Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Tudo Para com todos

Os evangélicos devem moderar o seu discurso, tanto em relação a morte do papa como em relação ao evangelho! São Paulo dizia "fiz- me tudo para com todos... Fiz- me judeus para os judeus... E eu faço isso, por causa do evangelho "! Isto não importa as nossas convicções do evangelho! O apóstolo fez isto! Nós temos que fazer, muita coisa pelo evangelho! Mas nunca lançar logo as pessoas no Inferno! Por exemplo em relação a Fátima! Que tal os evangélicos darem apoio aos peregrinos nas suas caminhadas a pé. Médicos e enfermeiros podiam ajudar os peregrinos, em tudo o que diz respeito às várias lesões nos pés dos peregrinos. Deixemos de pôr uma faca a garganta dos Católicos. Pois não é esse o caminho.

A salvação que nós dizemos que temos, não sai de nós, por amarmos os outros. Só mais uma " com vinagre não se apanha moscas"!

Só mais uma coisa! Os evangélicos têm consciência que vão ao tribunal de Jesus Cristo? Lá vai haver algum juízo ou não? Segundo Romanos 2 Há salvação em outras religiões por meio Jesus Cristo ou não? Afinal os evangélicos são tão perfeitos!? Vão ser todos salvos? Muito mais há a dizer sobre tudo isto.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Todo silêncio tem o seu motivo e também o seu limite.

Inserida por MonikeAlves

Distinta das Demais

Seu andar
Não se promovia
Em pisadas convencionais,

Constituíam exímios
Passos coreografados.

Dispunha de algumas manias,
Que a diferenciavam salientemente,
Ainda mais das demais.

Bem como a incapacidade de falar baixo;
Assim como dissera antes,
Ela adorava estremecer os ambientes, Com timbres vocais apurados,

Naturalmente superiores,
Quase que como um sétimo sentido;

Pois o sexto, já fora acima referido, Sendo algo próximo
Da autopromoção inconsciente.

Não que fosse um problema para ela,
Pois parecia tratar-se de uma aliada, D
as atitudes que constrangem outros
E jamais a constrangiam;

Parecia ser desprovida de timidez.

Ela simplesmente alimentava,
Em seu grau mais elevado,
O arbítrio alforriado,
Da adocicada libertinagem.

Senhorita, desprovida de timidez,
Uma em milhões, distinta das demais,
Convertia sutileza em nitidez,
Exageradamente, distinta das demais.

Inserida por michelfm

Enquanto eles lutam
Para manter seu trono,
Nós lutamos
Para destroná-los.

Inserida por michelfm

Seu andar
Não se promovia
Em pisadas convencionais,

Constituíam exímios
Passos coreografados.

Inserida por michelfm

Ela simplesmente alimentava,
Em seu grau mais elevado,
O arbítrio alforriado,
Da adocicada libertinagem.

Inserida por michelfm

A Lenda do Guerreiro Urbano

Sua cama o pavimento,
Seu cobertor a lua minguante,
As paredes de cimento
Com grafite cintilante,

O tapete do seu quarto
É o córrego borbulhante.
O pontilhão é o limite
Cortando as artérias.

Rompendo o fatigante,
Nos becos crescem bromélias.
Um fato relevante,
Um relato fascinante !

“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente.”

Em sua carruagem
Revestida de papelão,
Recomeça a viagem
Costurando o ribeirão.

As vielas são inseguras,
Mas já foram o seu lar,
Identifica as figuras
Rascunhadas num pilar.

Seguindo o segmento
Sua pupila se dilata,
Quando vê e fica atento
A um latão em movimento,

Descendo violento
Na enxurrada que arrebata.

Se aproxima desconfiado,
Em um instante repentino,
Ao latão agarrado
Ele nota um menino.

Se atira no rio sem pensar,
Então pensa em não se afogar
E nadar, nadar e salvar.

Descendo a corredeira
Depois da trovoada,
Atitude guerreira,
Um arco-íris na alvorada.

Não pretendia ser famoso,
Não almejava ter dinheiro,
E um desafio fabuloso
O transformou em um guerreiro.

Ele nadou, venceu e salvou
E o menino viveu e voltou,
Para contar a lenda...

“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente.

A Lenda do Guerreiro Urbano.”

Inserida por michelfm

Sua cama o pavimento,
Seu cobertor a lua minguante,
As paredes de cimento
Com grafite cintilante,

Inserida por michelfm

O tapete do seu quarto
É o córrego borbulhante.
O pontilhão é o limite
Cortando as artérias.

Inserida por michelfm

As vielas são inseguras,
Mas já foram o seu lar,
Identifica as figuras
Rascunhadas num pilar.

Inserida por michelfm

Por toda a floresta refletia seu luar,
A sua imponência conquistava quem olhasse,
E o homem se mutava a ponto de uivar,
Deixou que a insanidade obscura o dominasse.

Inserida por michelfm

Pegue seu envelope,
Pague seu quinhão,
Então virá a galope a sua salvação.

Inserida por michelfm

A menina ainda não entendia,
Que seu futuro lhe pertencia.
Mas já despejava naquele estágio,
Lágrimas de alegria.

Pequena Preciosa,
Sei de sua trajetória,
Pequena Preciosa,
Brilha vitoriosa.

Inserida por michelfm

Seu apelido era uma piada, sua cor era parda,
Mas Branca de Neve já estava acostumada,
Pois desde jovenzinha tinha sido discriminada.

Inserida por michelfm

Serei Lince rasgando a neve,
No extremo do hemisfério.
Serás Alícia e serei seu coelho,
Guiando-a no chamariz das maravilhas.

Inserida por michelfm

⁠Deu-se por satisfeito, visto que
Com efeito, percorreu seu trajeto inabitual.

Inserida por michelfm

⁠Escritos

A rajada gelada cortava seu beiço,
Estava gripado, tomado de tosse,
Cada pisada causava um tropeço,
Parábolas eram sua única posse.

Um bípede barbado,
Com roupas sovadas,
Cabelo cacheado
E calças rasgadas,

A frase lúdica que ele repetia,
Não era música, não era poesia,
Mas a enfática que ele pretendia,
Era sua voz rouca quem transmitia.

São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.

Não surpreenda-se
Com o que não é surpreendente,
Estamos muito surpresos ultimamente.

O conformismo é o lar do que não foi,
Resguardo para o que jamais será.
O maior problema que ao crescido cabe,
É alimentar a presunção de que tudo sabe.

São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.

Inserida por michelfm

⁠Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.

Inserida por michelfm

⁠As mais novas odiavam-na, por seu desleixo, que ainda assim e talvez graças a isso, hipnotizava os machos civilizados, queriam matá-la e o faziam em suas mentes invejosas, queriam ser ela.

Inserida por michelfm

⁠Lavou seu rosto na bacia,
Escovou os dentes,
Arrumou seus lençóis,
Calçou os sapatos de feltro,
Após colocar as meias de algodão,

Inserida por michelfm