Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o bastante para uma palavra me ressuscitar.

Tudo o que não puder contar como fez, não faça!

Mente é casa que não tem paredes, mas nos acostumamos a viver como se tivesse. E, não é raro, passamos temporadas no cômodo mais apertado.

A justiça cobre a terra como a água cobre o mar. Eu não quero o sucesso, o sucesso não me diz nada. Muitas pessoas têm sucesso mas vivem como mortos!

Às vezes uma ou duas palavras amáveis são suficientes para ajudar alguém a desabrochar como uma flor.

Alice: Como você sabe que eu sou louca?
Gato: Só pode ser. Se não,não teria vindo pra cá.

Não trato como prioridade quem me trata como opção. Pessoas especiais têm atitudes especiais.

Como posso querer que meus amigos entendam as coisas loucas que passam pela minha cabeça, se eu mesmo, não entendo?

Somos livres como girassóis de Van Gogh.

Seja como a água que passa por entre as fendas.

Seja sempre forte, não como as ondas que tudo destroem, mas sim como as rochas que tudo suportam.

Pensa como pensam os sábios, mas fala como falam as pessoas simples.

Você é como uma reunião de chocolate
Tem talento, tem prestígio...
Vale mais que ouro branco,
Brilha mais que diamante negro,
E quem tem sua amizade pede bis!

Esperar por você é como esperar a chuva nessa seca: inútil e decepcionante!

O amor não correspondido é como cativeiro: sem água, sem comida e sem visita. E você só lembra de quem te aprisionou. É o pior amor!

“Falta imaginação à maioria das pessoas supostamente valentes. É como se não pudessem conceber o que aconteceria se alguma coisa saísse mal. Os verdadeiros valentes vencem a sua imaginação e fazem o que devem fazer.”

Os sonhos são como os deuses. Se não se acredita neles, eles deixam de existir.

Como todos os sonhadores confundi o desencanto com a verdade!

Pois o que você ouve e vê depende do lugar em que se coloca, como depende também de quem você é.

C. S. Lewis
O sobrinho do mago. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

Lembrai, lembrai do cinco de novembro
A pólvora, a traição, o ardil
Por isso não vejo como esquecer
Uma traição de pólvora tão vil