Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Salmo 13
1 Até quando, Senhor? Para sempre te esquecerás de mim? Até quando esconderás de mim o teu rosto?
2 Até quando terei inquietações e tristeza no coração dia após dia? Até quando o meu inimigo triunfará sobre mim?
3 Olha para mim e responde, Senhor, meu Deus. Ilumina os meus olhos, ou do contrário dormirei o sono da morte;
4 os meus inimigos dirão: "Eu o venci", e os meus adversários festejarão o meu fracasso.
5 Eu, porém, confio em teu amor; o meu coração exulta em tua salvação.
6 Quero cantar ao Senhor pelo bem que me tem feito.
Os mais pobres suportavam o despotismo francês até que ficou insustentável a situação dos miseráveis e estes viram na revolução a única forma de melhorarem de vida.
Salmo 69
1 Salva-me, ó Deus!, pois as águas subiram até o meu pescoço.
2 Nas profundezas lamacentas eu me afundo; não tenho onde firmar os pés. Entrei em águas profundas; as correntezas me arrastam.
3 Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam
de tanto esperar pelo meu Deus.
4 Os que sem razão me odeiam são mais do que os fios de cabelo da minha cabeça; muitos são os que me prejudicam sem motivo; muitos, os que procuram destruir-me. Sou forçado a devolver o que não roubei.
5 Tu bem sabes como fui insensato, ó Deus; a minha culpa não te é encoberta.
6 Não se decepcionem por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, Senhor dos Exércitos! Não se frustrem por minha causa os que te buscam, ó Deus de Israel!
7 Pois por amor a ti suporto zombaria, e a vergonha cobre-me o rosto.
8 Sou um estrangeiro para os meus irmãos, um estranho até para os filhos da minha mãe;
9 pois o zelo pela tua casa me consome, e os insultos daqueles que te insultam
caem sobre mim.
10 Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria;
11 quando ponho vestes de lamento, sou objeto de chacota.
12 Os que se ajuntam na praça falam de mim, e sou a canção dos bêbados.
13 Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração; responde-me, por teu grande amor, ó Deus, com a tua salvação infalível!
14 Tira-me do atoleiro, não me deixes afundar; liberta-me dos que me odeiam
e das águas profundas.
15 Não permitas que as correntezas me arrastem nem que as profundezas me engulam, nem que a cova feche sobre mim a sua boca!
16 Responde-me, Senhor, pela bondade do teu amor; por tua grande misericórdia, volta-te para mim.
17 Não escondas do teu servo a tua face; responde-me depressa, pois estou em perigo.
18 Aproxima-te e resgata-me; livra-me por causa dos meus inimigos.
19 Tu bem sabes como sofro zombaria, humilhação e vergonha; conheces todos os meus adversários.
20 A zombaria partiu-me o coração; estou em desespero! Supliquei por socorro, nada recebi; por consoladores, e a ninguém encontrei.
21 Puseram fel na minha comida e para matar-me a sede deram-me vinagre.
22 Que a mesa deles se lhes transforme em laço; torne-se retribuição e armadilha.
23 Que se lhe escureçam os olhos para que não consigam ver; faze-lhes tremer o corpo sem parar.
24 Despeja sobre eles a tua ira; que o teu furor ardente os alcance.
25 Fique deserto o lugar deles; não haja ninguém que habite nas suas tendas.
26 Pois perseguem aqueles que tu feres e comentam a dor daqueles a quem castigas.
27 Acrescenta-lhes pecado sobre pecado; não os deixes alcançar a tua justiça.
28 Sejam eles tirados do livro da vida e não sejam incluídos no rol dos justos.
29 Grande é a minha aflição e a minha dor! Proteja-me, ó Deus, a tua salvação!
30 Louvarei o nome de Deus com cânticos e proclamarei sua grandeza com ações de graças;
31 isso agradará o Senhor mais do que bois, mais do que touros com seus chifres e cascos.
32 Os necessitados o verão e se alegrarão; a vocês que buscam a Deus, vida ao seu coração!
33 O Senhor ouve o pobre e não despreza o seu povo aprisionado.
34 Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo o que neles se move,
35 pois Deus salvará Sião e reconstruirá as cidades de Judá. Então o povo ali viverá e tomará posse da terra;
36 a descendência dos seus servos a herdará, e nela habitarão os que amam o seu nome.
Mulheres tímidas sempre me atraíram, mas ultimamente só atraio quem quer me dar até a senha do cartão.
Hoje eu me sinto bem, posso dizer até que muito bem. Ainda bem que nada é pra sempre, e que assim como o café o sentimento também esfria. Não canso de pensar e repeti pra mim mesma: "tudo séria tão mais fácil se eu não sentisse tanto.." (rs) realmente, o preço que eu pago por me entregar e por sentir demais não é nada fácil... Mas essa sou eu. Essa é minha essência. Sim, o amor, amar é minha essência. Sem querer me gabar, mas quando eu amo, eu amo mesmo! Quando eu gosto eu gosto pra valer! Pra mim amar é maravilhoso, é como flutuar, tudo muda de cor, tudo fica mais colorido. O problema mesmo é entregar há uma pessoa algo que eu nunca entreguei para ninguém. Me doar bem mais do que já me doou. E saber que tem uma grande possibilidade de eu sair machucada dessa história. É medo de ir aonde eu nunca fui. Medo do futuro, e do que ele pode trazer.
“Não importa quanto tempo eu tenha que esperar, nunca vou desistir faço isso até hoje e sempre irei fazer, porquê sei que a caminhada é longa mas a vitória e certa".
Salmo 110
1 O Senhor disse ao meu Senhor: "Senta-te à minha direita até que eu faça dos teus inimigos um estrado para os teus pés".
2 O Senhor estenderá o cetro de teu poder desde Sião, e dominarás sobre os teus inimigos!
3 Quando convocares as tuas tropas, o teu povo se apresentará voluntariamente.
Trajando vestes santas, desde o romper da alvorada os teus jovens virão como o orvalho.
4 O Senhor jurou e não se arrependerá: "Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque".
5 O Senhor está à tua direita; ele esmagará reis no dia da sua ira.
6 Julgará as nações, amontoando os mortos e esmagando governantes em toda a extensão da terra.
7 No caminho beberá de um ribeiro, e então erguerá a cabeça.
"Quem te ama realmente aprende a amar até mesmo seus defeitos e admirar cada dia mais suas qualidades."
—By Coelhinha
AGONIA
Em tempos bons cavalguei sem agonia
As flores me levavam até o sol sem maresia
Cantavam comigo as pelejas das simplicidades
Me fazia feliz mesmo de pés descalçados
Em galopes, meu cavalo e meu alforje,
sustentavam-me nestas viagens de outrora
As águas banhavam-me rio afora,
quando a quentura abrasava meus pés
Enquanto os gados saltitavam fazenda afora,
Os homens laçavam com prazer suas crias
E os notáveis calos nas mãos os envaideciam
Sem se preocuparem com as vaidades do outro dia
Hoje em agonia o corpo e a alma se angustiam
Um vazio espaçoso e espantoso os abraçam
A tecnologia roubou todo nosso espaço
Ficamos deveras sem nada.
Cabeça dura vai batendo até estrangular-se
Porque não soube somar e nem tampouco diminuir
Esfregou-se, lambuzou e se estacou aqui, sem ter aonde ir
eu vou estar aqui sempre mais o destino eu desconheço não sei até quando esse sempre possa ser sempre e tambem se esse sempre existir não sei como estarei vivendo esse sempre!
Os sábios soterram os enganos da vida
Exterminando-os até desvanecerem
Entre mortos e feridos
Há salva-vidas em todo oceano
Eternamente amei-te até o juízo final
Suas garras foram se alinhando
E se descodificando em contradições
Tudo que te faz mal, certamente morre.
Tempo, senhor dos destinos.
Memória se tem ,até o último suspiro
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