Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Eu odeio este lugar. Odeio que a mulher que viveu comigo durante 42 anos esteja morta, que em um minuto, numa manhã de sábado, ela estivesse na cozinha misturando massa de waffle em uma tigela e me contando sobre a briga na reunião do conselho da biblioteca na noite anterior e, no minuto seguinte, estivesse no chão, contorcendo-se enquanto o derrame partia seu cérebro ao meio. Odeio o fato de suas últimas palavras terem sido: ‘Onde eu botei a porcaria da baunilha?’.
Mas, por fim, vocês devem se importar porque são velhos o bastante para saber que devem. Esse é um dos motivos pelos quais as FCD selecionam idosos para se tornarem soldados. Não é porque vocês todos estão aposentados e são um peso para a economia. É também porque vocês viveram o bastante para saber que há mais na vida do que a própria vida.
Algumas vezes eu achava que a espada cantava. Era um canto fino, apenas entreouvido, um som penetrante, a canção da espada que desejava sangue; a canção da espada.
É maravilhoso compartilhar com vocês amigos um pedacinho do meu dia, todos os dias! Seria fenomenal se ninguém atirasse pedras em ninguém, mas é cada pedrada que a gente leva! Não que a gente mereça, mas simplesmente porque as pessoas tem a pedra na mão! Juntaram tantas pedras no decorrer de sua vida que tudo o que têm a oferecer são pedras! Mesmo que esmigalhem a minha flor não vou desistir, irei atirando as pétalas por onde eu for!
O nosso era um mundo em que as espadas davam status, e esquivar-se da espada era perder honra, por isso corri na frente, com a loucura enchendo a alma e a exultação dando-me um poder terrível enquanto escolhia minhas vítimas.
E enquanto houver um reino nesta ilha varrida pelo vento, haverá guerra. Portanto não podemos nos encolher para longe da guerra. Não podemos nos esconder de sua crueldade, de seu sangue, do fedor, da malignidade ou do júbilo, porque a guerra virá para nós, desejemos ou não. Guerra é destino, e o destino é inexorável.
A ponte
A ponte estabelece a distância entre um ponto ao outro. Quando a distância entre pessoas é determinda por classe, padrões e preconceito então, podemos afirmar que existe mais frieza entre os homens do que entre o ponto concreto da ponte!
O analfabetismo funcional, por si só, já é um baita problemão. Mas, se pararmos pra matutar um pouquinho e considerarmos que ele foi cevado no correr de décadas através da aplicação inconsequente de concepções pedagógicas equivocadas, que foi utilizada uma quantidade imensa de recursos financeiros, materiais e humanos nessa empreitada, nós veremos, com tremor e temor, o quão profundo é o buraco em que nós, enquanto nação, nos metemos.
Uma coisa é mais do que certa: para podermos encontrar uma solução para um problema, por menor que ele seja, nós temos que, primeiro, admitir para que estamos perdidos. Que nos perdemos. Bem, em nosso triste país, todos aqueles que colaboraram ativamente, ou passivamente, no lazarentiamento do Brasil, não apenas não admitem que nos colocaram nesse atoleiro; eles acreditam, ou fingem acreditar, que sabem o que deveríamos fazer para deslazarentia-lo.
Se o caboclo se preocupa muito em causar sempre uma boa impressão, pode ter certeza que ele é um idiota.
Um dos traços mais soberbos que se faz presente nas teorias pedagogescas modernosas é aquela constante afirmação de que o objetivo da educação seria ensinar as pessoas a pensar. Ensinar as pessoas a pensar. Que coisa hein? Será que os caboclos que afirmam isso pararam pra matutar seriamente sobre as implicações e complicações disso? Provavelmente não. Essa gente julga-se muito "crítica" - criticamente crítica - pra fazer algo assim, não é mesmo?
“Stálin matou foi pouco”, disse a jovem que diz lutar por um mundo melhor; “o feto não é uma vida, é um parasita no ventre da mulher”, disse o jovem que defende a tolerância e o respeito incondicional à vida; e ambos foram aplaudidos pelo rapaz que acredita ser a viva alma mais justa que há em toda paróquia, porque ele está convencido que é uma pessoa "criticamente crítica”.
Um insulto torna-se libertador quando é dito com bom humor, sem ódio. Agora, quando um xingamento é proferido com raiva no coração, este acaba se tornando mais um grilhão que nos manterá a ferros nas masmorras de nosso orgulho ferido. Por isso, antes de falar um belíssimo e abençoado palavrão liberte sua alma da tua vaidade sem noção. Obrigado. De nada.
Se você acha um absurdo que uma pessoa, que um filósofo, utilize, uma vez ou outra, um punhado de abençoados palavrões, saberia de uma coisa: Nosso Senhor Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, usou muitíssimos palavrões em suas preleções. Isso mesmo floquinho de neve limpinho. Se você lê-se diuturnamente os Santos Evangelhos, se procura-se conhecê-los de forma apropriada, saberia disso e pararia com essa mania boba de ficar arrotando moralidade feito um sepulcro caiado.
A educação é um bem precioso que, goste-se ou não, os meios para encontrarmo-nos com ela são acessíveis; muitos podem, se quiserem, conquista-la; podem, porém, pouquíssimos desejam realmente aventurar-se por este caminho.
Qualquer um que fale a respeito da importância da dita cuja da educação, descartando a necessidade imprescindível da correção e da disciplina, e projetando um rótulo infame sobre a possibilidade duma reprovação, definitivamente, não sabe do que está falando. Não mesmo.
Quando você consegue tudo o que queria, acho que talvez você deva estar um pouco grato às pessoas que te levaram até lá...
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