Voce esta Mudando minha Vida

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Sem Disfarce.

Eu, do espelho em minha face,
do escarro frio também no chão,
sei que não existe disfarce
para enganar o coração.

Do osso que se ergue na carne,
da sombra que o corpo projeta ao sol,
sei que a vida é um pacto de carne
com o pó que nos espera no final.

Não há perfume que cubra o cheiro
da matéria que nos compõe e nos leva,
nem palavras de amor que não queiram
alimentar a fome do verme na terra.

Eu, do dente que treme na gengiva,
da veia azul que se ergue na mão,
sei que a mentira é só uma folha viva
sobre o esqueleto do que há de ser sempre igual.

O olhar do espelho é cruel e puro,
não tem piedade nem compaixão;
mostra o rosto que o tempo amadurece
e o coração nu, sem ilusão.

Do suor salgado na testa aberta,
do ar que entope a garganta seca,
sei que nada vale a falsa certeza
que a alma carrega como um peso pesado.

Não há deus que cure a dor da carne,
nem anjo que vista o ósseo nu;
a verdade é um espinho que arranca a pena
e deixa o homem nu diante do que é seu.

POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.

A RAINHA DOS ANJOS.

“Maria Santíssima é acolhida por Jesus”

“Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos...”

A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorava de júbilo, de saudade e de esperança.

Não mais via seu filho bem amado, que certamente a esperaria, com as boas vindas, no seu reino de amor; mas extensas multidões de entidades angélicas a cercavam, cantando hinos de glorificação.

Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galileia com os seus sítios preferidos.

Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza.

Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde.

Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade.

Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico.

Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus.

Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto.

Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro.

Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos.

Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços.

Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes.

Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido.

Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança.

Sentiu-se mãe daquela assembleia de torturados pela injustiça do mundo.

Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes.

Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.

Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.

Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?

Mas Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo.

Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados.

Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria.

Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:

“Canta, minha filha! Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!...”

A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração.

De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança.

Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho.

Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima.

Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!

FONTE

Irmão X (pseudônimo espiritual), psicografia de Francisco Cândido Xavier, Boa Nova, capítulo 30, “Maria”. O texto acima corresponde a uma reprodução parcial desse capítulo, conforme indicado na própria publicação compartilhada.

Referência bibliográfica:

XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Irmão X. Rio de Janeiro: FEB, capítulo 30, “Maria”.

ODE À DASHA TARAN.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
" Meu anjo,minha arte,minha poesia...meu tudo...ah...inspiração, musselina,amado avantesma que me cria,
Jamais me ao de bastarem atmosferas em meu cerne,ah....pois és em meus poemas é que eu te escondia."

AGASALHO DE TERNURA.
Vem, porque me fazes bem, vem sem demora,
como a paz que à minha noite se incorpora;
desces mansa qual agasalho de ternura,
revestindo de esperança a noite escura.
Toco a tua pele — pétala macia,
onde o céu aprende o nome da harmonia;
cada gesto teu, tão puro e tão singelo,
faz da própria luz o mais perfeito anelo.
Teu sorriso, silencioso, é primavera,
que à tristeza antiga, enfim, já não impera;
e, ao surgir em teu semblante a claridade,
florescem jardins na minha eternidade.
Caem brandas as cerejeiras em flor,
como bênçãos desprendidas do amor;
cada pétala, rendida ao teu encanto,
vai bordando de perfume o meu recanto.
Se me olhas, já não temo a ventania,
pois teu peito é meu abrigo noite e dia;
se me calas, teu silêncio ainda diz
o segredo de tornar-me mais feliz.
Vem, e fica, sem promessa nem adeus;
que o infinito cabe inteiro entre os teus.
Pois amar-te é descobrir, em cada alvor,
que a ternura é a forma mais perfeita do amor.

Minha mãe partiu, mas deixou uma missão, Meu filho, não procure apenas ser lembrado… procure deixar valor na vida das pessoas. Hoje cada vitória minha carrega um pedaço dela.

⁠Já tive oportunidade de dar o troco, mas minha boa índole não permitiu.

Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

⁠Os ouvidos
da minha alma
não estavam preparados para
recusar carinho.


Esbanjando melodia, você ajuda o vovô a quebrar as próprias regras!


Os que conhecem um pouquinho de mim, sabem ou deveriam saber que detesto Áudios e Ligações por WhatsApp.


Mas aí está um dos áudios que fizeram a minha alma se sentir tão Amada e Laureada que até retornou a ligação.


Porque quando o afeto chega cantando, até as estranhas manias se calam.


Minha resistência, tão orgulhosa e rendida, só puxou a cadeira para se sentar e sorrir.


Não era só um áudio — era um colo em forma de som.


Nem era só uma ligação — era um abraço que aprendeu a discar.


E assim, a alma, antes desconfiada, aprendeu que algumas exceções não quebram regras:
elas revelam sentimentos.


Quando tropecei na certeza de acreditar que só precisava de três mulheres para ser Feliz: uma para me chamar de Filho, uma de Amor e outra de Papai, Deus me presenteou com a que me chama de vovô.


E quando esse carinho todo nos chama pelo nome, a gente atende.


Quando o amor insiste, a gente retorna.


Vovô ama porque reconhece.


E reconhece porque sentiu.


Te amo, lady Laura!

⁠O outro pode até confundir minha Solitude com Solidão, só não deve interrompê-la sem a Honesta Intenção de me oferecer Inteira Companhia.


Há uma diferença imensa entre estar só e sentir-se só.


Na Solitude, se experimenta a graça de se escutar; na Solidão, o drama de implorar para ser escutado.


A solidão pede presença; a solitude, muitas vezes, pede respeito.


Quem não compreende isso pode interpretar o silêncio como carência, o recolhimento como tristeza e a distância como um convite para invadir espaços que, naquele momento, são deliberadamente meus.


Solitude não é ausência de pessoas, mas presença própria.


É quando não preciso preencher cada intervalo com vozes, mensagens, encontros ou explicações.


É poder permanecer comigo sem experimentar a obrigação de fugir de mim.


E talvez uma das formas mais bonitas de afeto seja justamente compreender que nem toda porta fechada esconde alguém esperando ser salvo.


Por isso, não me incomoda que confundam meu silêncio com solidão.


O que me incomoda é que, ao suporem minha falta, me ofereçam uma presença pela metade.


Porque companhia, quando é verdadeira, não chega apenas para ocupar espaço: chega inteira.


Não exige que eu abandone minha solitude, mas sabe entrar nela sem profaná-la.


Há presenças que interrompem a paz e há aquelas que a ampliam.


As primeiras chegam por medo do nosso silêncio; as segundas chegam porque têm algo de verdadeiro a compartilhar.


E é dessas que não quero me proteger.


Se alguém pretende atravessar a distância que escolhi, que não venha apenas para impedir que eu esteja só.


Que venha disposto a estar comigo — de corpo, alma, escuta e intenção.


Porque, entre a solidão e a solitude, existe justamente esse critério: eu não preciso de alguém que simplesmente esteja presente; preciso de alguém que saiba estar por inteiro.

Orgulho de ser brasileiro !

Meu BRASIL, minha nação
Que orgulho ver seus atletas
Que com sua próprias forças
Tanto se dedicam e vão a luta
Mesmo sem o devido incentivo
Que são desviados dos cofres
Para os bolsos dos corruptos
Corja de politicos sem ética
E mesmo sem essa ajuda
Somos todos agraciados
Com nossos grandes valores
Poder ouvir esse nosso hino
E ver no pódio nossas cores
Seja ouro, prata ou bronze
O que vale é a dedicação
O esforço e horas de treino
No devido reconhecimento
Seus politicos vejam o recado
O Brasil ainda tem jeito
Não sejam nosso vexame
E sigam esses exemplos
Tomem vergonha na cara !!

3133 📜 Ah, se Eu não fosse este GRANDE CONVERSA FIADA que Minha Vizinha quer que Eu seja; este FANFARRÃO que Minha Cunhada sonhou que Eu era; este PATETA que Minha Cara parece mostrar... Ah, se Eu não fosse...
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Eu já teria tirado o Presidente e acabado com o PT, para poder agradar todos os que os odeiam, mas que só Discursam e não Agem (do verbo Fazer). Poizés! 😊

Seus olhos são minha bússola. Em cada olhar, encontro a direção que meu coração procura. Quando me perco entre os desafios da vida, é neles que encontro abrigo, paz e certeza. Seu brilho ilumina meus caminhos, suas expressões revelam sentimentos que palavras não conseguem traduzir. Se existe um lugar onde me sinto verdadeiramente em casa, é no reflexo dos seus olhos, porque eles sempre me guiam até você."

Tem amizades que já não fazem sentido na minha caminhada. Tem lugares onde já não me encaixo mais. Com o tempo, aprendemos que crescer também significa deixar para trás o que não nos acrescenta, o que não combina mais com quem nos tornamos. Nem toda despedida é perda; muitas vezes, é apenas o início de uma nova fase, mais leve, mais verdadeira e mais alinhada com a nossa essência.

Ama-me sem pressa. Desperta em mim um fogo que percorre cada centímetro da minha pele, deixando meus sentidos à flor da pele. Há um desejo intenso que cresce a cada pensamento em você, uma vontade que se torna impossível de ignorar. Meu corpo e minha imaginação parecem chamar pelo seu toque, enquanto a expectativa do nosso encontro transforma cada instante em pura ansiedade e paixão.

Sou uma pessoa legal, compreensiva e gosto de tratar todos com respeito. Mas não confunda minha gentileza com fraqueza. Sei ser paciente, porém tudo tem limite. Então, pode contar com o meu melhor, só não abuse da minha boa vontade.

É um deleite absoluto sentir sua língua deslizando por cada curva minha, transformando o nosso desejo em um idioma que só nós dois entendemos.

"Nem sempre acertei, mas nunca procurei convencer a minha consciência de que o errado era certo."