Vivo pra Mim

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Você fala tanto de mim que sinto que deveria cobrar aluguel pelo tempo que ocupo na sua mente.


SerLucia Reflexoes

O que eu critico (ofendo e/ou julgo) nos outros que temo reconhecer em mim?

Que alegria pode nascer dentro de mim hoje?


• A alegria floresce dentro de mim.
• O meu coração reconhece a beleza da vida.
• Cada instante guarda um presente.
• O meu espírito caminha com leveza.
• A minha presença espalha luz.
• O meu sorriso abre caminhos.
• Eu celebro a existência que pulsa em mim.

Dia 4 — Que força da minha história vive em mim hoje?


• A minha história me fortalece.
• Eu carrego em mim memórias de superação.
• Cada experiência ampliou a minha sabedoria.
• Eu caminho com dignidade e consciência.
• A minha jornada é fonte de aprendizado.
• Eu sigo adiante com serenidade.
• O meu passado alimenta a minha coragem.

Dia 9 — Que sabedoria posso cultivar hoje?


• O conhecimento vive em mim.
• A minha mente é fértil e criativa.
• Cada aprendizado amplia os meus horizontes.
• A sabedoria guia os meus passos.
• As minhas ideias encontram caminhos.
• Eu cultivo clareza e discernimento.
• Eu sigo aprendendo com alegria.

Dia 11 - O que meu desejo pede hoje para despertar?


- Eu permito que o desejo acenda em mim uma luz que guia.
- O desejo afia a vontade e abre portas.
- O desejo me move como mar que avança.
- O desejo transforma espera em caminho.
- O desejo me chama para o primeiro passo.
- O desejo traz coragem com doçura.
- O desejo me torna inteiro e vivo.

⁠Eu vou viver grato,
eu vou viver presente
Amar quem me protege
e quem cuida de mim.
Eu não volto atrás,
eu já me decidi:
Eu quero inspirar quem
acredita em mim.

“⁠Volta pra casa
Eu sempre esperei você voltar pra mim
Não rompe a aliança
Você não precisa carregar essa dor sozinho”

Ela é como uma linda poesia sem fim, e ela sempre será a mais bela para mim


- Patrick wallace⁠

Tem dias que eu penso
Que eu queria morar aí
Bem aí nesse cantinho,
Já basta pra mim.
No cantinho da sua boca
Nesse, de onde nasce teus sorrisos.
É onde minha boca
Quer se encontrar com a sua.
Ao fim de uma tarde chuvosa
De um silencioso amanhecer.
No cantinho da sua boca
É onde eu quero morar.

⁠Ela é para mim como Saturno,
está lá, e é uma das coisas
mais lindas de se ver,
não tem como não notar
quando se cruza com ela.
Ela é como Saturno,
só não sei como chegar até lá.

⁠Estava com tanto medo de perde-la
que as poucos eu perdia
um pouco de mim
a cada dia.

Ser eu é o que Deus fez para mim.

Meu Vale do Ribeira


É uma felicidade sem fim,
que já não cabe dentro de mim.
Ah, se não fosse por ti,
jamais aprenderia a sentir assim.


Aproveito, de fato,
os momentos preciosos;
gestos simples e grandiosos
revelam a essência deste lugar.


A saudade daquilo que ainda não se foi
e que jamais desejo que vá;
a alegria de viver,
o orgulho de aqui estar.


Feliz neste chão,
terra pequena e acolhedora,
de pessoas serenas,
de alma encantadora.


Aqui o rio conta histórias
nas curvas mansas de suas águas,
carregando memórias antigas
entre canoas, sonhos e madrugadas.


As cachoeiras cantam baixinho
segredos guardados pela mata,
enquanto o vento passeia livre
pelas trilhas verdes da serra encantada.


Os pássaros anunciam a manhã
com sinfonias de pura liberdade;
cada canto é um verso vivo
nascido no coração da natureza.


Nas mãos calejadas do povo
floresce a arte verdadeira;
da fibra da bananeira surgem encantos,
tradição que atravessa a vida inteira.


Homens e mulheres simples,
de fala mansa e olhar sincero,
carregam no peito o orgulho
de quem ama o lugar onde nasceu.


Ser caipira aqui é riqueza,
é respeitar a terra e a plantação;
é conhecer o tempo da chuva,
o canto do sabiá e a direção do coração.


Ser ribeirinho é pertencer ao rio,
é aprender com a correnteza;
é compreender que a felicidade mora
nas pequenas e eternas belezas.


Vale do Ribeira, jardim escondido,
obra-prima da criação;
teus verdes infinitos alimentam a alma
e semeiam esperança em cada estação.


Que o tempo jamais apague
teus encantos e tua memória.
És poema escrito pela natureza,
és simplicidade transformada em glória.


Vale do Ribeira,
guardo-te para sempre no coração.
Mais que um lugar no mapa,
és raiz, afeto, identidade e inspiração.


Sandro Sansão da Silva Costa

“A saudade do meu pai é o amor que continua existindo em mim, procurando onde pousar agora que já não pode mais voltar ao abraço dele.”

O outono chegou, passou o verão e a primavera ainda está em mim.

Eu não sou a minha família, nem os meus amigos, nem o que eles pensam sobre mim.
Eu não sou nenhum dos meus parentes, tampouco as opiniões deles.
Eu também não sou a minha rigidez, nem as minhas limitações.
Eu sou única. Não há ninguém igual a mim, nem haverá.
Por isso, não há competição e nem comparação.
Eu mereço o meu próprio amor e minha própria aceitação, não pelo que fiz, mas por existir.
Eu gosto do jeito que sou. E só preciso da minha aprovação em meus atos.

A vida me deu o golpe do mágico de Oz: O que eu queria estava em mim o tempo todo.

Eu olhava para eles e pensava que olhava para mim, eu perdi a minha imagem, a minha referência, eu não vivi a minha história, vivi personagens de estórias alheias. Eu só existia em relação a eles e não a mim.

O que é desconfortável para você, pode ser confortável para mim;
O que é sofrimento para você, pode ser alívio para mim;
Se sou louca? Mas, é claro que sim, é que às vezes a minha lucidez me enlouquece.
Por favor, entenda, é que me atrevo a sonhar e a satisfazer
os desejos do meu coração, ainda que lhe pareçam absurdos.