Voce a Luz do meu Viver

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Essa foi a minha escolha. Não chore muito. Não se culpe por muito tempo, mas nunca se esqueça do que aconteceu.

Dizem que, quando as metades se encontram, há um entendimento tácito. Uma harmonia. É impossível ser mais feliz que isso.

Quando olho para as mais belas flores, lembro da sua beleza e do seu sorriso. Elas me fazem enxergar a pessoa mais linda e preciosa da minha vida: você! Que faz de mim a pessoa mais feliz do mundo pelo simples fato de existir em minha vida!

Ser você é ser único(a). Sem tentar se mostrar ser quem você não é.

" E não gosto de você, eu Te Amo."
"Entenda que gostar é muito diferente Amar."

A nitidez é uma conveniente distribuição de luz e sombra.

Muita luz deslumbra a vista, muita ciência confunde o entendimento.

É um império
essa luz que se apaga
ou um vaga-lume?

apaga a luz
antes de amanhecer
um vagalume

E cintila a chama nos olhos da gente nova, mas nos olhar dos velhos, divisa-se a luz.

Os camaleões alimentam-se de luz e de água: / O alimento dos poetas é o amor e a fama.

Um jardim faz-se de luz e sons - as plantas são coadjuvantes.

Quando o homem fala da eternidade, é como o cego que fala da luz.

Muita luz é como muita sombra: não deixa ver.

O sol pode-se pôr e renascer; / para nós, quando a breve luz se apaga, / resta uma única eterna noite para dormir.

sombra da luz
na lua e na rua
alvo do lago

Toda a vantagem obtida no passado é julgada à luz do resultado final.

Os Sapos

Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- "Meu pai foi à guerra!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".

O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado.

Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.

O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoantes de apoio.

Vai por cinquüenta anos
Que lhes dei a norma:
Reduzi sem danos
A fôrmas a forma.

Clame a saparia
Em críticas céticas:
Não há mais poesia,
Mas há artes poéticas..."

Urra o sapo-boi:
- "Meu pai foi rei!"- "Foi!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".

Brada em um assomo
O sapo-tanoeiro:
- A grande arte é como
Lavor de joalheiro.

Ou bem de estatuário.
Tudo quanto é belo,
Tudo quanto é vário,
Canta no martelo".

Outros, sapos-pipas
(Um mal em si cabe),
Falam pelas tripas,
- "Sei!" - "Não sabe!" - "Sabe!".

Longe dessa grita,
Lá onde mais densa
A noite infinita
Veste a sombra imensa;

Lá, fugido ao mundo,
Sem glória, sem fé,
No perau profundo
E solitário, é

Que soluças tu,
Transido de frio,
Sapo-cururu
Da beira do rio...

Manuel Bandeira
BANDEIRA, M. Carnaval, 1919

O amor que enlouquece e permite que se abram intercadências de luz no espírito, para que a saudade rebrilhe na escuridão da demência, é incomparavelmente mais funesto que o amor fulminante.

Ampara e ajuda a todos, desde a criança desvalida, necessitada de arrimo e luz para o coração, até o peregrino sem teto, hóspede errante das árvores do caminho.