Opta-se por uma linguagem alternativa,... Anderson do Nascimento Costa

Opta-se por uma linguagem alternativa, entretanto as expressões corporais internas e externas se demonstram de intensidades variadas.


Neurociências que passam a revelar as interconectividades cerebrais, através de um marketing de formas pouco igualitárias. E os indivíduos se transformam com as práticas nomâdes.


Mas questionam as maneiras estacionárias dos seres vivos em um determinado território, classificando tal atitude como sedentarismo.




"És que surge Andrew Gerty, um visitante do museu de Paleontologia local. Ao visualizar alguns objetos expostos nas vitrines de acrílico resistente, o mesmo tem uma ideia que mudaria à forma de entendimento daqueles objetos.


Gerty resolve ir até o shopping do museu, e compra um filme para sua máquina Polaroid recém lançada no mercado audiovisual. Como estava na parte final de sua visitação paga naquele museu, o mesmo vai para o lado externo do edifício e fica parado próximo de uma lata de lixo por alguns minutos.


Nisso vem vindo um casal homossexual, e ambos sentiram que algo estava diferente no ambiente. Então um deles se aproxima de Gerty e pergunta:


- Você está se sentindo bem? Precisa de alguma coisa? E lhe toca no ombro.


No mesmo instante Gerty olha para o rapaz com feição de preocupação, e lhe responde:


- Estou bem Hyrten!


Impressionado com à resposta de Gerty, o rapaz de estatura mediana e pele clara lhe indaga:


- Como sabes meu sobrenome? Já nos conhecemos antes? Desculpa, mas não me recordo de conhecê-lo.


Gerty com um sorriso no rosto, pega a sua máquina Polaroid e pede para Hyrten tirar uma foto ao seu lado.


Desconfiado de tal atitude, Hyrten aceita e chama Yikhj que estava junto. Yikhj não entendendo a situação na qual vivenciava, pega à câmera de Gerty e se afasta um pouco para atrás e um pouco para a esquerda dos dois.


No entanto Gerty parece não conseguir sair do lado da lixeira e prefere não alarmar Hyrten e seu companheiro. Então os dois pousam para foto, Yikhj aciona o botão da máquina Polaroid e um clarão intenso reluz sobre Gerty e Hyrten.


Yikhj um pouco assustado com aquela iluminação forte, pergunta aos dois:


- Vocês estão bem? Querem outra foto de ambos?


És que Gerty consegue se movimentar e vai até Yikhy que lhe entrega a máquina fotográfica. Ao virar para agradecer o Hyrten, visualiza os olhos do mesmo cheio de lágrimas. Só que algo no ambiente estava diferente e então decide tirar uma foto da paisagem.


Entretanto Yikhy ao ver seu amor emocionado, vai até Hyrten e lhe dá um forte abraço. Nisso um vento inesperado passa próximo dos pés de Hyrten, os dois terminam de se abraçar e vão em direção de Gerty, que está estupefato olhando para o ponto onde Hyrten estava parado.


Com olhar fixo no solo, Gerty fala:


- Quão interessante se torna a matéria quântica, no instante que os fotons apresentam o cosmo. Cuja uma ideologia ateu não conseguiria descrever a religiosidade de uma manifestação energética passada?


Não ouvindo tal questionamento, Hyrten e Yikhy dão as mãos e se despedem de Gerty dizendo:


- Esperamos que esteja bem! Até mais nosso novo amigo.


Então Gerty levanta a cabeça e ao ver os dois se afastarem diz:


- Desculpa meus novos amigos. Ficarei bem, sim! Até qualquer dia desses.


Sentindo um arrepio momentâneo Andrew Gerty, olha para sua câmera Polaroid e guarda em uma bolsa de couro desgastado que carregava consigo. E segue um caminho do museu de Paleontologia até uma loja de produtos fotográficos.


Chegando na loja "Visual Magic", reencontra seu velho amigo Mr. Stress, que lhe dá as boas vindas em seu estabelecimento. Chegando próximo ao balcão Gerty retira à máquina fotográfica de dentro da bolsa, e pede para seu velho amigo revelar aquele filme.


Passado um tempo, Mr. Stress reaparece com uma expressão de espanto e segurando um envelope branco com as fotografias reveladas em uma mão e na outra à câmera Polaroid com sua lente rachada.


És que Gerty pergunta a Mr. Stress:


- O que aconteceu meu velho amigo? Por que essa expressão de espanto? Parece que viu algo incomum.


Então Mr. Stress entrega o envelope para Gerty, e lhe diz:


- Aonde você tirou essas fotos, Gerty? Eu nunca havia visto um clarão no processo final de revelação. Pensei até que as fotos iriam se queimar com tamanha luminosidade.


Surpreso Gerty abre o envelope, e surgem lágrimas em seus olhos. Mas ao tirá-las do envelope, olha primeiro à do chão que mostra alguns símbolos estranhos. Admirado com as imagens na foto, ele tenta se lembrar melhor daquele momento, mas não se recorda bem. Ainda pensativo, escuta de Mr. Stress:


-Não sei como explicar esse ocorrido meu velho amigo. Mas não se desespere nas próximas fotos..."