Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Olaaaaa P d G!!!! Procurando uma música que pudesse lhe dizer como me sinto com relação à você neste momento, me deparei com a trilha sonora daquele que sabemos bem, tem lhe inspirado um pouco nos últimos meses e não por acaso quando o vejo, aguça ainda mais a saudade de você...além da batida ser linda, me chamou atenção os breves trechos que o meu inglês nada fluente rsss permitiu entender, mas então fiz uso do nosso estimado google tradutor e pude ver que era exatamente o que eu procurava...Se puder ouça Love Someone -Jason Mraz, quem sabe assim como diz na letra tenhamos uma noite para ououvi-la juntos e poder considera-la na íntegra.
Ainda sobre o ultimo evento, gostaria de poder apertar no replay e vive-lo quantas vezes eu quisesse. Tenha certeza, essa tecla seria apertada varias vezes, aliás filosofando um pouco rsss podemos comparar cada evento vivido, como se estivéssemos gravando um cd,onde todas as faixas são maravilhosas, óbvio que sempre haverá as faixas preferidas, mas nesse caso seria um trabalho árduo escolher, pois todas são lindas e incomparáveis,embora a gente sempre pense que a última é a obra prima, gravamos uma seguinte e percebemos que sempre pode ser ainda melhor. Então eu gostaria de reviver o cd completo inúmeras vezes e continuar gravando faixas ou eventos oportunamente, como tem sido... Agora passo o "back" pra Vc Rsss.... Te...tanto, tanto e casa vez mais...Bjos
Sabem porque Amo o Olhar dela?
No Olhar dela existe tudo que uma pessoa quer ver como a marca da tristeza, odio, alegria, ternura, paixão e Amor.
Eu amo o Olhar Dela.
" Quero ti namorar" Disseste que não"
falei que não aceito não como
resposta..!voçê me
mandou por "inferno" Mandei-te
um relogio perfumado num
"papel" cheirando "rosa" mas voçê
deitou, pedi uma foto tua, enviaste
e Eu recebi, rezei por ti voçê me
praguejou, viajei a procura de ti
mas não te encontrei, pedi à Deus
pra vc voltar e ele concebeu,
hoje eu estou sorrindo perto de ti.
A natureza está ensinando o verdadeiro amor, o sol está ensinado realmente como amar.
Amar o que sempre esteve e estar o nosso lado, esta dentro está fora só quem realmente é sábio saberá que é, o que tem valor ..
- Menino Freire
Como é triste ter o caminho cruzado pelo fim. O fim do que não fomos. O fim do que poderíamos ter sido. O fim dos beijos que não demos. O fim das carícias que não trocamos. O fim do fim que não tivemos. Entenda meu bem, esse fim chegou. Mesmo não tendo algo para colocar um fim, e é exatamente isso que me entristece. Não ligue quando alguém estiver falando de mim, ignore apenas. Não se importe quando ocorrer um clássico entre os nossos times e você se lembrar de quem torce pelo seu rival. Não dê a mínima bola quando ouvir a música do meu ídolo no seu celular, a música não me pertence. Não se preocupe quando o meu status no WhatsApp for dedicado para alguém, esse alguém não é você. Finja que não me viu entrar no mesmo ambiente que você se encontra presente, apenas finja. Falando em fingir ... Finja que esse é o fim do fim que nunca existiu. Você saberá fazer isso, acredito em você. Cheio de garra e capacidade para conseguir o que quer, se quiser muito fingir não se importar, e muito menos ligar para a existência de alguém que já transbordou de paixão por ti, fique à vontade. Entenderei e é o mínimo que te peço depois de tudo que aconteceu. Meu bem, entenda, você me perdeu. E por mais que eu ainda queira que você me encontre, volto em mim e lembro que esse é o fim do fim e então eu só aceito. Chegamos ao fim. Qual fim? Aquele fim que nunca teve começo. Qual começo? Aquele começo que nunca teve fim, muito menos começo. Siga! E não me olhe, não me veja, não me ligue, não me seja, não responda as cartas da minha existência. Feche os olhos e apenas sinta o beijo que te mandei através do vento, carregado com uma palavra tão dolorosa e ao mesmo tempo tão justa: ADEUS!
Nas glebas férteis de tua alma, jamais plante aquilo que não quer colher; Tal como os vegetais, as lamúrias também brotam.
A felicidade de está com alguém é como o vento que sopra uma folha de árvore, as vezes vem, as vezes vai. Cabe a você agarrar a folha certa e não deixar o vento levar de novo.
Correndo minha primeira meia maratona (21.097,5 metros) no Rio de Janeiro em julho de 2010
Como cheguei aqui poderá ser um dia contado. O fato é que, enquanto escrevo, os 21,1K (K = Km) já se foram e deixaram uma sensação de felicidade, satisfação e de capacidade de superação (sempre me achei um vencedor,um sobrevivente e a corrida resgatou em mim este sentimento de uma forma muito profunda)
Chegando ao Rio o tempo estava fechado, frio e chuvoso, prenuncio de uma corrida debaixo de muita água. A princípio estava tudo bem, pois gosto de correr na chuva que lava minha alma. Depois dos percalços ocorridos desde janeiro, ali estava eu a menos de um dia da minha tardia primeira meia maratona. A ansiedade apareceu já no desembarque e ao chegar ao saguão de entrega dos kits ela aumentou e se misturou com uma sensação incrível de pertencimento àquele lugar. Com tudo resolvido, encontrei amigos antigos, recentes e alguns novos. Como é bom ter amigos! Infelizmente alguns não puderam ir e não encontrei todos que deseja. Retornei ao hotel e o sábado foi de passeios, descontração e “relaxamento”, mas a ansiedade teimava em não me deixar e a cada minuto que se aproximava o momento da largada ela aumentava. Fui dormir cedo, pois a jornada começaria de madrugada no dia seguinte.
O despertador toca às quatro da manhã e começa o necessário ritual de preparação para a corrida naquela madrugada fria e chuvosa. O ônibus da prova me leva até o ponto de partida na Barra. Lá, o frio foi me acompanhar com uma chuva fina e muito vento. Ao meu lado se aquecia a ansiedade que dizia que correr iria.
O tempo de espera passou e deu-se a largada, momento em que comecei a caminhar, pois até chegar ao pórtico não era possível correr devido a tanta gente que lá estava assim como eu. Ao passar debaixo do portal da largada não sei o que se deu, mas a ansiedade parece ter ido tomar banho de mar e desapareceu.
Largada na praia do Pepê e logo uma subida pela ponte que me leva a uma vista linda (No RJ saindo da Barra e indo para o Flamengo só se pode olhar para a direita) e a cada Km percorrido aproveito a vista, observo os corredores e tenho insights sobre minha vida. O primeiro momento de euforia se dá no final da subida da Niemeyer que subitamente chegou e eu nem percebi. Simplesmente passei direto e pronto. Seguindo para onde meus pés me levavam fui passando por todas as praias, e em Ipanema logo pensei que mais da metade já havia ido e que faltava agora menos do que o que eu já havia percorrido.
Passo por Copacabana e Botafogo sem prestar muita atenção, pois estava concentrado demais para me distrair e surge então a placa do Km 18. Alegria vem forte e me lembro da volta da Pampulha, olho o cronômetro e meu tempo esta abaixo daquela prova, mas ai também aparece o fantasma da câimbra assim como lá. Diminuo o ritmo, mas também como lá me recuso a parar e sigo em frente.
A chegada, ao contrário, parece ficar mais distante. Mantenho o ritmo, insisto, cada pé puxa o outro e começam a aparecer as tendas e as pessoas no meu campo de visão. Não tenho mais como parar. Vou me aproximando da chegada e uma sensação inexplicável de felicidade, bem estar e superação vai tomando conta de mim. Os últimos metros corro sorrindo quase rindo e ao cruzar a linha de chegada sou uma pessoa diferente, mudada onde se fez necessário, mantendo os valores fortes e que vislumbra uma vida cheia e plena de felicidade e desafios. Não sei explicar o sentimento que isto representa, mas posso garantir que vale a pena percorrer o caminho para encontrá-lo.
O tempo é a sucessão de fatos, e não o passar das horas e dos dias como o relógio e o calendário tentam nos convencer. Nosso tempo é marcado por momentos e não por minutos. É registrado na lembrança e não no cronômetro. E o tempo passa mais rápido ou mais lentamente, de acordo com a qualidade dos momentos.
A medida que envelhecemos e ficamos doentes, somos tratados pela maioria como mercadoria, com prazo de validade vencida, ou perto de vencer,
as vezes somos descartados, como uma peça já sem utilidade, ai então nos colocam num canto qualquer até virarmos comida de traça.
Retirou-se, cabisbaixo, como se nossa história fosse sem começo, nem fim. Eu deixei cair algumas lágrimas em silêncio, acho que era a minha dor, a minha maneira de assimilar que me dei por vencida, pensava que uma batalha perdida fosse o fim de uma guerra. Não sabia que meu amor não acabava com um ponto final, só colocou fim a nossa confiança, ao nosso laço, as nossas conversas, aos nossos olhares apaixonados e nossos beijos iluminados. Ele foi embora pensando que havia terminado, e não foi assim, só acabou para ele, fui eu que deixei de existir no seu mundo, a que deixou de ser a única, a que deixou de ser “perfeita”, amada, respeitada, a confidente de todos os seus segredos mais sombrios. Eu o observei, parecia estar bem e inteiro. Por dentro eu estava esmagando e gritando, me rasgava a pele e tentava apagar seu nome que permeou minha pele como tinta. Para mim, ele continuou aqui, no meu coração, por muito mais tempo. Não sei quanto tempo passou desde que o nosso sempre se converteu em nunca e me tornei em um holograma monótono, no meu quarto, sozinha, encolhida, assustada, com a constante sensação de que meu corpo iria partir em mil pedaços. Sei que seu nome, corpo e alma, formam parte de algo tão grande que incluo quando olho as estrelas e a lua, e elas me sorriem. Espero que esteja pensando em mim, espero que se lembre de quem era comigo e de que nunca o esquecerei. Então me deixe, eu sempre te amarei…
Onecina Alves
Eu poderia ser como vc deseja! mais não serie.Pois tenho meu caráter minhas vontades meu orgulho! Não tente me mudar, vc vai perder o seu tempo!
Amo como se não houvesse outra coisa a fazer. Amo como se fosse a única razão do meu viver. Amo por me sentir mais leve. Amo exatamente como se deve: amor puro e sincero, bonito e eterno. Talvez um dia eu descubra um motivo para não amar, porém, se descobrir, só peço que me dê amnésia rapidinho.
Teimosia x Obediência
Autor: Elias Torres
Como é difícil ter de conviver e trabalhar com pessoas teimosas! Elas não aceitam sugestões, nem mesmo quando toda a equipe não concorda com elas. Esta atitude é uma forma de egoísmo e orgulho que pode atrapalhar o bom andamento do trabalho, acabar com amizades e projetos.
Quem é tão inflexível não demonstra humildade e não é bem-visto pelos outros, já que ignora o significado de união, perdão, bem comum. A teimosia tem cheiro de insensatez e de rebeldia, enquanto a obediência lembra prudência, luta, trabalho, dedicação e vitória.
Quantos são teimosos, sofrendo e fazendo com que os outros sofram, tornando-se pessoas arrogantes, chatas, indesejáveis – e sozinhas. Deviam ouvir mais e obedecer! Há também aqueles que são teimosos em relação a Deus. Conhecem sua palavra e sabem o que seria correto, mas preferem fazer as coisas do seu jeito.
Agem como aqueles que constrói sua casa na areia, como diz o texto de hoje – e como será grande a sua queda! O homem só será sábio se temer a Deus e for obediente à sua palavra. Assim, agirá como aquele quem constrói sua casa sobre a rocha e não precisa se preocupar com a força do vento e as tempestades, pois ela não cairá. Quem age assim reconhece sua dependência de Deus e assume seus erros perante o próximo, sem teimar.
Não devemos ser teimosos, seja em nosso relacionamento com as pessoas, seja em nossa vida espiritual. Deus espera que sejamos obedientes a ele, não obstinados. Enquanto insistimos em nosso caminho, estaremos longe do Senhor e de tudo o que uma vida de obediência e amor pode nos dar – no final, a vida eterna.
Se você tem agido com teimosia, mude de atitude! Se tem de conviver com pessoas teimosas, ore por elas, para que compreendam que o melhor caminho a seguir é o de Deus!
Desobedecer a Deus faz mal; desobedecer com teimosia arruína a vida.
Leia o Evangelho de São Lucas capitulo 6. 46-49.
Por que vocês me chamam “Senhor, Senhor” e não fazem o que eu digo? Lucas 6.46.
Texto extraído do livro Presente Diário 14
Como se vai apagando
Uma hora se vai algo pequeno e o pequeno não aparece mais, outra hora, outras coisas que o tamanho já não importa, pois a porta apesar de aberta não vê mais passar por ela coisa alguma que a atravessou um dia, uma hora, um momento. E assim um pontinho vai virando algo irreconhecível, uma nova figura, um novo desenho do lado de fora perdido na imensidão e do lado de dentro vazio. Palavras são ditas, atitudes são tomadas, consequências inesperadas por mentes pequenas que só conhecem e reconhecem a si mesmas.
Assim a chuva chega e lava e apaga os traços pelo caminho e depois de muito caminho andado não se tem como voltar, pois as migalhas demarcadoras já não estão lá. É como uma ideia que parecia incrível, fantástica, de tirar o folego que rapidamente se expressa com o grafite roçando o papel e neste roçar para lá e para cá. Freneticamente as linhas vão sendo escritas seguindo a empolgação que vislumbrou algo incrível no final onde a vista e coração alcançam. A cada palavra sobem os batimentos, emoções se acumulam, prazeres são experimentados e vivências são sentidas.
A pequenez de um ouvido que só ouve a se próprio vai corrompendo os atos, arrancando a empolgação, desmanchando as emoções, desmontando a sensação do que poderia ter sido, mas não foi. Perdido em meio a simulados, desatenções, descuidados, elucubrações irreais da falta da justa medida da igualdade da vida. Sentimentos escondidos nos ocos das árvores, mentiras expostas em vitrines coloridas, verdades protegidas por emaranhados espinheiros.
O grafite quebra, a folha rasga, o folego sustenta a corrida para longe, a linha se vai com a borracha, o vislumbre encara frente a frente a realidade e tudo vai se apagando. E tudo vai se transformando, a árvore podre cai, o espinheiro sede, e como no fim do carnaval as mascarás caem.
Tudo limpo, tudo claro, a chuva lava e alimenta, a lua cumpre seu ciclo e o sol deita a energia, o velho se transforma em húmus para alimentar de experiência o jardim. Ali então começa a surgir novo bosque, mais belo, mais forte, mais verdadeiro e escancarado, sem ocos, sem buracos, sombras belas, linhas novas iniciam novo livro, novos capítulos.
Na beira do ponto final desse ciclo universal, as lembranças mais fortes vem. É como se você estivesse em uma noite apenas a ouvir gotas de chuva caindo, e relâmpagos seguidos de trovões tenebrosos.
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