Voce foi Melhor Tio do Mundo
A relação entre a ciência e a Igreja Católica incluiu tanto amplo patrocínio e apoio institucional quanto períodos de censura e conflitos acirrados.
https://en.wikipedia.org/wiki/Science_and_the_Catholic_Church
A violência é o uso intencional da força física ou do poder, real ou sob ameaça, contra si mesmo, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou comunidade, que resulte ou possa resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.
https://www.cevs.rs.gov.br/violencia
A análise pode ser feita tanto por meio da decomposição de enunciados da fala quanto por meio da decomposição de textos escritos.
https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_lingu%C3%ADstica
Visualizações através dos feitos moldados por mãos calejadas. Mas as escutas não seguem uma crença passada?
Frequência que se altera no ar inapropriado, revelando as pressões de uma natureza devastada.
Musicalidade que expressa o fluxo de vossas funcionalidades, demonstrando a lama das barreiras impostas pela mente.
Sintonização de energias naturais, mas os robôs apresentam os próprios ideais.
Partimos para o cinema, pensando nas literaturas não contempladas.
Mas percebemos diferenças contextuais, e os(as) professores(as) pedem os jornais.
Classe escolar que comenta sobre os filmes, cuja as críticas não satisfazem o próprio clima. Braile nas adaptações de uma vida, e as imagens não foram percebidas.
A noção de sentido fregeana é postulada como solução para um problema que dominou os debates em filosofia da linguagem no último século e levou o nome de seu autor, o chamado problema de Frege.
Livro de Max Costa. Filosofia da Lógica. Curitiba: Ed. Intersaberes, 2020. Pág.82
"Zoológico que recebe um público variado, onde as atrações sobrevivem com ajuda. Análises comportamentais durante o dia, e percebemos as semelhanças com nossas rotinas. Mas os ativistas apresentam vossas críticas construtivistas, só pensando em prisões não contemplativas.
Manifestações pelas liberdades dos animais, mas não estão mais em vossos territórios de origem. E a natureza muda, nos mostrando as ações do tempo relativo. Ciclo da vida de interesse do biologista Gregor Mendel, mas chamam a medicina veterinária para intervir nas falácias. Nisso encontram doenças, cuja à cura se encontra na própria natureza.
Saudamos uma visitação ilustre, na qual os interesses são corroboristas. Mas os críticos manifestam seus lados emotivos, gerando discursos indesejáveis. No entanto geram imagens, espalhando boatos de verdadeira incompatibilidade.
Parte do público fica surpreso com as atitudes da ilustríssima Jane Goodall, que se oferece a dar uma palestra. Contentamento dos funcionários e os(as) médicos(as) se interessam pelas esplanações, e és que aparece um Etologista chamado Konrad Lorenz e se junta a Jane Goodall.
Sistemas sensoriais atentos e começa uma brilhante explanação, até os conceitos de evolucionismo. Nisso parte da plateia fica indignada e se manifestam de forma inadequada. Com isso Konrad Lorenz intervém, tentando demonstrar as reações instintivas com o auxílio de Spike (um dos animais do zoológico), mas parte do público continuam indignados e outros se comovem com os comportamentos de Spike.
Críticas surgem no outro lado do parque, chegando aos ouvidos de Charles Darwin. Inconformado com os dizeres escutados, ele pega suas pesquisas e parte para o local da apresentação. Assim acontece um dos maiores encontros da humanidade, chamando atenção dos ativistas no parque.
Então Charles Darwin pede que os eufóricos se acalmem e tentem ficar concentrados em seu discurso sobre as espécies, nisso parte da agitação cessa e o público na plateia fica em silêncio. Com o auxílio de Konrad Lorenz, ele chama Spike e um voluntário da platéia, fazendo com que ambos interajam.
Entretanto, Mark, o voluntário da platéia apresenta uma reação diferente da euforia prévia, demonstrando um pouco de medo do Spike. Mas o cuidador de Spike dá uma voz de comando para ele abraçar Mark, e Spike o faz conforme informações recebidas.
O público percebendo as intenções de tal cena, passam a se questionar. Nisso Jane Goodall vendo o público em silêncio mas com expressões de admiração, pede para Konrad Lorez continuar suas esplanações.
Porém Charles Darwin pede à Konrad Lorenz que aguarde mais alguns minutos, nisso ele pega seu material de pesquisa e mostra parte da teoria sobre as "Origens da Espécie" e relata que levou 20 anos para ter coragem e pública-la.
O público ainda desnorteado, percebem uma sensação diferente no ambiente, enquanto Charles Darwin esplana sobre a "Seleção Natural das Espécies". Vendo o público admirado e com aparências oscilativas, um dos funcionários resolve chamar o nutricionista do parque.
Recebendo o convite oral, Carl Trent se sente inspirado e vai até a horta do parque. Nisso o funcionário retorna até o local das palestras e chama Konrad Lorenz para acompanha-lo, enquanto Charles Darwin continua sua aula.
Chegando na cozinha do parque Konrad Lorenz visualiza algumas bandejas com vegetais e o funcionário lhe apresenta o nutricionista Carl Trent. Admirados, o funcionário repara em uma semelhança entre o etologo e nutricionista..."
Opta-se por uma linguagem alternativa, entretanto as expressões corporais internas e externas se demonstram de intensidades variadas.
Neurociências que passam a revelar as interconectividades cerebrais, através de um marketing de formas pouco igualitárias. E os indivíduos se transformam com as práticas nomâdes.
Mas questionam as maneiras estacionárias dos seres vivos em um determinado território, classificando tal atitude como sedentarismo.
"És que surge Andrew Gerty, um visitante do museu de Paleontologia local. Ao visualizar alguns objetos expostos nas vitrines de acrílico resistente, o mesmo tem uma ideia que mudaria à forma de entendimento daqueles objetos.
Gerty resolve ir até o shopping do museu, e compra um filme para sua máquina Polaroid recém lançada no mercado audiovisual. Como estava na parte final de sua visitação paga naquele museu, o mesmo vai para o lado externo do edifício e fica parado próximo de uma lata de lixo por alguns minutos.
Nisso vem vindo um casal homossexual, e ambos sentiram que algo estava diferente no ambiente. Então um deles se aproxima de Gerty e pergunta:
- Você está se sentindo bem? Precisa de alguma coisa? E lhe toca no ombro.
No mesmo instante Gerty olha para o rapaz com feição de preocupação, e lhe responde:
- Estou bem Hyrten!
Impressionado com à resposta de Gerty, o rapaz de estatura mediana e pele clara lhe indaga:
- Como sabes meu sobrenome? Já nos conhecemos antes? Desculpa, mas não me recordo de conhecê-lo.
Gerty com um sorriso no rosto, pega a sua máquina Polaroid e pede para Hyrten tirar uma foto ao seu lado.
Desconfiado de tal atitude, Hyrten aceita e chama Yikhj que estava junto. Yikhj não entendendo a situação na qual vivenciava, pega à câmera de Gerty e se afasta um pouco para atrás e um pouco para a esquerda dos dois.
No entanto Gerty parece não conseguir sair do lado da lixeira e prefere não alarmar Hyrten e seu companheiro. Então os dois pousam para foto, Yikhj aciona o botão da máquina Polaroid e um clarão intenso reluz sobre Gerty e Hyrten.
Yikhj um pouco assustado com aquela iluminação forte, pergunta aos dois:
- Vocês estão bem? Querem outra foto de ambos?
És que Gerty consegue se movimentar e vai até Yikhy que lhe entrega a máquina fotográfica. Ao virar para agradecer o Hyrten, visualiza os olhos do mesmo cheio de lágrimas. Só que algo no ambiente estava diferente e então decide tirar uma foto da paisagem.
Entretanto Yikhy ao ver seu amor emocionado, vai até Hyrten e lhe dá um forte abraço. Nisso um vento inesperado passa próximo dos pés de Hyrten, os dois terminam de se abraçar e vão em direção de Gerty, que está estupefato olhando para o ponto onde Hyrten estava parado.
Com olhar fixo no solo, Gerty fala:
- Quão interessante se torna a matéria quântica, no instante que os fotons apresentam o cosmo. Cuja uma ideologia ateu não conseguiria descrever a religiosidade de uma manifestação energética passada?
Não ouvindo tal questionamento, Hyrten e Yikhy dão as mãos e se despedem de Gerty dizendo:
- Esperamos que esteja bem! Até mais nosso novo amigo.
Então Gerty levanta a cabeça e ao ver os dois se afastarem diz:
- Desculpa meus novos amigos. Ficarei bem, sim! Até qualquer dia desses.
Sentindo um arrepio momentâneo Andrew Gerty, olha para sua câmera Polaroid e guarda em uma bolsa de couro desgastado que carregava consigo. E segue um caminho do museu de Paleontologia até uma loja de produtos fotográficos.
Chegando na loja "Visual Magic", reencontra seu velho amigo Mr. Stress, que lhe dá as boas vindas em seu estabelecimento. Chegando próximo ao balcão Gerty retira à máquina fotográfica de dentro da bolsa, e pede para seu velho amigo revelar aquele filme.
Passado um tempo, Mr. Stress reaparece com uma expressão de espanto e segurando um envelope branco com as fotografias reveladas em uma mão e na outra à câmera Polaroid com sua lente rachada.
És que Gerty pergunta a Mr. Stress:
- O que aconteceu meu velho amigo? Por que essa expressão de espanto? Parece que viu algo incomum.
Então Mr. Stress entrega o envelope para Gerty, e lhe diz:
- Aonde você tirou essas fotos, Gerty? Eu nunca havia visto um clarão no processo final de revelação. Pensei até que as fotos iriam se queimar com tamanha luminosidade.
Surpreso Gerty abre o envelope, e surgem lágrimas em seus olhos. Mas ao tirá-las do envelope, olha primeiro à do chão que mostra alguns símbolos estranhos. Admirado com as imagens na foto, ele tenta se lembrar melhor daquele momento, mas não se recorda bem. Ainda pensativo, escuta de Mr. Stress:
-Não sei como explicar esse ocorrido meu velho amigo. Mas não se desespere nas próximas fotos..."
Filosofia de dúvidas relacionadas ao sentido da existência da natureza e dos seres vivos, mas atravessamos por tempos de incertezas vividas pelos pensadores mais renomados. Cada estudo da sabedoria nos demonstrou uma interconectividade, entre os seres vivos e os espaços, em um tempo alternado.
Porém os caminhos de construtivismos do pensar, nos remontou as etapas de diversos pensares. Entretanto nos expressamos através de capacidades relativas ao nosso próprio desenvolvimento temporal. E assim nos inspiramos em um ambiente estimulante, seja através de uma simples observação até uma vivência prática na natureza revelada.
Consciência dividida em etapas, onde uma conjuntura de opiniões se unificam em papiros e vossos livros. Mas como não pensar nas origens de objetos que despertam sensações corporais em cada seres vivos? E entramos em um ciclo contínuo, mas outras dúvidas surgem em um círculo de transformações magníficas.
E por um instante optamos olhar para cima, onde os olhos não conseguem visualizar. Universo de imensa variabilidade, e indivíduos se arriscam para descobrir o que acontece nesse imenso espaço. Assim ressurge os pensares, onde não se sabe ao certo, as origens dos primeiros olhares. Mas o tempo nos contempla com seres vivos exemplares e tentamos entender as manifestações individuais, sendo estas à origem dos comportamentos coletivos em espaços detalhados. Seriam as células unicelulares e procariontes uma junção de poeira cósmica?
Invadem seus meios de comunicação, a fim de obterem informações. Porém à natureza mostra vossas mentalidades e tentamos relembrar dos gênios da humanidade. Mas continuamos à modificar uma vasta floresta, atrás de pedras inseridas nos próprios seres vivos e assim nos tornamos cegos intelectualmente, pois uma pedra modificada, nos apresenta uma folha descolorida.
Lembramos de Martin Cooper e sua invenção comunicativa, mas temos de pensar no descobrimento dos minerais, nos remetendo à mais de 3.000 anos atrás. Porém fatos inesperados levantam questionamentos, onde Sócrates nos faz ler seus pensamentos. Mas deixamos de acreditar no próximo, onde uma cultura expressa suas convicções Sofistas. Conflitos de interesses, e vamos atrás de Rudolf Steiner, mas "Quem mostrou pela primeira vez à espiritualidade no planeta?"
No passado precisaríamos ser Nômades, a fim de obter tal informação, mas nos tornamos sedentários. E assim obtemos novos aprendizados, uma parte usando uma linguagem simbólica e outros(as) usando uma linguagem consensual. Mas um grupo invade à biblioteca e resolvem escanear todas as obras literárias, informações que antes eram obtidas pela memorização pessoal, passam a ser memorizadas por um sistema de máquinas.
Nisso surgem as semelhanças de capacidades humanas, até que assemelham as imagens. E surge uma nova dúvida, "Seria Deus uma máquina?"
"Era uma manhã de outono na pacata cidade de Tyohre, onde residia a família White. Ao acordar em sua pequena mas aconchegante cama, Gyouk White parece intrigado com o que havia acontecido durante seu sono. No entanto, ele ouve o chamado de sua mãe, Miss White: - Gyouk venha tomar seu café da manhã! Não esqueça do seu compromisso com Kimberley.
Ao lembrar do compromisso, Gyouk se apressa para trocar de roupa, escovar os dentes e descer para seu desjejum. Enquanto desce pelas escadas, lembra-se de ter ouvido o nome Anderson em seu sonho.
Chegando na cozinha, sua mãe com um belo sorriso no rosto lhe diz: - Bom dia filho! Aqui estão seu suco de laranja com maçã, torradas com geleia de morango e seus ovos mexidos. Coma!
Gyouk agradece Miss White e por alguns segundos tem outras lembranças de seu sonho, mas prefere não comentar com sua mãe. És que aparece Sr. White dizendo: - Bom dia filho! Eu conversei com sua mãe e decidimos que você deve ir sozinho encontrar-se com Kimberley.
Um tanto surpreso, Gyouk olha para seu pai e diz: - Posso ir de bicicleta? Certamente Kimberley gostará de irmos até a Biblioteca Pública de bicicleta.
Seu pai sem êxitar, concorda e lhe dá um beijo na testa, mas Miss White percebe algo diferente em Gyouk, e o olha por alguns segundos, tentando achar um diferencial. És que ela o pergunta: - Gyouk, você dormiu bem na noite passada?
Com uma reação um pouco inusitada, ele levanta da mesa e com uma expressão facial de tristeza lhe responde: - Dormi, sim mãe!
Então Gyouk vai até ela, e lhe dá um beijo no rosto.Miss White um tanto íntrigada com a expressão facial de seu filho, prefere não abordar mais sobre o assunto e diz: - Vá encontrar Kimberley, pois o tempo passa rápido!
Entretanto vem na mente de Gyouk à imagem de um edifício, que o deixa desnorteado por um instante. Mas para não alarmar seus pais, ele disfarça e vai para a garagem da casa, onde está sua bicicleta. Chegando na garagem escuta uma voz conhecida, que diz: - O dorminhoco está atrasado! risos.
Quando ele se vira, vê sua amiga Kimberley de bicicleta. Surpreso, Gyouk abre um sorriso e seus olhos brilhando vão em direção dos de Kimberley, que lhe sorri também. Então ele monta em sua bicicleta e os dois partem, rumo à Biblioteca Pública de Tyohre..."
By ADNC
"Ações institivas cujo o tempo se assemelha, natureza de variabilidade mas emoções corrompidas pelas próprias atitudes."
"Mostrei vossos pesares, mas não minhas alegrias. Saudades memorizadas com o tempo, onde não reconhecem o próprio tempo de vida."
"Pensam nos lucros, sem perceberem o clima. Imposições de uma história, no qual a Bíblia lhe demonstra as faltas."
o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.
1João 1:3 (ARA)
"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.
Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.
Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."
"Gritos que ecoam pelas telas,
mas as tintas expressam uma bela imagem.
Espantos na visualização de tal quadro, revelando determinados boatos.
Detalhes não percebidos no momento,
e os críticos se orientam no tempo.
Literatura semelhante no palco,
onde os sons não estão corroborando.
Simbologia errônea em uma palavra,
e não entendem à verdadeira imagem.
Linguística vivenciada em uma época antiga,
nos mostrando a contemporaneidade perdida."
Visualizamos uma tela medieval, porém não enxergamos as formas. E lhe entregam um pedaço de papel, dizendo: "no mâ d es". Por um instante pensamos na linguagem escrita e não na visual. Seria uma cena, à reflexão de tal simbologia?
"Ouvi uma palavra de um estranho, mas estranhei as escritas de um Homônimo. Procurei conhecer mais sobre à palavra, e fui considerado louco pelas minhas amizades."
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