Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Com a tinta da caneta
dos amores impossíveis
sob a luz da inefável Lua
por nós dois eu escrevo
em entrega devocional
como quem faz um ritual.
Faz-se mister no teu
corpo forte ser a desejável
fuga do mundo em chamas,
por isso espero sem hora,
data, obrigação de nada,
e certa de que fixei morada.
Por engenho do destino
em nome do sutil enredo
feito de amor sem medo
em acordo com o Universo
tenho como joalheria
os signos do Hemisfério.
Tornei-me a Nebulosa do Véu
onde só podemos contar
com o roçar das perseidas,
vivo guardando estrelas
para os caminhos nunca
mais serem desencontrados.
Não tem feito
diferença entre
o dia e a noite,
o importante
é que eu canto,
acendo a luz
das estrelas e da Lua
esperando algum
dia ser só tua,...
A vida não está
fácil para mim,
para você
e para ninguém,
o importante
mesmo distantes
sabemos que
a gente se tem;
Na hora certa
eu sei que tu vens
quando menos
a gente esperar
tudo o quê há
de se encaixar,
vai encontrar
o seu devido lugar.
A tua energia
de telhado
sob medida
que movida
a luz solar
tem feito
todo o dia
o mundo girar,
És todo meu
e o destino
não há de negar,
o amor está
a galope
e no caminho,
Não será
preciso
me esforçar,
Você virá
me encontrar,
Porque
o teu coração
me elegeu;
Tua a sonhar
esperando
o sono chegar
para viver
o sonho teu
de ser meu,
E até você
chegar para ficar,
quando anoitece
prefiro apagar
as luzes,
para olhar
das janelas
da casa
a Lua
e as estrelas
para ver
o tempo passar.
Como quem desenha
estrelas porque luz
no final do túnel não há,
Sigo rastros da escuridão
do que leio e escuto,
A agonia se arrasta
com seus cravos profundos.
Por saber que não tenho
a mesma fibra de Anita,
Busco elevar a poesia
no altar da Pátria Grande
pelos paisanos e fardados
(presos de consciência)
que merecem ser libertados.
A noite caiu, o dia não raiou,
a Casa dos Sonhos cruzou
fronteiras e fixou moradia
nas minhas insônias,
Nunca mais fui a mesma
e como quem reza ainda
peço a liberdade do General
e de uma tropa inteira,
Não consigo tirar a greve
de fome do número um
nenhum minuto da cabeça.
Do imutável Sol da Venezuela
que nasce no Esequibo,
A luz da fé eu tiro a esperança
para dançar,
Porque vencer o ressentimento
leva tempo,
Quem dera o Carlos Lanz
eu pudesse ajudar a procurar.
O Império levou o diplomata,
é sabido que não há
interesse em ajudar em nada.
Do velho tupamaro esquecido
não me esqueço que
ele é mais um preso político
vítima de absurdo e sadismo.
Por causa General preso
injustamente por pensar
diferente e da tropa igualmente,
não consigo parar nenhum
minuto de por cada
um deles me preocupar.
A luz da Lua
daqui do interior,
faz lembrar o quanto
é grande o nosso amor;
podem até fazer magia,
podem até jogar feitiço,
o nosso amor é grande,
é maior do que tudo isso...
A luz da Lua iluminou
o nosso amor,
não sei quem primeiro se insinuou,
está tudo certo, faz parte
do que é o amor,
o nosso amor é grande,
o cupido nos flechou.
A luz da Lua refletida
no teu olhar,
faz aumentar as malícias
de amar,
não resisto, eu me entrego,
o nosso amor é grande,
o nosso amor é sincero.
A luz da Lua nos seduziu,
não sei se fui eu ou você
que nos atraiu,
não importa, o amor ditou a hora,
não importa se algum
dos corações sofreu um dia,
o nosso amor é grande,
chegou a hora de amar,
o nosso amor não tem segredo,
chegou a hora de começar...
Indomável é o mar de resistência,
Verdadeiro reencontro da alma,
Incrível é a luz da [lembrança]...,
Relembro, respiro e me emociono;
Exilo o teu nome dos meus versos,
Assim assumo que sinto a tua falta.
Memorável é a nossa história,
Sublime convivência em paz,
Perpétua é a minha [presença]...,
Relembra, respira e se emociona;
Sente a minha ausência poética,
Assim convive com a tua dialética.
Amando-me intensamente calado,
Sofrendo todas as dores do [mundo,
Sou a flor que falta no teu canteiro,
Doendo lateja o teu [corpo,
Respirando a minha poesia,
Preenchendo o vazio das tuas horas,
Procurando-me até em desculpas
Só para eu não caber dentro do teu peito.
Pude observar a [dança]
- do sol e do luar -
No oceano de amar,
Para seguir a luz
De quem me ama...,
E de mim nunca se cansa.
Destarte, posso tanto,
- em segredo -
Sagrado com afeto,
Espalhar este canto.
Pude passar a tarde
- de sol e luar -
A observar o mar,
Imaginando você em cena,
Ditando poesia suave,
E um sussurrar com [arte].
Evidente, nesta poesia
- intimista -
A deslizar nas areias
Palmilhando as conchas,
Para tomares conta,
E para quando abraçares:
- Roubares o meu beijo
Deslizando no canteiro
Escrevendo poesias boêmias
Com as pétalas das gardênias.
O teu sorriso aceso tem a luz
Das estrelas acesas do céu,
O meu destino escreveu
Nos canteiros mais coloridos,
O meu coração nunca esqueceu
Das luzes da ribalta avistadas da barca;
Ah, essa primavera que não passa!
O teu nome é sinal de pura censura
No mundo das pessoas perfeitas,
O meu peito arde de tanta loucura
No arder das plenas reminiscências.
O teu perfume ao vento paira
Com a força de um vero jasmineiro,
O verso que arranquei para ti
Foi do mais lírico [canteiro...,
O manancial deste substantivo
Tão abstrato e dolorido
Que bate no peito como concreto;
E para alguns é como canto secreto.
O teu nome é sinônimo de ausência de luz
No mundo ninguém sabe como surgiu,
O meu caminho para ti me conduz
No passo do tamanho do céu de anil.
Desta culpa sou ré confessa:
- Por ti morro de saudades
Sei que vou acabar enlouquecendo;
Com o peito que vive a bater forte,
Ele está sempre por ti doendo...
Deste Sol que não se apaga:
- Por ti escrevo versos de saudades
Sei que vou acabar sozinha,
Com o peito estrelado em versos,
Que para este mundo está se descrevendo.
Claríssima luz de Nosso Senhor,
Carinhosa Mãe do meu amor.
Carrego-te com todo candor,
Clariana oferenda assim eu sou.
Jardineira da devoção,
Cada vez que oro o ofício,
Bate forte o meu coração,
Numa clariana forte canção.
Carrego-te com doce louvor,
Carinhosa Filha do Senhor,
Claríssima luz em esplendor,
Clariana nasci, eu sou o que sou.
Orando no paraíso terrestre,
Persisto num mundo celeste,
Não desisto, persisto e insisto
Na oração eu encontro o sentido.
Caminhando pelo mundo sou peregrina,
Nada me prende, tenho o Deus da vida.
Caminhando pelo mundo sigo infinita
- semeando
A Palavra, a Verdade e a Vida.
No meio das brumas irrompeu-se
a mais bela luz que se tem notícia,
No teu sorriso encontrei a primeira
- folia -
E a mais bela e estonteante primícia
feita de rosa, cores e toda a poesia.
No teu olhar feito de verde oceano,
eu encontrei o amor sem engano:
verdadeiro, indivisível e primeiro
És a minha alvorada e o meu poente
- perfeito -
Nas texturas, misturas e virtudes,
- incomparáveis
Feita de Sol, Lua e todo o Universo
o amor primeiro, dileto e correto,
Cheio de emoção e todos os sabores;
És Mãe, o maior de todos os amores.
No seio das ternuras iluminou-me
a mais linda de todas as paciências,
Ainda lhe devo todas as obediências
- reconhecidas -
E uma obstinação de fazer da vida
um arauto de todas as reverências
- Merecidas! -
A mesma luz que cega o perverso ilumina o caminho do justo; a mesma dor que consome um, constrói o outro.
JOÃO 8:12
"Falando novamente ao povo, Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida".
Em meio dessa tormenta a uma luz
Ela se chama Jesus
Olhando no fundo
dos olhos dançando
mazurca juntos
sob a luz da Lua,
Sentindo quentura
do amor e do desejo,
Sonho inabalável,
Poesia, paixão e doçura
que não cabem na coreografia.
O teu olhar brilha mais
do que a lenda da Luz da Bota,
Ele me põe de maneira
fervorosa cada vez mais curiosa,
Todos os dias escrevo um
novo poema com uma esperança
amorosa de receber o teu
coração com entrega amorosa.
Se é algum tesouro
ou são fantasmas,
A misteriosa luz
da Capela nunca
foi desvendada,
Não soube de mais nada.
Buscando ler o futuro
nosso nas estrelas,
descobrir nada novo
sob a luz da Lua Nova,
sei que ainda há muito
nesta vida por fazer,
não deixando esquecer
quem pela consciência
correu o risco de deixar
nesta terra se prender.
O quê tem me levado
todo dia para você
talvez nem o Zodíaco
saiba explicar,
o antigo disco de vinil
coloquei baixinho
aqui na sala para tocar.
Correndo na estrada
rumo ao desconhecido,
mergulho no espelho
e o teu coração não
conhece mais perigo;
o ritmo do teu peito
Messier 77 que me tira
a distância para dançar,
doce oceano de amor,
és meu inequívoco lugar.
O direito a livre opinião sob a luz da Constituição é garantido, não praticar no anonimato e não violar nada no que condiz a liberdade de expressão, não dá o direito de ser alvo de intimidações por parte de quem quer que seja.
Discordar é uma coisa, fazer ciberbullying é outra. Colocar o pé na realidade é uma urgência.
O Maquilíshuat sob
a luz Lua além da data
festiva de San Antonio Abad
abriga cada nossa alegria.
Nossos bailes de máscaras
e tantas outras festas sob
o Maquilíshuat me pertencem
e de mim nunca mais saem.
E quando por dentro florescer
parecendo igual um irá me ver
e facilmente doce irá se abrigar.
Falta pouco para se arrumar
por dentro e vir morar em mim
com todo o amoroso sentimento.
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