Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Paixão
São sentimentos que o coração clama
E a gente fica sonhando com quem ama
E por vezes sentimos o cheiro do ser amado
Aquele cheirinho que embriaga e enlouquece…
E penetra em nosso corpo inteiro
A boca quer romper barreiras
Para a outra boca encontrar; num beijo…
Louco e abrasador
Nesse instante o coração bate forte e…
Sem que percebamos o seu descompasso
Não há como definir tal emoção
É um sentimento que envolve o nosso ser
Sem explicação e sem permição
É um bichinho que vai corroendo lentamente
E quando vemos já levou tudo de nós
Desta forma já fez um estrago…
No indefezo coração…
É um querer que não vê barreiras
Enlouquecido invade a alm e dilacera o peito
Queima, explode como um vulcão
Transforma vidas, meche com o emocional
Como enteder? Não há palavras…
Entenda com os olhos do coração.
Isso se chama Paixão!

Amor, eu não entendo isso!
Você está mudando eu não suporto isso
Meu coração não pode suportar esse dano
E do jeito que me sinto, não posso suportar isso

Sabe o tempo? Então, ele não cura tudo. Na verdade ele não cura nada. O que cura coração partido é se apaixonar. De novo.

Isabela Freitas

Nota: Partilhado pela autora nas redes sociais

Ela quer carregar o mundo. Nos braços, nas costas, no bolso, no coração. Não importa o peso, ela aceita o desafio. Tem pressa, tem sede, mil idéias e ideais. Faz planos, mas, impulsiva, fica na expectativa do "grand finale" e se atrapalha. Ainda assim, ela continua. Tropeça, aprende e recomeça. Ela quer conhecimento, horizontes e motivos pra sorrir. Mais dias no calendário, mais noites e madrugadas e mais de vinte e quatro horas, só pra variar. Ela é uma, mil em uma e não tem sono no fim do dia. Mas às cinco, a tortura, ela tem sono pra acordar. Arruma e desarruma armários, a vida, o pensamento. Rabisca e guarda papéis, paga contas, revê fotos, amigos e filmes preferidos. Ouve e sente boa música, aumenta com prazer o som e quando é injustiçada, ela desaba e perde o tom. Se mostra mulher, se vê menina e quer pintar o quarto de lilás. Ela já teve mais pique, mas mesmo cansada persiste. Aposta no que há de vir e não desiste da correria. E ela corre... contra o tempo. Do tédio e da solidão. Cozinha quando tem fome, inventa receitas inéditas, tem preguiça aos domingos, pinta as unhas de vermelho, aprende um novo idioma, compra e lê um velho livro, sonha e busca um novo rumo, abraçamuitos, briga com meio mundo e escreve sobre o amor."

Há uma doce teologia do coração que só se aprende na escola da renúncia.

Não fale da boca pra fora, não aja sem coração, não viva sem uma razão. Não deixe a vida passar por entre os dias sem te deixar emocionado(a) de alguma forma, sem te fazer mudar por alguém ou alguma coisa, sem te fazer correr na chuva nem que seja pra mostrar que você pode dizer que ama alguém.
Não espere ser recíproco pra amar, não espere não poder mais pra se arrepender.
Diga, faça, fale, mostre, ame.

Às vezes eu tenho medo do meu coração, de sua constante fome por seja lá o que ele queira.

Poe (cantora)

Nota: O pensamento é erroneamente atribuído a Edgar Allan Poe. Ele pertence, na verdade, a cantora e compositora estadunidense Annie Decatur Danielewski, mais conhecida pelo nome artístico Poe. O trecho pertence a música Terrified Heart, do álbum "Haunted", lançado em 2000.

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A pior dor do mundo,é obrigar a cabeça a esquecer aquilo que o coração lembra a todp instante.

Mesmo não querendo,
eu sorrio sempre para
esconder as amarguras ,que
sinto no meu coração,
assim não darei aos maus
a alegria de me ver triste
e dou aos que me amam
a ilusão da minha felicidade...

O mundo está cheio dessas pessoas que têm o sorriso nos lábios e o veneno no coração: que são dóceis desde que nada as ofenda, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua dourada, quando falam frente a frente, se transforma em dardo envenenado quando falam por trás.

“nenhum coração pode ser verdadeiramente conhecido, nem mesmo o meu próprio."

O que os olhos não veem, o coração não sente.

Se a dor te visita o coração, improvisando tempestades de lágrimas em teu campo interior, não te confies ao incêndio do desespero, nem ao gelo da lamentação.

Da boca pra fora não é a razão. É o coração na garganta, querendo mostrar que a emoção existe.

Minha consciência é tranquila e o meu coração é limpo. Por isso, prefiro ficar afastada de gente que passa a perna nos próprios sentimentos.

Abre-se o coração dos outros quando se abre o próprio coração.
A humildade de coração não exige que te humilhes, mas que te abras. É o segredo das permutas.
Só assim então poderás dar e receber.
Aonde quer que vás, leva teu coração!

Eu estava triste, o coração apertadinho, o tempo chuvoso no rosto. O pensamento andando em círculos em torno de um único ponto. Na berlinda, um daqueles problemas que a gente precisa resolver, mas não tem a mínima ideia de como. Daquele tipo espaçoso, metido à besta, que diz ser maior do que nós e a gente quase acredita. Todo mundo se depara com um mentiroso desses, de vez em quando. Eles não são seletivos, batem em tudo o que é porta. Astutos, encontram um jeito para entrar mesmo quando tentamos impedir. Alguns nem são novos como o impacto do desconforto faz parecer. Reaparecem, de tempos em tempos, com novidades da versão atualizada do seu programa. Novidades que, às vezes, tornam um pouco mais complicado o que já era difícil.

Eu estava lá há um tempão, olhando para o dito cujo, assustada como um passarinho que se flagra num alçapão. Não conseguia ver um fiapo que fosse de outra coisa qualquer além dele. Problema espaçoso, metido à besta, é assim: se a gente lhe der muita confiança, ele monopoliza o tempo do nosso olhar sem nenhum constrangimento. Mas, de repente, eu cansei do cativeiro. Da tristeza. Do aperto. Da chuva no rosto. Por algum lampejo de lucidez, percebi que nada daquilo me ajudaria a solucioná-lo naquele momento, embora fosse o que eu mais quisesse. Só se o gênio da lâmpada aparecesse ali e me concedesse um pedido, mas como a lâmpada mais próxima ficava no lustre, desconfiei não poder contar com aquela alternativa. Foi aí que peguei meu violão.

Comecei a tocar meio desanimada, cantarolando uma música aqui, outra ali, a voz ainda atrapalhada pelos respingos da tristeza, mas sem me importar com o detalhe de não saber tocar nem cantar de verdade. Depois de alguns minutos, envolvida com a brincadeira, eu já não sentia tão intensamente o peso do tal problema, aquele que eu não poderia resolver de uma hora pra outra. Não demorou para que o meu coração ficasse mais solto e o tempo chuvoso me desse uma trégua. Não foi mágica, apenas uma mudança consciente de foco. Troquei de canal para levar minha vida pra passear um pouco. Para soprar algumas nuvens. Para respirar melhor. Ao permitir que o pensamento se dissipasse, abri espaço para mudar meu sentimento. O problema continuava no mesmo lugar; eu, não. Nós nos encontraríamos outras tantas vezes até que eu pudesse solucioná-lo, mas eu não precisava ficar morando com ele enquanto isso.

Os pensamentos preparam armadilhas pra gente. Ao cairmos nelas, nos enredamos de tal maneira que esquecemos ser capazes de sair de lá. A vastidão da nossa alma fica reduzida a um cubículo, como se não tivesse espaço suficiente para abrigar uma variedade de sentimentos. Passamos a nos comportar como se tivéssemos apenas um lápis de cor e não a caixa inteira. Nós nos apegamos a alguns pensamentos e lhes conferimos exclusividade. Nós lhes damos o cetro e a coroa e afirmamos o seu poder sobre as nossas emoções. Ficamos presos neles, feito passarinho quando cai no alçapão. A diferença é que, por mais que tente, ele não pode sair de lá sozinho, ao contrário de nós. Passarinho tem asas do lado de fora. A gente, do lado de dentro.

Se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: “Meu coração está ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.

Às vezes a gente ri, com o coração apertado... mas continua, porque sabe que nem tudo depende da gente. Então, pra caminhada ser mais leve... Respiramos fundo, colocamos um lindo sorriso no rosto e bora que vai passar! Vai passar. Deus cuida de tudo... sempre.
Calma, calma... não se preocupe tenha calma.

CORAÇÃO FERIDO

Sei que você não me ama mais
E jogou meu coração para trás
Agora numa noite escura
Prestes a fazer uma loucura
Pois só queria ter você aqui
Perto de mim
Para fugir da solidão
Deixada por essa paixão.
Você foi embora
E nem se importou com essa paixão
Deixou meu coração ferido
Morrendo de dor.
Você passa e finge que não me vê
Quem sabe encontre alguém que goste de você
Talvez até mais do que eu
Mas só quando esse amor estiver morto, enterrado e sepultado
Pois ferido ele já está.
Um dia perceberá que fostes a causa dessa dor
E virá arrependido ao meu encontro
Com os braços abertos te esperarei
Pois ainda sofro por esse amor
Neste dia estarei sorrindo com lágrimas nos olhos
Feliz por ter conquistado o que sempre quis.