da escola.
Então reenxugando meus olhos, lhe digo: Prazer Mr. Tyrke, me chamo Kimberley.
O mesmo sorri novamente e se despendido, se afasta da bilheteria indo em direção ao grupo que lhe esperava ansioso..."

"Eram duas horas da tarde, naquele outono de clima ameno. E no consultório do doutor Detypi acontecia uma pequena comemoração devido sua certificação em oncologia. Haviam alguns familiares do médico, sua secretária Gyrwe e o casal White. Nisso aparece uma senhora na recepção do consultório e toca a campainha em cima do balcão. Gyrwe ao ouvir o sinal, saí da sala e vai até a recepção, ao chegar encontra uma senhora bem vestida e segurando um envelope verde na mão direita. Então Gyrwe lhe diz: Boa tarde senhora! Em que posso lhe servir?


Então com uma expressão facial de preocupação, a senhora lhe respondi: - Desculpa vim sem agendar uma consulta, mas estou precisando das orientações do Dr. Detypi. E preciso lhe mostrar esse ofício timbrado pelo Hospital Público de Tyohre.


Percebendo a inquietação nos gestos da senhora, Gyrwe pergunta: - Posso ver o ofício timbrado? Qual o vosso nome? Pois levarei o mesmo para o doutor.


Então a senhora lhe responde: - Me chamo Latrew Philk.


Obtendo à informação, a secretária pega o envelope e saí da recepção, indo até à sala do médico. Ao entrar na sala, os convidados estavam divididos no espaço e Dr. Detypi olha para Gyrwe que segura um envelope. Vendo o rosto de preocupação da secretária, pede licença aos convidados e pergunta à secretária: - Aconteceu alguma coisa, Gyrwe?


Entretanto Miss White percebe algo de estranho no ambiente e repara no envelope na mão esquerda da secretária. Então Gyrwe responde ao médico: - A sra. Philk está na recepção e pediu para o senhor ler esse ofício timbrado e se possível orienta-lá.


Ao ouvir o nome, Sr. White olha para a esposa e indaga: - Esse é o sobrenome da família de Kimberley? Será que aconteceu alguma coisa grave?


No mesmo instante Dr. Detypi pedi licença aos presentes e saí da sala com Gyrwe, indo em encontro da senhora na recepção. Chegando no local, o médico cumprimenta a Sra. Philk e pede para lhe acompanhar até uma outra sala. A mesma com o rosto de preocupação agradece os dois e segue o médico até uma sala muito bem decorada.
Nisso o Dr. Detipy abre o envelope e ao ver o logotipo do Hospital Público da cidade, senti uma estranha sensação. Mas pedi para Sra. Philk se sentar no sofá, enquanto lê o ofício que dizia:


Caro doutor(a),


Devido o fluxo inconstante de pacientes na área de neurologia, estaremos transferindo nossos pacientes para outra região. Atualmente o hospital passa por dificuldades administrativas, dando suporte para as emergências e casos simples de clínica geral. Esperamos à compreensão dos profissionais e cidadãos de Tyohre.


Que Deus abençoe à todos(as)


CEO Mr. Wuytre


Ao terminar de ler o ofício, Dr. Detipy se vira para Gyrwe e solicita que a mesma ligue para os seus pacientes neurológicos e diga que em breve eles receberão um comunicado à respeito das medidas tomadas pelo Hospital Público. Além do telefonema, o médico solicita que ela escreva uma carta à Dra. Zuip, lhe comunicando sobre a transferência dos pacientes neurológicos do hospital. Após ouvir as solicitações, Gyrwe pedi licença a Sra. Philk e saí da sala.


Então Dr. Detypi vai até o sofá e sentasse ao lado da senhora, com um ar de satisfação diz: - Obrigado por me trazer esse ofício Sra. Philk, mas o que posso lhe orientar?
E ela lhe diz: - Pois bem doutor. Eu sou bibliotecária na Biblioteca Pública aqui de Tyohre, e estava repondo alguns livros na área de encantados quando um rapaz achou um bilhete em um livro não retirado para leitura há exatos cem anos. Fiquei um pouco admirada, mas o rapaz com um rosto de surpreso pediu para levar o livro para casa, mas haviam restrições para retirar o livro da biblioteca. Percebi à decepção no rosto dele, mas logo em seguida o mesmo queixou-se de dor de cabeça, pedi que se sentasse novamente na mesa 26 do salão principal e fui pegar um copo d'água para ele. O sr. acha que eu fiz o certo?


Então Dr. Detypi com um semblante de interesse naquela história respondeu: A senhora agiu dentro dos padrões básicos de auxílio. Mas continue..


E Sra. Philk continuo dizendo: Após cinco minutos o rapaz, disse que a dor de cabeça havia diminuído e me agradeceu pelo copo d'água. Então lhe perguntei se queria que chamasse alguém? E ele me respondeu: Não precisa Sra. Philk.


Como estava preocupada, não havia percebido que não tínhamos nos apresentados e lhe falei: - Não se preocupe, e espero que tenha melhorado.
Nisso ele se levantou, pegou os outros livros mas desistiu de levá-los. Virou-se para a saída do salão, com um rosto pouco triste me disse tchau e foi embora. Porém para a minha surpresa, hoje cedo o rapaz apareceu na biblioteca com a minha sobrinha Kimberley..."

- Sabe o que é bom nos corações partidos? - perguntou a bibliotecária.
Neguei.
− É que só podem se partir de verdade uma vez. O resto são apenas arranhões.

Inserida por gtrevisol

Como podemos ser covardes conosco mesmos
e nos ater a uma subserviente ignorância
onde há uma obrigatoriedade que acorrenta,
que machuca e só oprime nossa capacidade,
como se fosse os enganos uma prioridade,
que o universo divino sempre conspira afavor,
porque um "deus" irreal e alucinante inferiu,
em palavras escritas no códice de um tempo,
que devemos nos afundar e depois nos afogar,
como um sérvido e pacato pescador de ilusões,
no fosso negro de uma fé legada em absurdos,
que nos cega e nos conduz em vias dolorosas,
rumo a um surreal e sutil "paraíso eterno"!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Me fiz ateu, nos absurdos das doutrinas,
pois seus abusos delimitam as consciências,
onde a verdade comprovada é um pecado
e o pecado é uma indisciplina condenável.
Disciplina, não combina com escravidão
e nem tão pouco com o falso livre arbítrio,
pois a evolução é a essência da liberdade.

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Não acredito em imagens e santos beatificados,
porque a santidade é um privilégio humano,
que só existe enquanto houver a luz da vida,
pois nenhuma ação procede de um ser morto,
onde já não há mais existência de virtudes.

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

HÁ TEMPOS PESSOAS BUSCAM ABRIGO E PROTEÇÃO ATRAVÉS DO NADA E DEPOIS SE CONFORMAM COM NADA QUE MERECEM!

Almany Sol - 28/09/1012

Inserida por almanysol

É preferível estar só em um barco á deriva com teus pensamentos e com um objetivo belo duque estar em um palácio cercado de riquezas encantáveis, pós a vida a verdadeira vida ti da apenas uma chance de descobrir que a brisa da madrugada é a única que continuara lá quando teus dias terminarem.

Inserida por UbervalBrujah

A questão não é querer ser o sabedor da verdade. A questão verdadeira é não querer saber de mentiras, só isso!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Não tô nem aí pro que dizem, eu quero mesmo é ser realista... quem achar que não, que viva e morra com suas ilusões...

Inserida por almanysol

Somente aos iludidos e enganados é que a verdade machuca e a mentira conforta!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Não misturo pensamentos com idéias. Os pesamentos são as viagens, já as idéias são os transportes!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Não sou louco e nem tão pouco cientista, mas sei muito bem até onde vai o limiar da consciência. É onde começa a desvalorização da vida, em nome de uma ilusão alheia!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

A vida é não sonhar. Deixa isso para as crianças, que são puraficadas pela inocência dos aprendizes. Você tem malandragem e sabe conhecer que a verdade não combina com viver a irrealidade de que tudo ou nada independe de você.

Almany Sol - 29/09/2012

Inserida por almanysol

SOMOS PLANTAS. E COMO PLANTAS PRECISAMOS SER REGRADOS EM SABEDORIAS, PARA CRESCERMOS CIENTES DE QUE NOSSOS FRUTOS NUNCA TERÃO COMO RESULTADOS, SEMENTES DE ILUSÕES!

Almany Sol - 29/08/2012

Inserida por almanysol

ENTRE O PRINCÍPIO E O FIM, HÁ UM CAMINHO, QUE FAREMOS ORAS BEM ACOMPANHADOS, ORAS SOZINHOS, PORÉM CIENTES DE QUE, SEM A LUZ DA VIDA, NÃO IREMOS A LUGAR NENHUM.

Almany Sol - 29/09/2012

Inserida por almanysol