Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Como Ser Feliz no Brasil




O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.


O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.


Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.


O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.


E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.


Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.


Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.


A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.


E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.


O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.


Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.


E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.

⁠"A ansiedade é como uma tempestade que chega sem aviso,
bagunça pensamentos, acelera o coração e rouba o fôlego.
Mas, assim como toda tempestade, ela também passa.
Respirar fundo é como lançar âncoras no meio do caos,
lembrando que dentro de nós existe um lugar calmo,
onde a vida desacelera e o medo perde a força.
Eu não sou minha ansiedade.
Eu sou a coragem que permanece mesmo quando ela chega."

Se porventura desejar tal maneira de viver, pensaste que tudo não será como quiser, porém não deverás se arrepender no futuro.

Eu a admirei em silêncio, como quem contempla uma estrela distante, bela demais para tocar. Durante tanto tempo fui apenas um olhar perdido na multidão, enquanto ela era a presença constante no meu coração.


E então, quando já não havia expectativa, o destino soprou diferente. Não nos aproximamos em passos, mas em sentimentos. Foi como se as nossas almas, antes desencontradas, finalmente se reconhecessem no meio do caos do mundo.


Hoje, mesmo longe, há algo sereno e verdadeiro entre nós... uma conexão que não precisa de mãos dadas para existir, porque nasceu onde tudo é eterno: no encontro das almas.

Hoje, meu espírito é a Sonata nº 14 de Beethoven, primeiro movimento, não como música, mas como um luto que respira, um luto que anda comigo pelos corredores escuros da alma, onde sombras sem rosto vagam em silêncio, arrastando correntes invisíveis feitas de memórias que doem, de nomes que já não ouso pronunciar, de sonhos que apodreceram antes mesmo de aprender a nascer, e cada nota que ecoa dentro de mim não consola, apenas confirma que ainda estou aqui, inteiro por fora, em ruínas por dentro, como uma catedral abandonada onde o vento reza no lugar de Deus, e essas sombras passam por mim como se me reconhecessem, como se soubessem que pertenço ao mesmo lugar que elas, um território onde a esperança é uma palavra estrangeira e a saudade é idioma oficial, e eu caminho nesse adágio eterno com os pés feridos, carregando um coração pesado demais para ser chamado de vivo, leve demais para ser chamado de morto, apenas existindo, apenas suportando, enquanto o mundo lá fora insiste em girar como se nada estivesse quebrado, e aqui dentro tudo é escombro, tudo é noite, tudo é um piano tocado por mãos que sangram.

A saudade não chega devagar,
ela atravessa a porta como quem tem direito. Não traz esperança, não oferece consolo, só deixa o impacto seco de quem já perdeu. É memória sem afeto, é amor sobrevivendo em forma de dor.

Você me dói. Me dói como quem entra pela ferida já aberta e dança nela de sapato sujo. Me dói como febre que não quer ir embora, como saudade de um toque que nunca veio. Eu queria te amar com leveza, mas você me amarrou a um piano e me jogou no fundo do mar — e agora toda vez que tento respirar, sai uma melodia de dor.

Não uso a dor como tema, uso como tinta. É a partir dela que desenho os contornos do que ainda resta de mim.

Existem dias em que parece que tudo desmorona, que nada acontece como sonhamos, que talvez fosse melhor nem ter saído da cama, sim, há dias difíceis, dias que pesam, que machucam, que testam a nossa força, mas são justamente nesses momentos que precisamos, mais do que nunca, erguer a cabeça, respirar profundamente e dar mais um passo, é nesses dias que devemos escolher sentir a vida com ainda mais intensidade, deixar o vento tocar a pele como um abraço, sentir o calor do sol como esperança renovada, perceber a grandeza escondida nos detalhes mais simples, porque o verdadeiro segredo está aí, em aprender a florescer no cotidiano, a encontrar luz mesmo quando o céu parece nublado, a transformar o comum em extraordinário. Ser feliz não é esperar dias perfeitos. é decidir viver com coragem, fé e entrega, principalmente quando tudo parece dizer o contrário.

Para saber como é a velhice, só chegando-se a ela!!!

Se fala tanto na tal Política da Boa Vizinhança, mas como fazer isso, se vizinhos saem com seus cachorros e vão emporcalhar os portões e calçadas de todos moradores do bairro?

Guardiões de energia: Os gatos são vistos como protetores dos lares, com uma missão espiritual de cuidar da energia e da proteção dos seus tutores.


Sensibilidade ao mundo espiritual: Eles têm a capacidade de perceber o invisível e são considerados guardiões de ambientes, especialmente aqueles com gatos pretos, que são descritos como muito sensíveis a energias.


Transmutação de energia: Os gatos podem canalizar energia para harmonizar ambientes, transmutando energias densas em sutis, como se fossem "reikianos" por natureza, segundo algumas interpretações.


Rejeição à superstição: Chico Xavier refutava a ideia de que gatos pretos trazem azar, especialmente em superstições como a da sexta-feira 13, afirmando que o que importa é a vibração de cada um.


Companhia e afeto: Ele também enfatizava o papel dos animais como companheiros e a importância do amor incondicional, destacando como os gatos, em particular, podem oferecer conforto através de sua presença silenciosa e intuitiva.

Se alguém está nessa situação, é porque ela se colocou nela.
"Como meu avô dizia: se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, deixe-o lá, porque jabuti não sobe em árvores."
Ou seja: Ele que se vire!!!!

Na minha vida toda, o que mais me preocupei foi não dar trabalho para outras pessoas, como pais, irmãos, cunhados (das) etc...!!!
Mas tem pessoas que levam a vida como vai vai, se lixando se depois vai sobrar para os outros as encrencas que se meteu!!!
Aí vem pedir ajuda com aquela arrogância, como se todos tem que arcar com suas IRRESPONSABILIDADES!!!

A inveja, a fofoca, a maledicência, enfim, toda MALDADE: "É como uma Procissão, sempre volta ao local de onde partiu".
Então fique atento, quando sua vida começar a ficar toda atrapalhada, sem sentido, faça uma retrospectiva das suas ações e suas falas, nas Redes Sociais, no Whatsapp, lá quando você fala do DIRECT!!!

Jair Mello Rodrigues de Oliveira, conhecido como Jairzinho estudou música nos Estados Unidos durante cinco anos.
Quando voltou para o Brasil deu uma entrevista numa rádio, o entrevistador perguntou: Jairzinho, qual a diferença dos EUA com o Brasil?
Ele respondeu: As diferenças são inúmeras, mas vou citar só uma, lá na rua onde eu morei se um morador deixasse as fezes do seu cachorro na rua, a rua inteira vinha na frente da sua casa protestar, já aqui no Brasil se isso acontecesse e você fosse reclamar, a rua toda viria na sua casa e poderia até ser depredada!!!

Não queime a largada como a lebre, o sucesso quase sempre andará a passos de tartaruga.

A beleza e a vulnerabilidade de uma flor nos faz jardim. Não há como não se inspirar nas cores, no perfume e na leveza que a natureza nos dá.
É possível ser primavera , mesmo que o deserto seja demorado.
É possível ser verão, mesmo que o outono nos acolha.

⁠" Preciso ir ...⁠

Agora sou como Alice no país das Maravilhas, lutando contra o tempo, preciso chegar no objetivo mas sempre me distraiu com algo interessante no meio do caminho e vem o coelho para me dizer que o tempo voa. As bolachinhas da estatura de Alice, só podem ser Ritalina para focar.

Lá fora, a água desenha o caminho,
enquanto aqui dentro eu desenho você.
Penso em como o mundo seria sozinho,
sem a doçura que seu gesto oferece.
Não é só o brilho, é a firmeza do passo,
essa bondade que não pede vitrine.
Onde muitos cansam, você faz o abraço,
e faz com que a fé em nós dois se ilumine.
Suas virtudes não são ouro ou prata,
são flores que crescem no meio do vento.
Uma alma tão nobre, que o tempo não gasta,
que é porto e abrigo em todo momento.
A chuva lá fora só molha o caminho,
mas o seu coração é o que faz o jardim.
Te amar é saber que nunca estou sozinho,
é ter o melhor da vida em mim.