Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Eles dizem que não se importam, mas continuam voltando em busca da minha validação.

Não sigo conselhos, mesmo bons, que desviam minha visão. 👀🦅

Minha mente e meu corpo são cruciformes em Cristo.✝️

Minha recompensa não é o paraíso
O meu maior prêmio é estar Contigo
Minha recompensa não é o paraíso
O meu maior prêmio é estar com Jesus


🎵 A Maior Honra, Julliany Souza

*Hoje a minha maior disputa será eu versus eu, e em meus versos, só serei eu versus eu, eu criança versus eu adulto, eu longe de ti versus eu, assim me vejo versando sem lembrar do eu versus eu, até que!*
(Saul Beleza)

As mães.

A minha mãe, e a sua mãe.
A mãe nossa, e a toda mãe.
A mãe que está no céu, e a mãe aqui da terra.
A mãe de paz, e a mãe de guerra.
A mãe que assumiu, e a mãe que sumiu.
A mãe que voltou, e a mãe que nunca viu.
A mãe cega, e a mãe que tudo vê.
A mãe que é pai, e o pai que é mãe.
A mãe que lê jornais, e a mãe que nada lê.
A mãe brigona, e a mãe brincalhona.
A mãe que ajudamos e a mãe que ajuda nós.
A mãe elegante, e a mãe demodê.
A mãe viajante, e a mãe que nunca sai.
Em nome da tua, da minha, e em nome da mãe de todos.
"Em nome do pai."
(Saul Beleza)

*O tempo:*

O tempo calou minha voz, anuviou meu olhar, desacelerou meus passos, encheram de neve meus cabelos.
*Tudo tem seu tempo e passa,* e se você não si ligar vai passar com o tempo sem ver o tempo passar.
*Maldito seja o tempo que passa tão ligeiro e bendito seja o tempo que nos deixa envelhecer.*
Hoje sou o tempo, que de tempos em tempo não me deixa te esquecer.
*Volta! Ainda temos tempo.*
(Saul Beleza)
Maio/2026

Minha saudade calada me faz gritar.
A companhia da solidão fere minha alma.
E o meu silêncio...
o meu silêncio grita
bem alto dentro dos meus pensamentos.
Onde ninguém escuta. Somente eu.
(Saul Beleza)

*Loucura Sensata*

Dentro dessa minha loucura toda,
a sensatez me cobra e nada me acomoda.
Me pede uma loucura menos responsável,
de amar você mesmo sendo inviável.

O juízo diz pra ir, pra largar, pra esquecer,
mas o peito teima e quer te querer.
É amar com o freio, amar com dor,
amar sabendo que não tem futuro, a não ser o presente.
(Saul Beleza)

*A Chave que liberta*

Tem que estudar, minha filha.
Tem que estudar.

Porque a única chave
que te liberta de verdade
é o estudo.

Não é dinheiro que abre porta.
Não é sorte que arromba grade.
É livro, é caderno, é madrugada.
É lápis gasto e cabeça erguida.

Estuda pra ninguém te calar.
Estuda pra escolher teu caminho.
Estuda pra quando o mundo apertar,
você ter a chave no bolso...
e abrir qualquer portão.

O estudo, e o saber ninguém tira de você.
(Saul Beleza)

Na minha idade, eu posso não dar conta de mexer o caldo, mas lamber a colher! Isso eu tiro de letra...(Patife)

Não pedi nada ao Papai Noel, nem sei se ele iria me ouvir. Mas se ele soubesse da minha dor, do meu desejo e da minha solidão! Ele nem esperaria a data natalina para me socorrer...(Saul Belezza - Mario Vale

MINHA CASA SE CHAMA PENIEL

Minha casa se chama Peniel,
não é apenas teto ou parede,
é o lugar onde minha alma repousa,
onde o coração encontra
um pouco de paz.

Peniel é minha janela para o céu,
meu pequeno pedaço de infinito,
onde o silêncio conversa comigo
e cada manhã parece dizer:
“Ainda há vida, ainda há esperança.”

Aqui, entre paredes simples,
guardo sonhos, lembranças e poesias.
Cada canto conhece meus passos,
cada janela conhece meus pensamentos,
e o vento entra trazendo
notícias de outros mundos.

Minha casa se chama Peniel
porque nela não moro sozinho:
há uma presença invisível
que acompanha meus dias,
que escuta minhas perguntas
e acolhe meus silêncios.

Quando a noite chega,
acendo uma pequena luz
e agradeço pelo dia.
Não preciso de um palácio
para sentir-me abençoado;
preciso apenas de um lugar
onde meu coração possa morar.

Peniel é minha casa,
mas também é um encontro.
É onde olho para dentro de mim
e encontro Deus no caminho.

E quando alguém me perguntar
onde é minha casa,
responderei com simplicidade:

— Minha casa se chama Peniel.
É onde moro,
é onde sonho,
é onde escrevo,
é onde encontro a paz.

— Romildo Portes Ferreira 🌹

Talvez a minha maior forma de resistência tenha sido continuar enxergando beleza, mesmo depois de ter conhecido de perto tudo aquilo que poderia me fazer perder o olhar.

⁠A minha relação com o perdão vem sempre de braços dados com a distância.

Há um irmão cuja força rivaliza com a minha, mas que fez das sombras seu único refúgio. Não atravessa o caminho que leva até mim, não pronuncia meu nome, nem ousa romper o silêncio que ergueu entre nós. Ainda assim, sua voz encontra outra estrada: alcança os ouvidos de meu pai.


Ignoro quais palavras derrama. Talvez sejam preces, talvez veneno; talvez verdades mutiladas vestidas de luz. Apenas sei que, enquanto evita meus olhos, conversa com os fantasmas da minha ausência.


E nas noites em que o vento parece carregar segredos, pergunto-me se é a culpa que o oculta nas trevas... ou se as próprias trevas já aprenderam a chamá-lo de filho.

O Homem que Carregava o Frio


Eu carregava sacos de gelo durante o dia,
mas era a minha própria alma que congelava aos poucos.
Minhas mãos tocavam o frio da pedra,
enquanto meu corpo aprendia uma nova forma de dor.


Ao chegar em casa, a noite não trazia descanso;
trazia o julgamento do próprio corpo.
Cada músculo queimava como brasa escondida,
cada respiração era uma lembrança
de que eu ainda precisava continuar.


Deitado no escuro, entre o silêncio e a agonia,
eu não pedia riqueza, nem uma vida perfeita.
Minha única oração era simples:
“Que eu acorde amanhã.”


Porque havia um peso maior que a dor dos braços,
maior que o cansaço dos ossos:
era saber que o mesmo sofrimento me esperava no dia seguinte.


E mesmo assim eu levantava.
Vestia minha coragem como quem veste uma roupa velha,
pegava o caminho de sempre
e enfrentava mais um dia.


Ninguém via as lágrimas que eu engolia,
ninguém ouvia as batalhas travadas dentro de mim.
Mas ali estava eu —
um homem ferido pelo tempo,
mas ainda de pé.


Não porque era fácil suportar,
mas porque havia algo em mim
que a dor nunca conseguiu destruir.

A mim eu ofereço apenas uma "," para poder continuar escrevendo a minha história!

Minha dança Hinokami Kagura não é mais com a katana, mas com o lápis e o papel. E, nesta dança, não existe inimigo capaz de me parar.

O Preço do Erro


Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.


Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora ovento deste espaço até o fim.


Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido,
E chamo de solitude este tormento.


Já não me importa andar pelo caminho
Sem amor, sem esperança e sem abrigo;
Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.




_KANGAL