Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Avermelham
Cada palavra que solto
É um Desejo sonoro
De me expressar em você.
Me perder em silêncios
Do meu peito batendo
Sentindo, gemendo, querendo
Me doar sem perceber
Cada palavra que solto
Avermelham meus olhos,
Com as gotas que caem...
Vermelhas
Da cor dos meus lábios
Que secam
Por não ti dizer.
O Trem
Queria contar um cadinho
Do barulho que vem surgindo
Com o trem a passar
Ele me acorda com um assovio mansinho
Trazido pelo vento menino
Que tudo gosta de bagunçar.
Queria contar um cadinho do trem
Que não sai dos trilhos
Nem pra ver seu bem.
Mas manda recado sentido
Quanto passa pelo caminho
Próximo do seu lar.
De saudade vai chorando sozinho
Deixando no rastro de fumaça
Seu vazio
De não poder seu amor avistar
E o vento ,menino sempre levado
Sem se importar com o coitado
Espalha sua dor por todos os lados...
E eu como alma sensível que sou
Sinto da minha cama sua dor
Quando passa nas madrugadas a buzinar.
@poemasefilosofia
Finda-se
O fim nem sempre é um recomeço
As vezes ou quase sempre ,
É só mesmo um fim,
Entre tantos outros que foram chorados
Ou até mesmo aqueles que se riram pra mim.
O fim deve ser sempre comemorado
Como presente, presenteável
Mudança de estação....
Ou simplesmente um trocar de passos errados.
O importante é que fim é finito
Não ultrapassa a linha ,
Não compensa
Rasgar os verbos em rinhas
Simplesmente finda-se....
E o por vir...
É novidade, é cheiro novo
Gosto de tarde,
Um fazer nada , ou se fazer....
A vida às vezes parece uma escola de circo. Corremos de um lado para outro e sempre esbarramos com algum palhaço.
Caminho
Na estrada eu estou
Em minha mão levo um arranjos de rosas,
Peço que me espere
Na porta da casa da varanda rosa.
Tanto tempo longe de ti,
Mas agora estou aqui,
Nesse abraço que dura horas,
Sinto a saudade no ar e a emoção a se espalhar.
Neste momento de reencontro,
Que dois corações se entrelaçam novamente,
A brasa que se apagava reacende
Mais forte e mais quente.
O amor que a distância unia,
Mais forte ficaram os beijos demorados
A saudade matou, não há nada como um beijo
Pra curar a saudade de um grande amor.
A casa da varanda rosa
Que triste ficava, que escura espantava
Logo se alegrou e se iluminou,
Todos festejavam pois o meu grande amor voltou.
Caminhar
A caminhar pela cidade vou
Pelo caminho, pessoas venho a encontrar
Em cada rosto existe um olhar.
Em alguns rostos eu via a tristeza no olhar
Em outros, eu via a saudade
Que doía tanto quase a matar.
Em poucos vi a felicidade
Que eu vagamente procurava encontrar,
Felicidade, esta que a tristeza escondia.
Alguns logo que eu passava de dor
Começava a chorar, mais ali eu pude ver como eu era infeliz sem saber.
A Felicidade que eu tinha,
Era uma máscara que a tristeza escondia,
Para que não pudesse perceber.
Ficar sozinho e dizer que vai amar a você mesmo, e o mesmo que fazer um belo jantar e comer sozinho, nunca terá o mesmo sabor, não terá uma boa conversa, e você nunca receberá um carinho depois da taça de vinho!
Ame, e deixe ser amado!
Nem o tempo vai apaga as palavras e todo mal que você me fez, vai cicatriza um dia
Mas nunca vai ser esquecido.
Quem nunca teve um duelo de vida ou morte com o próprio ego, ou nasceu iluminado ou vive comandado pelo mesmo sem se quer se dar conta da ilusão em que se encontra.
A defesa de um ponto de vista nunca deve ultrapassar o tênue limite que lhe tornará, um dia, escravo observador desse mesmo ponto único.
Arrisco a dizer que um nome apropriado para a nova espécie humana seria HOMO CONSCIOUS. A espécie do humano consciente.
Liberdade condicionada🌻🌻🌻
Do meio do nada, um temido vírus invisível, vai colocando as coisas lugar;
Destoando outras como uma orquestra desafinada.
A natureza que pedia socorro,
Teve um tempo de trégua;
As pessoas que corriam desesperadas, ficaram em casa, prisioneiras do medo;
Os laços familiares antes rompidos fortaleceram-se pelo convívio diário;
Conversas frente a frente, são canceladas;
A internet que ligavam pessoas solitárias, unem pessoas em salas virtuais;
Sonhos planejados são prorrogados;
A solidariedade torne-se comum;
Suaves perfumes, trocados por álcool em gel;
A pandemia política é disseminada
Causando alvoroço e discórdia;
Até as igrejas, lugar de adoração e encontros fecham as portas, colocando em xeque a fé;
Ruas vazias, comércios paralisados;
A solidão faz companhia às praças e bares. O isolando social é ordem;
Nas escolas, o grito eufórico das crianças torna-se um lugar ultrassilencioso;
Somente uma coisa prevalece em meio ao caos: O amor!
Amor sentido no coração
Sem contatos, nem toque de mãos
E os abraços? - só com o coração.
Aquele abraço que afaga a alma
passa ser expresso com os olhos.
Nunca se falou tão profundamente pelo olhar, já que o sorriso foi vetado por máscaras;
Os idosos foram guardados em uma redoma. Se antes o direito era pouco, agora quase nada;
Os profissionais da saúde se tornaram heróis da resistência,
tentando aplacar a fúria do inimigo oculto. Uma corrida contra o tempo...
Cientistas se desdobraram para encontrar a cura.
Um vírus que colocou em pé de igualdade, dentro de valas comuns, nobres e plebeus.
Vai passar!
E quando tudo isso passar
Que tenhamos aprendido que um abraço cura feridas da alma;
Que um sorriso destampado diz muito;
Que a liberdade é o bem mais precioso da vida;
Que a pandemia ensinou valores, não preços;
Enquanto isso ficaremos de castigo
Esperando que o pai nos tire do cantinho do pensamento!
Por Marta Souza Ramos
A Espiritualidade já nos mostrou que a evolução de um é a evolução de todos e estamos atrasando o processo de ascensão planetária. Aliás... estamos destruindo o Planeta e mudando os planos da criação por acreditarmos no livre arbítrio. Estamos totalmente equivocados. Isso custará mais caro que os impostos que pagamos. Será mais dolorido que ver uma Mãe chorar pela morte do filho.
Empatia não significa sorrir para todos, falar demais ou ser um livro aberto, sem timidez. Empatia não é medida em likes, comentários ou reações simbólicas. Empatia está em desuso. Se não te cabe a dor do outro, não julgue-o, se acredita que teu sofrimento sempre será pior, vitimado pelo coitadismo, não estenda seu amparo, pois de boas intenções o inferno está cheio. De hipócritas já bastam-se, e convenhamos a empatia é uma virtude dos altruístas.
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