Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Mamãe querida... Meu coração por ti bate, como um caroço de abacate.

Preciso de um pseudônimo urgente. Como posso escrever o que vem de dentro do meu coração, se este está tão inconstante? Como alguém pode curtir as palavras de alguém, que ama outro alguém, e esse outro alguém no mesmo instante que conserta seu coração, volta a espatifá-lo novamente? Será falta de amor próprio? Será bipolaridade? Será loucura? Nunca saberei. Mas você que me ler e que sabe que, certas vezes, amamos os nossos algozes, me entende muito bem. Coração quebrado e orgulho inteiro? Ou orgulho quebrado e seguir amando?

Como disse Jalison santos:
"Nenhuma cicatriz que está em meu coração foram feitas por um Inimigo."

O coração de um poeta vive do amor como o beija-flor do néctar; é Deus quem planta em sua alma as flores da inspiração, onde o amor floresce mesmo entre as sombras do mundo.

A Presença de Deus no meu coração é como o amanhecer de um novo dia: sempre chega, mesmo depois da noite mais escura. O Senhor é a Luz que ilumina todo coração que escolhe crer.

Como posso esquecer-te ó minha amada?
Como faço para tirar-te do meu coração?
Como esquecer uma dama tão linda, que nos dias difíceis segurou minha mão?
Fiz de tudo para agradar-te,
Amar-te era a solução.
Infelizmente, rejeitaste-me
E partiste, meu coração.

O amor de Deus é como um horizonte infinito; alegra nossos olhos, e transborda nosso coração.

Tempestade e Anseio

​Minha alma esbraveja como ondas do mar,

meu coração anseia por um céu tranquilo;

minhas palavras saem como um furacão descontrolado,

meu silêncio é a paz do jardim que eu anseio.




​Minha mente é a batalha que nunca cessa;

meus olhos anseiam pela estrela do seu olhar.

A busca incessante por essa luz é um abismo sem fim,

e assim, entre o caos e a calma, eu persisto.

Tempestade e Anseio



​Minha alma esbraveja como ondas do mar,

meu coração anseia por um céu tranquilo;

minhas palavras saem como um furacão descontrolado,

meu silêncio é a paz do jardim que eu anseio.

No coração de um mosteiro antigo, onde os sinos ecoavam como lembranças de séculos passados, dois olhares se encontravam em silêncio.
Não eram palavras que falavam, mas o desejo contido, a respiração suspensa, o fogo escondido atrás das paredes frias de pedra.


Eles se viam o tempo inteiro — nos corredores iluminados por vitrais, no refeitório austero, no jardim onde as flores desafiavam a disciplina do lugar.
Cada encontro parecia uma cena de filme, uma ficção projetada na tela invisível da mente.
Mas era real: a visão que compartilhavam era deles, e ninguém mais podia decifrar.


O mosteiro, com suas regras e votos, era o cenário de um amor impossível.
E, no entanto, quanto mais tentavam fugir, mais os olhares se buscavam, como se o destino tivesse escrito essa história nas pedras do claustro.


No fim, não havia fuga.
O desejo não era pecado, mas poesia — e naquele espaço sagrado, eles descobriram que até o silêncio pode ser cúmplice de uma paixão.

A viagem que partiu meu coração


Era abril...
e você chegou como um acaso,
mas mudou tudo em mim.
Deu-me um destino, um sentido,
um horizonte que eu nunca tinha visto.


Amei você mais do que a mim mesmo,
e disso você nunca soube.
Seu riso virou meu abrigo,
seu olhar, meu caminho.


Mas um dia você partiu,
sem rastros, sem trilha,
como quem leva o sol
e deixa apenas a noite.


E eu fiquei aqui,
com o coração em pedaços,
esperando em silêncio...
esperando que um dia você volte,
e que toda essa dor
não passe de um sonho
do qual eu possa acordar.

A saudade é como a dor: nasce igual em todos os homens, mas em cada coração encontra um jeito único de doer.

É como se nada fosse meu,
me vejo só, tolo plebeu
querendo um coração roubar,
mas deixo a alma toda falar.
Tipo Claudinho e Buchecha,
um romance preso na cabeça,
mas minhas próprias incertezas
me prendem na maior fraqueza.




Eu toco o violão pra fugir,
mas me vejo como Marta a subir…
e logo depois sou Kuririn,
caindo sem saber onde ir.




E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu mundo virou outro enredo,
Capitão sem América, rindo do próprio medo.




As teias que deviam me segurar
viraram corda no naufragar.
Poseidon tentou me resgatar,
mas nem a sereia eu pude enxergar.
Fui branca de neve sem a cura,
Frost nem viu a minha lua.
Quis ser gelo só pra me esconder,
mas o mundo não conseguiu me ver.


As luzes todas querem brilhar,
a minha é faísca pronta a apagar…
minha Viúva Negra a decidir
dar “game over” no que restou de mim.




E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu filme não teve final,
me perdi no meu próprio mundo real.

Ela tinha um coração tão puro e humilde, tão capaz de amar novamente. Mas preferiu guardá-lo, como um alguém que coleciona álbuns de fotos em uma caixa de sapatos.

Sol aquece a geleira da Terra. Fogo acende os olhos assim como a paixão faz arder um coração gelado.

Guardar mágoas como um tesouro oculto no coração transforma-se em gatilho emocional: a bala atravessa as emoções e reabre feridas que jamais foram tratadas pela cura do perdão.

Como pode o Espírito Santo entrar em um coração que chama Jesus de Senhor, mas não obedece os santos mandamentos de Deus nas Escrituras para a sua salvação?

Se tenho mais um dia, encaro as complicações e conquistas como motivos pra agradecer de coração por mais essa chance.

Como dói no meu coração escrever algo tão verdadeiro... Sua vida não vale nada.


Um curto espaço de tempo, em milhões qual o valor de um centavo?


Talvez em sociedade... União?

Ansiedade é como um furacão.
Bagunça pensamentos, derruba certezas e deixa o coração em alerta, mesmo quando o céu está calmo.