Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Sei como te fazes
procurar pelo ar atmosférico
numa atribulação
formando delicadas
palavras clandestinas.
Basta fazeres-te naqueles dias
sem regaço à chuva
para simpaticamente assumir
a melancolia desfeita
como a tocar as alturas
sobre tremendas paisagens
a incidirem gentis, calmas, isoladas
e algumas letras
sem alívio sabotagem.
Ou pouco ninguém
diabolicamente se cantará
no instante da matéria a rodear
o peso bárbaro das mãos em espasmos.
Pedem pois vidas maravilhosas,
fazendo renascer o sopro casto
virado para dentro do pulso cantante
e bailas perante os teus dedos espantados
despenhando-os na pureza da carne a furar
a esplêndida noite dita
durante a curva do sangue intenso,
como se procurasse
a estabilidade daquilo que encontrei
porque tu, numa voz, o perdeste.
Senão,
encontras a luz esmigalhada
contra a pele
a estrangulá-la na fímbria
à cabeça crepuscular adentro.
Virarias um rolo de papel sôfrego
que não se percebe
enquanto atravessa naquela comoção
da próxima curva abstracta, céptica, iminente,
ensinando à parte,
quanta estrada chumbo
cheira os ganchos
quando roçam a ventania curiosa
entre corpos fortes.
Nem mesmo com a parada
de desejadas chaves frágeis,
em turbilhão,
por se fecharem,
inventas toda essa estrada de vitalidade
a manquejar pormenores sábios
mas realmente o farás
como outras palavras esgravatariam
o céu inteiro lá pelos lados empurrando
certas maravilhas que gráceis brilham.
Deitas-te entre joelhos
na dança de meus lábios deslizantes.
Como num edifício de bruma redonda,
ardes toda a boca pousada
onde o beijo me procura
e te sabe.
É inexplicável como sou iníquo por não me
conseguir sentir boiar em minha carne abandonada
e a lâmina que a vai cortar anda aos rodopios nas
margens do ribeiro dormindo rachado até magoar.
morre neve lá fora como uma espécie de absorvente
barro, no entanto, se eu estivesse no decurso da
cor do adro faria-me rosa-pérola glaciar.
Uma vez
atei lençóis ferrugentos
aos membros lisos
da claridade daquele céu tatuado,
como deslizava lasso ao longo
da corrente sanguínea
de um qualquer envenenamento.
Após sobrepostas vibrações
retalharem a sombra da minha fechadura.
São terríveis os afectos.
ainda quebras o cheiro
das plantas apaixonantes
desdobrei-as no martírio
como envenenamento da minha triste escrita
olhei-me sob o deserto silêncio azul-esmalte
à procura, resoluto, da selva espalhada no desprezo
em que meus olhos vergastados navegaram...
Matemática...
Nada como estudar a matemática. A matemática do olhar, álgebras que resultam em palpitações cardíacas que justificam o porquê da teoria das funções lineares.
Um sorriso entre lábios que equaciona uma incógnita, ou frações de segundos que multiplicam uma risada.
Na nossa matemática, nada complicada, é tão bom poder fatorar. Dividimos as tristezas e alegrias, mas multiplicamos a vontade de vencer todos os dias.
É como estudar a velocidade dos seus gestos e calcular o peso do seu toque nas folhas brancas rabiscadas de azul. Números que se misturam e se envolvem em progressões aritméticas.
Como não ser viciado em estudar? Em estudar o seu sorriso, o seu olhar, o seu falar...
Ah, a matemática...
TRAÇA
A traça que nos retalha a alma,
tem nome origem e função:
Saudade.
Assim como o cupim, que
faz pequenos e doloridos furos
em um esmiuçado coração.
Ambos nos deixam podres,
frágeis, sensíveis e idiotas.
Consequencia de uma grande paixão
MULHER É COMO NUVEM
Mutante...
Hora carneirinho
A bela adormecida
Hora passarinho
Madrasta enfurecida...
Mutante...
Hora cão raivoso
Bruxa ensandecida
Vira tempestade
Com vento tenebroso...
Mutante...
Desaparece num instante
Dá lugar ao sol, bondade
Volta segura, saltitante
Algodão doce, de verdade...
Mutante...
mel - ((*_**))
Eu queria poder entender certas pessoas ,mas acho nem elas se entendem como eu poderia não é? Então fico ali do lado sem entender mesmo, doando melhor de mim sem esperar muito alem do que a Frase : Eu estou feliz !
Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Josué 1:5
Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta; Hebreus 6:18
As vezes a vida cansa;
Como criança que não deseja parar de brincar;
Fico esmagado, moído e exausto;
Querendo um atalho, um caminho menos árido e mais gentil;
Queria uma vida menos criança e mais vó, cheia dengo, doce e risada;
Encaramelada de tanto amor;
...Triste como uma flor de cerejeira , que não vê nada para o futuro , e que o passado ainda está a castigar , apenas aguardando o momento em que a morte possa finalmente sua triste vida julgar...
Quando eu era criança, sonhava em ser tantas coisas!
Não me preocupava como eu iria alcançar, apenas sonhava!
Mas o tempo passa e tudo muda. Assim também mudou o meu jeito de olhar para o futuro.
Está tão distante, tão longe, tão difícil!
Não, impossível não, porque sei que o impossível não existe pra quem tem fé!
Mas entre tantas escolhas à se fazer, e se também pudesse voltar.. queria voltar a ser criança!
Tem pessoas que dizem acreditar em final feliz. Agora me diz... Como ficar feliz com algo que acabou?
A grande verdade é que perdemos a chance de nossas vidas. Nunca mais alguém estará em mim como estive em você. Deixei um pedaço de mim ai dentro. E você ficou inteira dentro de um pedacinho de mim. Agora viveremos assim. Um dentro do outro, pra garantir ficarmos bem.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
