Vivo pra Mim
Eu vivo para não morrer
Mesmo morrendo de sem viver
Como queria não esperava acabar
O amanhã fundando hoje, meu último dia.
FILÓSOFO NILO DEYSON
FILME
Há dias que não existo, simplesmente me abstenho da vida e inexisto, não vivo, não choro, não rio e não escrevo.
Carregado de amargor, vago sem proposito, não há o que fazer. O céu é cinza, o clima é encoberto de monotonia, chateação e desinteresse.
Por quanto tempo isso há de durar ? Até quando terei que sofrer por esse sentimento frívolo que me traz frustação e ansiedade ?
Eu só quero que isso passe, que o dia acabe, que o tempo se quebre e o sol exploda, durante esse período seco e insensível, meu combustível é o ódio.
Talvez eu só esteja sendo dramático, fazendo suspense por algo besta, tentando romantizar o tédio. Não sei
Acho que as vezes não há protagonismo em dias que somos figurantes.
Eu sei como cheguei até aqui, acredito em destino e nas consequências.
Vivo sem arrependimento, porque não posso voltar no tempo.
Olhar para trás só ajuda a seguir em frente.
Não existe arrependimento.
Acredito que as pessoas não mudam.
Só a versão delas do passado é que muda.
Não penso em conquistar status ou me distinguir e vivo a vida como um filósofo forasteiro sem qualquer ligação com a competição mundana. (...)
Quando tentamos ser nós mesmos, a competição inevitavelmente atrapalha...
Às vezes, para sair vivo de algumas tempestades, é preciso sair primeiro da cabine de controle e segurar forte nos ferros da embarcação.
Esta vida é uma aventura
Eu vivo até morrer
Eu ando até o fogo
Estou procurando pelo melhor caminho
Que vida incrível
De alguma forma, eu suspeito que, se Shakespeare estivesse vivo hoje, ele poderia ser um fã de jazz. Ele gostaria da combinação de espírito de equipe e informalidade, de conhecimento acadêmico e humor, de todos os elementos presentes em uma grande performance de jazz. E eu tenho certeza de que ele concordaria com a afirmação simples e axiomática que é tão importante para todos nós: se soa bem, é bom.
Eu odeio ainda estar vivo, queria voltar para aquela noite e ter terminado tudo, ninguém teria me achado.
Eu vivo de acordo com certas regras. A primeira delas é: Eu não acredito em nada do que o governo diz.
Contigo sou poesia
E assim... vivo sonhando
Colorindo o céu com arco-íris.
Sentada a beira da lua
Sinto o infinito me pertencer
Oh! Lua amiga, confidente
Guardiã de meus segredos
Contigo sou livre, sinto-me segura, confiante e feliz.
Seu embalo é como um ninar.
Em ti me inspiro
Contigo sou poesia.
Sou menina, sou mulher
És esplêndida, iluminada
Sou meiguice e serenidade
Juntas somos a pureza do sentimento.
Lamento
Que momento
É esse que vivo
Sem ninguém
Permaneço sozinho
Deus está comigo
Meu único amigo
O meu lamento
É digno
Meu ♡ está ferido
Meu sonho perdido
Pobre filho rico
Voltou do longínquo
Pródigo e sem espírito
Jesus está comigo
Para sempre
Até o infinito.
Vai vendo...
A vida é um vaso que vivo vivendo de forma veloz.
Às vezes até vaso dessa vida, que por sua vez vasa em viés nas minhas veias em versos vazios.
Vivo vendado e vagando nessa vida vadia.
Mesmo assim vejo vocês valorizando valores valiosos e vãos.
Valei-me !!! vulgaridades, vaidades, vertigem... ( vem a vontade de vomitar... )
Vida...
Varias vezes vivida por mim em um vaso.
Vaso sanguíneo, vaso lacrimal, vaso de flores... vaso sanitário.
Verso;
Não o verso das valsas !!!
Valioso aqui é o verso do oposto, que só eu vejo em verdades nessa vida que vivo voando.
Vitória ???
Faço votos que venham várias !!!
Vejam vocês...
Vivo “vesgo” na vida e mesmo assim eu vivo, vendo, verso, vago, vadio, valorizo, viro, volto, vou e venço... só não vingo !!!
Vingo ???
Vai de você ver e validar se for conveniente...
Vender é uma viagem, um vicio que por falta de valor acabo vendendo no vazio.
Velho e válido é o valor dado ao vendedor do vagão que vai, volta e vende.
Vende viajando, vende “voando”, vende veloz...
Vende até o vento se vacilar !!!
E lá vou eu “noVamente”...
E lá vou eu “renoVado”...
E como diz o velho ditato...
Quem viver verá !!!
10/05/2004
