Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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As faltas de inconsistências de um contra o outro nunca são medidas como falhas, ou brigas mais de um que do outro.
Pois sempre tem um iniciante da guerra e o outro que vive em plena Paz...

Ame as pessoas como a si mesmo, mas não se apaixone por elas!

#phaelandrade
#raphaelandrade

"A arte existe porque a vida não basta"
verso citado como sendo de Ferreira Gullar e nunca o foi. Ele é que o dizia, sem falar o nome do autor que sou eu. Na forma original o verso é:
"não que a poesia seja arte:
é a vida que não basta".
Jamais o autor foi Ferreira Gullar; são versos finais de meu poema "Zeugma" . Primeiramente publicado à página 13 em "ANTO- Revista Semestgral de Cultura" nº 3, primavera, 1998, Amarante, Portugal. Revista subsidiada por Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, Ministério da Cultura, Câmara Municipal de Amarante. Esse n} 3 da revista "ANTO" é uma antologia de poetas brasileiros, em que Ferreira Gullar está presente e eu também.
Peço, por favor, retirar essa indicação errônea de autoria. Será que terei de ajuizar ação para defender meus direitos autorais? Várias pessoas ouviram Gullar dizer esses versos, mas ele jamais os publicou e assinou, porque não são seus.

Como agora estou por aqui, foi por ter sobrevivido às aventuras vividas no Congo.
Valeu muito como experiencia de vida, pois é vivendo que damos o real valor à vida...
Ósculos e amplexos,
Marcial

UM BRASILEIRO NA AFRICA (epílogo)
Marcial Salaverry



Nosso grande objetivo, quando decidimos embarcar nessa aventura africana, era uma tentativa de acertar nossas finanças, seriamente abaladas por algumas besteiras cometidas, e também por motivos de saúde.

Havíamos previsto ficar pelo menos 10 anos por lá, que julgávamos seria o necessário para fazer um bom “pé de meia”. Aliás, o objetivo era fazer os dois pés...

As coisas foram um pouco facilitadas quando comecei a viajar, pois os ganhos triplicavam, como também eram triplicados os riscos de vida que corria. Havíamos reduzido em dois anos a previsão de nossa estadia lá. E poderíamos, talvez, eliminar mais um ou dois anos, tão bem corria tudo.

Contudo, algo estava para acontecer. A política estava começando a se modificar, e o tratamento das autoridades para com os estrangeiros começou a mudar. Sutilmente, mas notava-se que havia algo de podre na Republica Democrática do Congo, e que não era a chikwanga...

Em fins de 1970, eles inventaram um novo documento para os estrangeiros, a famigerada “Carte Jaune”, ou seja, “Cartão Amarelo”, começando assim a fazer algumas restrições quanto a nossa permanência lá. Por causa desse documento, muita gente teve que deixar o País. Como eu estava legalmente empregado, com Contrato de Trabalho em vigor, apenas teria que apresentar um diploma que justificasse alguma especialização. Escrevi para minha família, pedindo que enviassem algum Diploma para lá. E meu sobrinho enviou-me um Diploma de Especialização em Corte e Costura, emitido pela Singer. E eu virei “Tecnicien en Couture”. Com algumas gorjetas bem distribuídas, tudo ficou arranjado. E poderíamos continuar por lá.

Foi quando comecei a viajar pelo interior do Congo. Graças a esse diploma da Singer, permaneci por lá, e pude então viver todas aquelas aventuras.

De repente, não mais que de repente, os ares começaram a ficar pesados. E outras mudanças estavam no ar.

O Presidente Joseph Desiré Mobutu, resolveu cortar todos os vínculos colonialistas, e começou a mudar o nome de todas as cidades, ruas, praças, enfim, tudo que tivesse nome estrangeiro, a começar por ele mesmo, que passou a se chamar Mobutu Sese Seko. A Republique Democratique du Congo, mudou para Zaire. Comecei a ver as coisas mal paradas.

A situação estava nesse pé, quando fui para a viagem ao Kivu, e em Goma, fiz amizade com o Cônsul Geral da França lá, e durante um jantar ele me confidenciou o que iria acontecer no Congo, perdão, no Zaire, e fiquei arrepiado com o que ouvi, pois iria mexer diretamente em nosso bolso, e eventualmente com nossa vida, pois a segurança iria passar a ser insegurança...

Torna-se necessária uma pequena explicação, pois segundo meu contrato de trabalho, meu pagamento era dividido em 75% depositados na Bélgica em francos belgas, e 25% em dinheiro local, mais que suficiente para nossas despesas, pois tinha toda a assistência da firma, no que diz respeito a despesas médicas, farmacêuticas, odontológicas, e também moradia.

Bem, segundo meu amigo Jules, a coisa a partir de 1972 iria mudar radicalmente. Até Junho de 1972, iriam ser proibidos os depósitos de salários em contas no exterior, e o salário seria pago integralmente em zaires... Vi literalmente as coisas ficarem pretas, e resolvi que estava na hora de voltar ao Brasil. Iria aproveitar que já estava com direito a férias, e simplesmente diria Adieu Congo, perdão, Zaire.

Mas havia um problema. Como viria em férias, a firma iria pagar as passagens de ida e volta, mas se eu me demitisse dizendo que não regressaria, a viagem seria por minha conta.

Foi aí que mostrei pra eles o que é o “jeitinho brasileiro”. Vendi o carro, alegando que iria comprar um novo quando voltasse, e deixei o carro encomendado na concessionária. Quase um mês antes de minha viagem, peguei todos os objetos que queria trazer, e cuja saída não era permitida, como peças de marfim e madeira entalhada, enfiei em 8 baús de zinco, chamados de “mal-en-fer” e levei ao aeroporto para despachar como “bagagem não acompanhada”. Uma razoável quantidade de zaires foi suficiente para tornar desnecessária a revista das malas pela alfândega local, e para garantir que seriam embarcadas no mesmo avião em que eu viajaria, para que chegassem comigo ao Brasil. Os funcionários da alfândega de Kinshasa ainda estão esperando que eu leve os sapatos brasileiros que prometi para meu regresso.

Passei os últimos dias, despedindo-me dos locais, e apenas os amigos mais chegados é que souberam que não voltaria.

Dei um adeusinho para Chuttes, Ma Valée, Boulengerie du Parc Hembize, piscina da OUA, e avisei aos crocodilos do Congo que seu jantar brasileiro ficaria adiado sine die...

Senti um friozinho na barriga, quando fui chamado pela alfândega, na hora do embarque. O que eles poderiam querer? Foi apenas para me lembrar que estavam esperando pelos sapatos brasileiros. E eu disse que dentro de dois meses estaria de volta...

O garboso avião da Panam nos levou a Dacar, com escalas em Monrovia, Accra e Lagos.

Com essas escalas todas, tentem visualizar a cena. Neyde, Iara, Alexandre e Marcial, cada qual com três sacolas de mão, precisando carregar tudo em cada escala, já que nada poderia ficar no avião... As crianças quase sumiam debaixo das sacolas com seus brinquedos favoritos...

Em Dacar, ficamos algumas horas esperando a conexão com o avião da Swissair que nos traria ao Brasil. Consegui acesso ao Depósito de Cargas, e constatei que meus amigos da alfândega congolesa, perdão, zairoise, haviam cumprido sua palavra. Lá estavam meus queridos baús, que seguiriam para o Brasil no mesmo avião.

Quando o avião decolou, dei uma última olhada para a África, e mentalmente mandei um adeus a todos os amigos que lá havia deixado. Senti um nozinho na garganta, e meu filho viu aquela lágrima furtiva, e chorou junto.

Havia sido uma bela aventura, foram anos em que pude reavaliar todos meus conceitos de vida.

Vi que solidariedade é o maior veiculo para se chegar à felicidade. Vi que mais do que nunca existe Alguém lá em cima que olha por nós. E como estava pertinho Dele, fechei os olhos, e agradeci por toda ajuda que me deu lá, e que não foi pouca.

E deixo por conta da imaginação de quem quiser, a emoção que senti ao sobrevoar o Rio de Janeiro, ao passar pertinho do Cristo Redentor, ao pisar em território brasileiro, e, suprema glória, tomar um guaraná gelado...

Assim foi a grande aventura da minha vida. Claro que tive que me segurar para manter minha decisão de não regressar, pois quando devolvi as passagens de retorno para a firma em Kinshasa, avisando que não voltaria, por “questões de saúde”, eles devolveram as passagens, com uma bela gratificação, e um novo contrato de trabalho em excelentes condições. Ocorre que eles não sabiam que eu sabia da grande modificação que ia acontecer. Então, fiquei com a gratificação, e tornei a devolver as passagens e o contrato avisando que minha decisão infelizmente, era irrevogável.

Pensei que seria capitulo encerrado em minha vida, pois sequer imaginava que um dia iria escrever minha história africana.

E agora, sinceramente, lamento não ter feito anotações do que vivi lá. Tive que buscar no cantinho da memória as lembranças do que lá passei.

UM BRASILEIRO NA ÁFRICA, relata com fidelidade o que vivi num país que se chamava Congo, mudou para Zaire, e voltou a ser Congo... Como eles estarão lá?

Caso este livro chegue às mãos de alguém que ainda lá esteja, ou que lá tenha vivido, e que chegou a conhecer o “Brasileiro do Hasson”, que receba o abraço que não consegui dar quando resolvi voltar de vez para o Brasil, com muita saudade, e boas lembranças das aventuras lá vividas. Ao escreve-las, algumas vezes tive que parar, para deixar que a saudade falasse através de algumas lágrimas que teimosamente acompanham boas recordações, principalmente os momentos vividos na convivencia dos amigos portugueses que sempre dedicaram uma amizade sincera a este brasileiro maluco...

Quem sabe um dia voltarei para rever locais, e talvez alguém que ainda lá esteja, e enquanto isso não acontece, procuro sempre fazer de cada dia,UM LINDO DIA, e às minhas queridas amizades, desejo o mesmo.

Na infinita graça e perfeição de existir,
diariamente recebemos como presentes de Deus,
possibilidades inúmeras de bem-viver, bem-servir
e avançamos, mesmo crendo estar inertes.
O pensamento a tudo influencia e um pensar sadio,
aliado a vontade criadora, lança um novo olhar
sobre o mundo em que vivemos e realiza prodígios.

De repente, eu descobri como é bom falar de criança, velocípede, bicicleta, autorama. Como é bom ter coisas bem simples, um abraço, ter amigos, café com pão e manteiga, passear no parque onde o verde passa a ser uma mudança de atitude. Um sentimento...

A perda de um ente amado, no primeiro momento, é uma dor que acreditamos não suportar, é como ver tudo desabar sobre nós; no segundo momento, é uma dor latente como um espinho na carne, é uma dor da saudade; num terceiro momento é uma dor da saudade, mas que é atenuada pela certeza da presença constante deste ente amado em nossos sentimentos com determinados sinais que provocam paz em nossos corações.

Nossa vida é como vela ao vento.

Por fora,
calma como brisa;
Por dentro,
turbulenta como Katrina.

Pelo que entendo da religião cristã, ela foi, e é, uma revelação.

Mas como foi possível que milhões de fábulas, histórias, lendas tenham se misturado tanto a revelação judaica quanto cristã e as transformado na religião mais sangrenta que já existiu?

Nascemos como um livro em branco, e ai começa nossa história cheio de alegrias e surpresas , pessoas vão e vem, algumas marcam, outras simplesmente passam. Cada dia um novo capitulo personagens se revezam, alguns deixam saudades outros passam despercebidos. O lado bom é que cada dia vivemos uma história diferente. Não deixe seu livro da vida terminar em branco.

Como não Amar
Como nao amar uma menina tão meiga quanto ela, doce, gentil, com nao me encantar com seu sorriso todos os dias, foi até engraçado como nos coheçemos, mas hoje ela me faz tão bem sabe, sabe quando voce encontra uma pessoa, que pode fazer sol ou chuva, o mundo pode estar desabando e sempre que voce pensar nela voce sorri, nada mais importa, a tristeza rapidamente vai-se embora, e uma coisa muito boa contamina o seu ser, então ela é assim pra mim, eu nao tenho medo de me arriscar por ela, nao tenho medo de enfrentar quem for, só pra estar ao lado dela, nao seria capaz de medir esforços pra ver um simples sorriso, no qual me deixa feliz por um dia inteiro e muito mais, sem falar no seu beijo. Ahhh.. que beijo (risos), Meu Deus me segura (risos, risos).. seu beijo gostoso, que me deixa com vontade de queri mais, seu abraço confortável, onde tenho vontade de nunca mais soltar, seu cheiro, toque suave de sua pele, Jesus de onde saiu essa mulher, apaixonado por ela eu sou, isso nao tenho sombra de duvidas, quero ficar com ela quiçá ate o fim de nossas vidas, se for de sua vontade.. Estou com muitas saudades, já não me aguento de ansiosidade para vê-la... estou contando as horas, há uns empecilhos que não querem que eu vá visita-la, mas com um pouquinho de desenrolo eu consigo chegar la, meu coração chega a acelerar loucamente enquanto escrevo tais palavras, já nao sei de onde sai tudo isso rs... quanto tempo não sentia meu coração bater mais forte por um alguem e agora só falta sair do meu peito pra dar um "-Oi" rs.. Ai ai, que saudades da minha bela amada!!

Boa Noite Minha Família do Bem!!!
Como falar de UM DIA FELIZ!!!
As vezes podemos falar... As vezes não podemos...
A resposta está no coração de cada um... Sempre...
Mas Eu posso Falar do Meu Dia Hoje Foi Muito Feliz, o de Ontem Também Foi Muito Feliz, para para dizer Todos os Meus dias estão sendo Muito Felizes...
Oi! Vou até me apresentar novamente... Muito prazer.
Meu nome é Felicidade, faço parte da vida daqueles que têm família, que tem amigos...pois ter todos é ser feliz...
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados de pessoas como vocês, pois viver assim é ser Feliz...
Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso é chamado presente...
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor; que acreditam que para uma história bonita não há ponto final...
Tenho uma união eterna com o Tempo...
Ah! Como ele é lindo, ele é responsável pela solução de todos os problemas, constrói corações, cura machucados, vence a tristeza... juntos, eu e o tempo, conquistamos amigas e amigo que vivem constantemente em nossos corações a Amizade, a Sabedoria e o Amor...
A amizade é a amiga mais velha, uma menina linda, sincera e alegre... A amizade brilha como o sol... A amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A amiga do meio é a Sabedoria... Culta, integra, sempre foi a mais apegada ao nosso Amigo... O tempo...
A sabedoria e o Tempo andam sempre juntos.
Agora o Caçula esse é o mais levado ... o nome dele Amor...
Ah! Como esse me dá trabalho... É teimoso... Às vezes só quer morar em um lugar...
Eu vivo dizendo: Amor você foi feito pra morar em dois corações, não em um apenas...
O amor é complexo, mas é lindo muito lindo, quando ele faz estragos eu chamo logo o nosso Amigo mais Velho, o Tempo...
E aí o tempo sai logo fechando todas as feridas que o amor abriu...
Uma coisa é certa, tudo no final da certo, se ainda não deu é porque não chegou ao fim... Por isso, acredito no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor... Aí quem sabe um dia eu: A Felicidade, não bato na sua porta.
“As marcas do tempo podem trazer felicidade ou apenas uma triste lembrança, mais sempre uma esperança para seguir em frente...
O coração é quem fala..meu coração esta repleto de amor...
Sei que daqui dois dias estarei retornando para casa, e vou junto do meu coração, todos os momentos vividos, lindas lembranças... o que posso fazer, alem de sorrir e chorar ao mesmo tempo...
Dizer Obrigado ... Muito Obrigado por todo Amor recebido...
Alguns estão em fotos... outros não.. Mas muito Obrigado...
AMO VOCÊS...
Beijinhos nos ...

Eu sei como está sendo difícil o agora. Eu sei que a pressão te assusta. Que o futuro te sufoca, mesmo longe. Eu sei que tem sido complicado ser forte sempre. Eu sei o que se passa. Porque acredite, há pessoas que estão na mesma. Há pessoas que estão piores. Há pessoas que não conseguem ser forte como você. Mas olhe para você, você é guerreiro. Você é forte. Você aguentou até aqui, e isso só prova que você pode passar por coisas piores. Como dizia Cássia, "o pra sempre, sempre acaba". Pense nisso como uma forma positiva. Os momentos agora são ruins, mas há o fim. Você só precisa continuar sendo forte para chegar até lá. Não temos a oportunidade de vivenciar isso novamente. Viva. Seja triste ou feliz. Viva. Chore. Transborde. Grite. Faça paz. Faça caos. Faça amor. Chore por dor. Aprenda com o erro. Persista e seja melhor. Viva. Apenas viva. Porque o amanhã é futuro. Futuro não se muda. Futuro não se vive agora. Viva o presente. Por mais difícil que esteja, viva. Viva por quem não conseguiu. Viva por você. Todos os dias lembre-se que há fim. Isso passará. Tudo é passageiro, inclusive você. Apenas viva. Conviva. Aproveite. Não se culpe pelo passado, você agora tem chance de fazer melhor no futuro. Apenas viva.

⁠Dizem que a vida é um sopro, passa rápido demais como um carro veloz numa estrada boa.Engraçado é que essas mesmas pessoas jogam coisas pela janela do carro, em alta velocidade, e querem voltar para encontrar na estrada.


Acha não...

E se esta noite fosse a minha última? E se eu partisse, como seriam suas lágrimas? E se o eco do silêncio batesse à sua porta, clamando por redenção? E no vazio da ausência, sentiria o eco da minha presença? Bem, talvez não.

⁠"A vida é ínfima, sopro divino, como gotas que caem do céu, refrescam os entes e humildes retornam pras nuvens, pro céu, pro Pai"

⁠Escrever é um vício
Um droga de desgustações verdadeiras e inventadas
Consome como refúgio do mundo das sensações inúteis
Alimenta a esperança, uma luz no final do abismo
Escrever para ignorar o caos da modernidade.

Nunca despreze ninguém, afinal de contas não sabemos como será o dia de amanhã. Algumas pessoas no momento presente podem não nos oferecer muito, mas num momento futuro podem estar frente à porta do nosso sucesso, controlando quem entra e quem não entra.

Não sejas como uma mera existência do acaso.