Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Persona .....
Que não seja um momento
Advinda do pensamento
Não seja essa a ilusão
nessa busca sem noção.
Espero,ir hoje no meu pensar
E logo, após o meu questionar
De toda dita a decisão
Sendo do ponto,à exclamação.
Escolha minha, a imperar
e não virgula a continuar .
Se não assim ao enganar
Se não existe, nada mais há.
Não se guarda o momento
Quando esta no pensamento
Não se acompanha numa canção
Na ausência no coração ..
Pouco tive minhas escolhas,
personalidade a questionar
Sempre me pus ao erro,
e com isso a me machucar
Nessas tantas e poucas partes
Só sua soma no realizar
Uma escolha e decisão
Nesse fim só digo não .
Alguém pode me dizer por que a noite
faz isso comigo?
Me bate, me dá um coice, não deixa eu dormir.
Me deixa acordado, só pra eu lembrar que do meu lado
tem um vão escuro, um travesseiro puro e um lençol dobrado.
Me castiga nos versos e se eu desconverso...
ela me cutuca. O frio me assusta, eu só quero dormir
pra ver se me esqueço, que não durmo num berço
e a única coisa que peço é pra você dormir aqui,
comigo.
Se um dia me perguntarem se te esqueci, responderei que não, direi apenas que aprendi a lembrar sem chorar, pois as pessoas que amamos nunca morrem nem se vão, mais continuam vivas pra sempre em nossos corações.
O 'bonito' não se limita a um atrativo estético. É você perceber algo a mais. É descobrir que alguma coisa daquela beleza supera as suas formas. Eu prefiro ter essa capacidade de ver o outro de forma diferente, de conhecer pessoas que tenham "algo a mais". Como diz Johann Goethe: 'Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora.'
Nós somos consumidos pela incerteza. Mas a vida talvez seja isso mesmo: um mar de incertezas, um oceano de garantias nenhuma.
Mar Grande (um dia...)
Mar de mágico vibrar
Tens a voz da terra tens no ondular
E eu aqui pra te pescar
No vazio da boca, ter o mar
Encher vazio, nascer o mar
Sentir vazio, correr pra lá
Encher vazio nascer no lá
Lado de dentro do olhar
Mar vem me chamar
...e eu vejo em ti a minha mãe
Ao ser somente ouvidos pra me ouvir
Vem me derramar
Vem captar ondas no ar
Desfolhando o silêncio até a luz
Grande Mar Grande Mar
Só gosto do que é verdadeiro.
Tenho os dois pés atrás com quem tem sempre um elogio a fazer, com risadas forçadas. Gosto de diplomacia, de respeito. Há um limite. Aquele bom tratamento na medida que se faz a qualquer pessoa que você sequer conhece e que deixa uma ótima impressão.
Dissimulação, não.
Se eu tivesse num daqueles filmes "Premonição" eu dava um tiro na minha cabeça só pra dizer pra morte quem é que manda.
Eu não tenho medo do amanhã, o hoje já tem sustos suficientes pra qualquer um sentir-se frágil, pouco, insuficiente, finito. Só que pra quem tem ouvidos, há um grito de vida, da vida, tão intenso, que não só acalma quanto impulsiona. Eu ouço a vida me chamar pra luta, não vou ficar parado esperando o nada, que é tudo o que o medo tem pra oferecer.
Não, não quero choro nem vela, quero no rosto um sorriso sincero e nos olhos lágrimas de felicidade.
Os melhores momentos, são aqueles em que, sentimos a vida em grande plenitude. Um breve espaço em que esquecemos o passado e não programamos o futuro
Um poema a te entregar
"Fiz um poema pra você, mas não tive coragem de te entregar, pois nele eu confeço todo o amor que sinto por você. Eu me entrego inteiramente e cegamente e isso, como eu, você sabe que é um perigo, é abrir a porta para o sofrimento, me perdoe, ainda não consigo me entregar a ti inteiramente, mas irei guardar este poema, quem sabe um dia você o encontre e descubra o quanto te amei, mas tinha medo de dizer"
Eu cresci, mas ainda peço a Deus um pouco de malandragem e uma pequena dose de coragem,pois sou sim, covarde.
Busco um equilíbrio que tire totalmente minha razão, mas que ao mesmo tempo me certifique de que era exatamente isso o que eu procurava.
Às seis horas da manhã terá um banco vazio na padaria, ao lado da máquina de café.
O jornaleiro encostará sua bicicleta no prato do dia e trará algumas maçãs velhas para o passarinho da senhora de cabelos tingidos.
Será uma manhã laranja, dessas feito primavera. Dessas que arrepiam os ombros.
"Um pingado, meu Senhor"
Na mesma intensidade com que a criança rabiscará o bloco de notas, o fluído esquentará o copo quadriculado, que escurecendo os olhos, causará rachaduras nos lábios enquanto se transforma numa mistura homogênea e clara, clara como o leite.
Será uma estranha maneira de sentir paz.
Será como o homem correndo em plena avenida, como os pés seguindo para o trabalho, como a música nas janelas dos ônibus.
Às sete horas da manhã, ainda terá um banco vazio na padaria, ao lado da máquina de café.
A moça de preto pintará os olhos timidamente em seu espelho quebrado e o homem bocejará ao olhar o sinal vermelho.
O sol refletirá no toldo amarelo, agora com mais fervor, arrepiando também a espinha. Será possível ouvir a mangueira molhando o quintal e a ambulância atropelando o meio fio.
O banco vazio na padaria será tomado por belas calças importadas, de um azul raro, sandálias vermelhas. Será uma estranha forma de sentir paz, uma vez que o vazio fará ser notável os detalhes, e incontestavelmente, a presença.
Os dias serão reais como a espera. A espera de que às seis horas da manhã, talvez num dia cinza, desses de inverno, seu jeans desbotado ocupe o banco vazio da padaria.
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