Voce esta Guardada em meu Coracao
Se prestar atenção vai ver que te olho diferente.
Talvez não sei, possa ver o que esta alma sente.
Não tenho filtros para estética, o que me chama atenção vai além do corpo.
Aprecio mais boas conversas, sabe, papo solto.
Se voltei a desejar amor.
Acho que me curei de toda dor.
Medo ainda tenho.
Nem tudo é perfeito como num desenho.
Eita garota linda da peste.
O amor quando amado de verdade passa rápido.
Então se apresse
Tô igual Tristão quando vê Isolda casando com seu rei. Parece que a alma está sendo torturada ainda dentro do corpo.
A grande questão em se relacionar está em aprender a expressar nossas emoções de forma assertiva - Sem agredir, sem culpar, sem o peso das frustrações passadas e expectativas colocadas - deixando clara nossa necessidade e o pedido específico que queremos fazer.
Estamos no meio dessa guerra. Minha família está em algum lugar e eu vou encontrá-la. Custe o que custar.
A educação brasileira está alicerça num jogo patético onde um lado faz de conta que o que ensina está sendo aprendido, e doutro lado de aprendeu alguma coisa do que foi ensinado.
"Ao menos sigo na relação". Esta "imitação existencial", esse nivelamento por baixo, mesmo que não seja total, cedo ou tarde produzirá uma alteração psicológica. Ninguém aguenta tanto. //Livro: Amores de Alto Risco.
Igreja que não da oportunidade humilha os membros isso ai ja está errado procure um uma igreja que se sinta bem..Quem faz a obra e Deus não o homem.Ele que capacita não deixe ninguém enterra seus talentos
Saber que não está sozinho nessa luta é um
bom motivo para não se acomodar e talvez seja uma
grande oportunidade de sair à frente, arregaçar as
mangas e ir à luta para sair da crise.
Com respeito a esta pandemia que nos está a transmudar a todos, social e economicamente, retrocedo um pouco no tempo, recordo aquela frase elaborada para nos dizer que "vai ficar tudo bem", evoco as boas intenções de uma outra frase atribuída a quem tem noção de que o nosso valor nesta vida se resume ao que a Mãe-Natureza,, Deus ou o Criador quiserem fazer de nós, sem deixar ainda de escordar as palavras que eu próprio aqui disse há mais ou menos um ano atrás, quando me pronunciei pela primeira vez sobre este vírus, que tão mal nos tem feito durante este período de tempo. Dir-me-ão as minhas próprias dúvidas que tudo acontece como deve acontecer, que estou aqui por acaso, que calhei a nascer neste palmo de terra a que chamam país, que o ocaso do meu tempo nesta vida pode estar ao virar de cada esquina do tempo, assim como me podia ter calhado em sorte o acaso de ter nascido azul, verde, cinzento ou de outra qualquer cor. Mormente, tenho reparado que esta pandemia nos tem tornado mais pobres em quase todos os sentidos, pois além da pobreza material que tantos portugueses tem afectado, considero ainda mais importante a pobreza mental provocada pelas vicissitudes deste vírus, que nos tem afastado cada vez mais uns dos outros, podendo ser um alimento muito perigoso para o futuro, se nos deixarmos levar pelos preceitos mais radicais ou se formos atrás de ladainhas criadas para endrominar as mentes mais fracas. Vim a este mundo porque o meu destino assim o quis, estou cá para não ser mais nem menos do que ninguém, e não me venham com discursos assentes em segregação de pessoas, ou em bairrismos baratos, porque eu, enquanto me considerar humano, não embarco nesses carnavais que tão má memória causaram ao passado da nossa santa inquisição. Costumamos dizer que as atitudes são de quem as pratica, da mesma forma que também dizemos pomposamente que somos seres racionais, e não será descabido neste momento o facto de metermos o juízo no sitio para evitarmos que as nossas atitudes sejam um dia recordadas como um destempero neurótico de ocasião, onde aqueles que nasceram para estar sempre à espreita da fraqueza dos outros não perdem uma única oportunidade para fazer jus às suas maldosas intenções. Cada qual é para o que nasce e há sempre quem se aproveite deste tipo de convulsões sociais para nos dizer o motivo do seu nascimento De que nos serve ir à Lua, a Marte ou a Vénus, se não conseguimos ir até dentro de nós? De que nos valem todos esses milhões de diplomas se nos comportamos muitas vezes como verdadeiros analfabetos da verdadeira essência da vida? Não quero estar a ser pessimista, mas pelo andar desta carruagem pandémica, muito pouco voltará a ser como antes e tudo o que tem acontecido nos últimos tempos em Portugal é apenas a germinação de uma desordem provocada pelas sementes que lançámos a esta terra nas ultimas décadas, de uma maneira dissimulada e sem que a maioria das pessoas se apercebesse desse facto. Ademais, como ando a dizer há mais de vinte anos, a Educação e a Justiça, esse dois pilares tão importantes de qualquer sociedade, não têm sido bem geridos e não têm sido eficientes no desempenho das suas funções, dando azo a toda esta onda de extremismos que assola a nossa região. Uns porque não se querem integrar, outros que não lhes interessa que os outros se integrem de mais, para não haver muitas misturas e para poderem controlar mais à vontade os tachos, os tachinhos e tudo o que tenha a ver com os fundos do erário público, tal como se fazia no tempo dos reis e no tempo da outra senhora. E assim vamos caminhando para essa divisão de classes, muito ao gosto de quem se julga superior ao seu próximo, num processo muito idêntico às monarquias do passado e à república ateniense, com consequências imponderáveis para o futuro social dos portugueses, particularmente nas regiões do interior. Leva-me a crer que algumas pessoas gostam que as regiões do interior sejam cada vez mais desertificadas para estarem mais à larga e para se sentirem donos, senhores e mais importantes. Desta forma, nao será fácil inverter a desertificação, nem tampouco criar alguma vez uma harmonia social condizente com uma sociedade inclusiva e multicultural. Por consequência de tudo isto, vamos vivendo numa espécie de ditadura oculta, na qual o medo já se tornou o pão nosso de cada dia e em que em vez de se tentar levar o povo ao nível da cultura tenta-se cada vez mais levar a cultura ao nível do povo.
Palavras de uma Alma !
Escolhas certas e erradas é a vida está cercada por elas. É um peso uma responsabilidade que se ganha quando se cresce em idade o suficiente para arcar com elas. É difícil fazê- las, mas o que é realmente complicado é descobrir se a possível decisão que iremos fazer será certa/errada. Infelizmente elas não vêm com manual de instrução.
Então só sabemos que erramos ou tivemos êxito depois de escolher e aí percebemos que não podemos voltar ao passado e decidir novamente.
Seu olhar me encontrou
escuro, perdido, repleto de dor e lindo.
Ajudar, queria poder tentar, desde que acordou
você nada me falou.
Você chegou e já não sei quem encontrou
nem com quem lidou por que você se foi me repelindo.
Não sei por quanta dor e medo passou
nem quantas coisas enfrentou.
Seus olhos me passam horror, porém meu tempo já chegou.
Tenho que fugir, fingir, gritar e sorrir mas a única coisa que penso é em durmir.
E sair para outro lugar ir
e de qualquer lugar vir.
Sou como a água turbulenta
que rejeita lentidão e tudo arrebenta.
Sou como uma trombeta
no silêncio tão barulhenta.
Sou como fogo quente a queimar
quando a magoa e a raiva me fazem chorar.
Como uma voz no silêncio a cantar
quando não sou uma pequena a fracassar.
Sou como uma música a tocar
e um um bom ouvinte a escutar.
Eu sou a dor do mundo que corre, dentro do coração, fundo.
Sou o grito de um silêncio a caminhar
o sonho de um menino perdido no mundo.
Sou a estrela que brilha e faz cantar
sou o violão que chora sem parar.
Sou uma estrada esquecida ao desabar
e o barulho ensurdecedor ao disparar.
Eu sou a velha que hoje ainda criança adora brincar.
A pequena gralha a cantar e a gritar.
O grito da dor, do terror da escravidão. Eu sou uma menina presa na escuridão.
Sou rápida como um gato ladrão que voa assustado do portão.
Que foge do grande porão assombrado
Pelos fantasma do garoto maltratado.
Eu sou o uivo do lobo magoado pelos tantos cordeiros enganado.
Sou a ave que voa sem enxergar pela poeira que paira no ar.
Que o vento trás sem parar com o alento de um dia curar.
Toda a sujeira que o curto tempo deixou se acumular, poluir e espalhar.
Sou a tartaruga que corre devagar e o leão com fome a esbravejar.
Sou como a lebre que lentamente chega sempre num piscar.
E como um coala ferido pelo fogo do homem ao incendiar.
Bem não sou nada apenas do que o andar.
Sim o andar dos nômades que numca pensam em parar.
Mas sou como um pequeno e verde camaleão a se matar.
Ao olhar de quem não consegue enxergar.
O espelho a enganar os olhos daqueles que tudo querem admirar.
O programa que roda sem parar no carro que corre sem andar.
O vento que uiva sem ventar.
A terra que treme sem quebrar.
A escolha errada que me fez tomar
somente para te agradar
Que hoje só me fez errar.
End !
Além da existência está a não-existência, a possibilidade de existir. Quando não houver mais nada, a não-existência ocorrerá como a mãe de tudo que acontece.
O momento está fora do tempo e continuamente se aperfeiçoa, apenas cai sobre si mesmo sem se modificar, assim sendo perfeito.
" A sabedoria contemporânea está baseada em jargões e obviedades, o pior é que as pessoas já perderam tanto a noção do óbvio que aplaudem com espantosa surpresa."
O sentido da vida
está em realizarmos
o que nos dá prazer.
Privar-se deles é
tornar a sua vida sem vida.
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