Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Tu és a luz do meu ser
A razão do meu viver
Por muito tempo me perguntei o por que da minha existência
E então achei você como minha residência
Meu amor por ti é um marco eterno
E por isso não será supérfluo
Por favor, que seja recíproco
Para que o meu amor esteja contigo
Não sei se somos como mar e vento
E eu ainda não entendo seu encantamento
Por que faz tanto efeito assim?
Por que jogaste justo em mim?
Tenho um caminhão de pensamentos dentro da minha cabeça
E isso dói à beça
Não consigo dormir sem acordar na madrugada
Apenas aguardo por sua “chegada”
Estás fazendo um teste em minha pessoa?
Minha cabeça “voa”
Por que dói tanto quando você some pela névoa?
Você disse que me amava
No final, não era verdade o que você afirmava
Na imensa escuridão da noite chuvosa
Eu fico mais e mais ansiosa
Talvez eu esteja apaixonada por alguém que eu mesma criei, não sei
Mas nunca esquecerei quem eu amei
lembrarei por toda eternidade
Mesmo que eu tenha de usar minha criatividade
Lembrarei de sua personalidade
Já que eu nunca parei de te amar
Eu não sou o mar
E não é por isso que vou parar de me declarar
Suas juras são aquelas que eu não consigo encarar
Preciso te esquecer
Para continuar a “viver” ou sobreviver
“Eu te amo”
A chuva que eu derramo
Desceu até o chão e então acabou
Junto do coração que você roubou
Minha história.
Era inverno naquele julho
A luz era do candeeiro
A bóia carreteiro
De charque ovelha e farinha
A benzedeira, também rainha
Das casa de tolerância
Nas campanha de importância
Pelo ofício de parteira
Foi ali pela soleira
Daquele bordel campeiro
Que vi a luz por primeiro
Na minha chegada ao mundo
Num pelego lanudo
Tapado por um xergão
Nascia na Solidão
Pros lado da Santa Vitória
Donde por vez a memória
Me vêm do inconsciente
A origem de um vivente
Se faz a vida e a história
Trapos e retalhos
assustado com a luz cavei minha própria cova em frente aos portões do inferno
o jardim de cristal iluminou-me por um breve tempo dando-me esperanças de redenção e ressurreição
até que novamente entorpeci-me no adormecer das madrugadas mórbidas
gritando dores solitárias minha alma geme sem causar comoção as Flores
quando fugi de mim mesmo pus-te em fuga de si mesma, e, nos perdemos a não nos encontrarmos
não há perdão no meu julgamento onde recebi condenação sem ser ouvido e minha pena mais dolorosa é saber seus gemidos por um partir que nunca houve
a doce lembrança do sorriso de suas palavras de outrora embaçam em lagrimas a memória do caminho sonhado um dia percorrermos
na minha morte almejo sua face, face a face um sussurro a dizer que te Amo e nunca sequer cogitei lhe deixar
a lua ergue-se em meio a sombras sedutoras contemplando minhas dores em mil pedaços costurando-se em trapos e retalhos em decomposição daquilo que um dia fui
gemidos anuciam uma dolorosa busca de um iminente e último suspiro..
"Durante a noite, sob a luz da lua minha imaginação enriquece, meus sonhos expandem, minha paixão fica aguçada e minhas dores desvanecem"
❤ (hoje se 'comemora' o dia dos filhos)
Filho...
Corpo de meu corpo, luz da minha luz.
Te carrego no coração, nos braços, no colo... pela mão.
A vida toda estás em mim!
... e quando a 'primavera' do tempo, em meu jardim chegar,
e meu corpo - o teu - não tiver consciência de carregar,
serás então, 'mãe de tua mãe',
e no teu colo, enfim, irei me aconchegar,
... e adormecer feliz!
LuAndrade*
A luz do vento
Eu estava no meu quarto, organizando alguns papéis da minha bancada,
Até que sutilmente um vento quase forte e gelado veio ao meu rosto.
Passei alguns segundos aproveitando aquela brisa tão pacífica que milagrosamente veio na direção exata de meu rosto,
Até que vagarosamente andei até a janela, e coloquei meu rosto bem na frente dela.
A brisa ficou levemente mais forte,
E através da janela fiquei olhando minha rua tão melancólica,
As árvores balançando, o silêncio, e um único garotinho andando de bicicleta contra o vento
E sem perceber, uma lágrima escorreu do meu rosto.
Eu fechei os olhos e senti escorrer,
Senti a lágrima gelada sendo arrastada para o canto do meu rosto pelo vento tão dramático,
E assim fiquei.
E aos poucos, minha alma pesada foi ficando leve
Leve
Tão leve,
Que eu flutuei.
O vento me deitou no ar sem me perguntar
E eu deixei.
Eu abri os olhos
Voltei o rosto para cima
E nas nuvens estava escrito:
"Você está pronta".
De uma janela desvendando a cortina de minha, saudades…
Aquela luz parecia, o brilho do céu…
Aquele brilho parecia, o raio do sol… Provado foi!
Que a luz tinha gosto do lindo dia de Natal.
E o brilho, era das saudades dos natais que já passei.
Verdade seja dita, defeito meu ter acreditado na luz do Sol, que traiu minha presença com a luz da morte.
Em Um espelho qualquer,eu chego devagar porem com medo do que verei vejo as sombras e Luz da minha vida mas ao mesmo tempo vejo o que eu tento ser, Um Fantasma.
Quero transbordar no teu mel, meu afago, minha alegria, luz que irradia minha manhã.
Beleza que elabora os sonhos de agora e os que logo virão.
Tu és meu dó,re, mi da vida e o fá, sol, lá si da minha emoção.
Danço contigo pelas notas mais lindas , tua orquestra é bonita, toca os ritmos mais intensos e profundos de um coração…
Obrigada, palavra é gratidão
Te amo Deus
A última luz que se apaga
É a última lágrima que cai
Meu coração só bate por ti
E farei da minha respiração
A combustão para a felicidade
Eu vou te amar
Até o mar secar
Até o infinito contar
Até o sol se apagar...
Solidão
De certa forma gosto da minha solidão
toda luz tem sua metade sombria ,
nada passa aos olhos sem percepção
no meu silêncio recolho sabedoria
Sei pouco ....
não há como concluir sem pensar
como não há poesia sem mistério
Sem alardes ... as ausências viram
uma saudade pungente de tudo
costume das melhores solidões ...
este é o alimento dos meus poemas .
Valéria Garcia .
Uma luz
Deixo minha luz brilhar
E dou permissão aos outro para fazer o mesmo
Dentro de mim, há luz e trevas
Mas apenas escolho brilhar
O ódio não expulsa o ódio
Mas o amor me ajuda a fazer isso
Tem uma luz em meu caminho
Sinto uma paz em meu ser
Ascendo minha própria luz
Não sou reflexo da luz alheia
Às vezes faço como as velas
Sacrifico-me para dar luz aos outros
Minha luz exterior anda sem tropeçar
Minha luz interior caminha sem medo de viver
A luz do sol me contagia
A luz nos meus olhos fala mais que palavras
O meu sorriso emana a luz do meu coração
Na escuridão, eu procuro uma luz
A inveja e a incompetência dos outros
Não apagam minha alegria
Cada luz que se apaga em meu caminho
Sempre há outra que se ascende
E o que me guia é a luz divina
A MAGIA DE TEUS OLHOS
Envoltos em fitas eu guardei teus olhos,
fachos de luz, minha prisão permanente,
a me enfeitiçar com suas meninas divas,
gaiolas perigosas e concupiscentes.
Os teus luzeiros seguem-me pelo destino,
e os apaixonados e servis dos olhos meus
quedam-se arrebatados pelo abrasamento
que brota sôfrego das celas dos teus.
Em vão, pelejo pra me libertar destes elos
que me prendem neste cárcere de fascínio;
porém, o brasume dos teus olhos ordenam
que eu não me perca dos teus meninos.
Teus archotes estão nas árvores, nas águas,
nas vias, nas cores, na luz e no firmamento.
Tudo em volta converge em teus lumaréus,
guardas negros de meus pensamentos.
Os teus intrépidos meninos me perseguem,
como os brilhantes faróis miram o alto mar,
bailando, em meio aos abruptos rochedos,
para as débeis naus poderem guiar.
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