Voce a Luz do meu Viver
"Um pedido eu faço a DEUS todos os dias: SENHOR seja exatamente o DEUS de Malaquias 3:10 na minha vida e me ajude a ser exatamente o oposto do que naturalmente eu sou!"
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
“(...) não queremos apenas ser compreendidos [...], mas igualmente não ser compreendidos. De forma alguma constitui objeção a um livro o fato de alguma pessoa achá-lo incompreensível: talvez isso estivesse justamente na intenção do autor – ele não queria ser compreendido por “uma pessoa”. Todo espírito e gosto mais nobre, quando deseja comunicar-se, escolhe também os seus ouvintes; ao escolhê-los traça de igual modo a sua barreira contra “os outros...!”
" ... Na sociedade, que é a humanidade no espaço e na história, que é a humanidade no tempo, há bacilos e toxinas de forma humana que o olhar das gerações não descobre, que o olhar dos historiadores ignora, ou muitas vezes, finge ignorar, mas cuja existência não é um mistério para o bacteriologista da sociedade e da história..."
Em nosso dia a dia somos rodeadas de cores. A natu- reza com seu pincel e sua tela vai colorindo as nossas vidas! No final da tarde, ela pega o seu pincel e nos deixa fascina- das com o por do sol, incrivelmente alaranjado no cair da tarde. (Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Colorindo a Vida")
A maior conquista que um homem pode adquirir na vida é a superação de suas limitações.
A maior riqueza que um homem pode conquistar em vida são as virtudes.
Ele, um jogador
Que apostou tudo no amor,
Acabou em um sallon
Ao som de John Coltrane.
Ela, cartomante,
Com pinta de farsante,
Pede outra dose
E brinda a má sorte.
Enquanto ele embaralha
As cartas no balcão,
Ela faz leituras
De mãos no saguão.
Os dois nem imaginam
O que o futuro lhes reserva:
O mago, o enforcado, a morte e o ermitão.
Crédito à cama
Nós nunca somos tão virtuosos como quando estamos doentes. Algum um homem doente já foi tentado pela cobiça ou luxúria? Ele não é um escravo de suas paixões nem de suas ambições com a profissão; ele não se importa com a riqueza e se contenta com o pouco que tem, sabendo ainda que pode perdê-lo. É, então, que ele se lembra dos deuses e percebe que é mortal: ele não sente nenhuma inveja, admiração, nem desprezo de qualquer homem: nem mesmo uma conversa insultuosa pode prender a sua atenção ou dar-lhe estímulo para o pensamento, e seus sonhos são todos de banhos e primaveras amenas. Estes são sua única preocupação, o objeto de todas as suas orações, enquanto ele resolve que, se tiver a sorte de se recuperar, vai levar uma vida sóbria e simples no futuro, isto é, uma vida de inocência feliz.
Então, aqui para a nossa orientação, é a regra aquilo que os filósofos buscam expressar em palavras e textos intermináveis: na saúde, devemos continuar a ser os homens que prometemos nos tornar quando a doença levou as nossas palavras.
"Amo o que admiro,o que me faz sorrir,o que me faz ser melhor,o que me faz chorar e por fim,o que me traz alegria de viver."
Infelizmente a infancia não é eterna, mas pode-se imaginar outras vidas em outros morros, cheios de flores e crianças a levitar em asas, com sorrisos a circular o perfume das flores. Refazer, refazendo e partindo para outros lugares. Refazer o eu. Quem sabe seres que renascem?Quem sabe seres que nunca morreram dentro de nós? Quantos vivos por lá passarão? Ora, basta um clique de memória, e tudo girará,girará, girará...
Essa é uma linguagem ampla: a vida é a rota para a morte. Poderá ser interrompida na criação dos sonhos, das fronteiras. O morro tem duplicidade mórfica: é substantivo ou verbo?
Marco Aurelio Santos.
Conhecido como,Marco Aurelio roteirista. Nascido em 30 de Abril de 1969. Cidade de São Paulo e criado no jardim Zilda,Sabiá,Varginha,região do Grajaú.Locutor de rádio fm local quando fez sucesso com o programa : UTILIDADE PUBLICA, ( Espacial fm, Nova Brasil fm e Onda fm ). Teve três casamentos e seis filhos. Mauricio, Maria Helena,Maria Ana, Thamires,Isabela e Yasmim, filha de sua esposa a modelo e atriz, Juliana Almeida Bastos.Participante do filme, CIPRIANA GÓTICA, de Lala Lopes e o diretor Claudio de Andrade. Filho de Maria Ana,(a dona Lúcia),colaboradora do jornal folha Machadense, Marco Aurelio é roteirista de cinema e televisão, dramaturgo e autor de vários projetos para longa metragem e sinopses de novela assinados por ele ainda aguardando produção. Começou sua carreira escrevendo para os personagens de Ely Barbosa,(1984),revistas publicadas pela editora Abril. Pouco antes havia abandonado a carreira de desenhista publicitário em 1983.Foi figurino do primeiro clipe da falecida cantora, Cassia Eller e escreveu pegadinhas para programas de tv nos anos noventa quando ainda atuava como também locutor. O maior problema de Marco Aurelio é a Trombose em sua perna. Doença que teve a os oito anos de idade sofre até hoje com 44 anos. Com a morte de Ely Barbosa, irmão do novelista, Benedito Ruy Barbosa,Marco Aurelio, passou a escrever para cinema se juntando com sua companheira Juliana, que atua como atriz.
Todo o crescimento das últimas décadas - e para além delas - se deu em benefício dos que estão no topo.
Contundo, segundo um estudo, as pessoas famosas são as que tendem a ser as mais narcisistas. Em 2006, Dew Pinsky e Mark S. Young publicaram os resultados dos testes de NPI de duzentas celebridades de todos os segmentos da indústria de entretenimento. ´Eles mostraram que o narcisismo não é um subproduto da celebridade, mas uma força original motivadora que leva as pessoas a se tornarem celebridades’, escreveram os autores em The Mirror Effect. Em outras palavras, muitos dos principais representantes da nossa cultura dominante podem ter personalidades seriamente disfuncionais.
brancadependência é ter ignorância, intolerância e antipatia pelas injustiças econômicas, sociais e históricas contra afrodescendentes.
Tu tinhas tudo o que todo mundo quer, mas preferiste perder por uma aventura. Atrasaste minha vida, meus planos, meu futuro e enquanto fazias isto, sorrias como se eu fosse importante, como se tivesses medo de me perder, como se me amasses. Mas eu fui apenas mais um na tua estante de corações colecionáveis.
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