Vivo nos Planos de Deus

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Deus nos permite mudar de caminho de acordo com a nossa vontade, mas nos deixa o sol e a lua para nos guiar através dos obstáculos.

Inserida por ironpaulo

Sofro com o efeito da demora, devido a minha ansiedade, mas sei que o tempo de Deus é justo. Nunca é cedo para desvalorizar suas bênçãos, nem tarde demais, para que eu perca a esperança

Inserida por ironpaulo

" Deus é a causa irracional humana que faz tropeçar a razão materialista. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Se tens apenas meio pão e, movido pela fraternidade, doas parte dele, pela gratidão em Deus a partilha transfigura a escassez e cada um passa a possuir um pão inteiro.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores

Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.

Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Que é Deus?” — A Primeira Pergunta de O Livro dos Espíritos.

Parte I — Estudo Filosófico e Universal.

Na questão n.º 1 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec formula a indagação que inaugura toda a Filosofia Espírita:

“Que é Deus?”

E a resposta dos Espíritos Superiores ecoa com a simplicidade dos princípios eternos:

“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”

A pergunta, aparentemente simples, encerra o âmago de todo o pensamento filosófico humano. Definir Deus é impossível, pois o finito não pode compreender o infinito. Nossa linguagem e nossos instrumentos de percepção são limitados à relatividade da condição humana. O próprio apóstolo Paulo advertia que “as coisas do espírito não podem ser entendidas nem explicadas pelo intelecto”, sugerindo que há uma dimensão supra-racional que apenas a intuição espiritual pode vislumbrar.

Ainda assim, a ideia de Deus é imanente à consciência. Não é uma criação cultural ou um produto do medo, mas uma necessidade ontológica. Sentir Deus é mais importante do que descrevê-lo. Santo Agostinho, em uma de suas mais belas confissões filosóficas, afirmou:

“Quando me perguntam o que é Deus, eu não sei; mas, se não me perguntam, então eu sei.”

Léon Denis, herdeiro do pensamento kardeciano, aprofunda:

“Deus não é um desconhecido: é somente invisível. Não compreendemos, em essência, a Alma, o Bem, a Beleza Moral, que são igualmente invisíveis. Entretanto, sabemos que existem e não podemos escapar à sua influência e deixar de cultuá-los, assim como a Deus, origem de todas as virtudes.”

A analogia é perfeita: o invisível não é o inexistente. Assim ocorre com o átomo, a eletricidade ou o açúcar dissolvido na água não os vemos, mas sentimos os seus efeitos.

Na questão n.º 14 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta:

“O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é um sentido que lhe falta.”

Diante da insistência do Codificador, os Instrutores Espirituais acrescentam:

“Deus existe, não podeis duvidar, é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto de onde não podereis sair.”

A consciência da existência de um Princípio Superior é, pois, um sentimento inato. Desde os primórdios da humanidade, o ser humano manifesta “apetite pelo divino”, “anseio de transcendência”, uma “sede de sentido” que o diferencia dos demais seres da criação.
Percebendo que há forças além de sua vontade, o homem primitivo buscou explicá-las. Assim nasceram os cultos ao Sol, à Lua, ao Trovão; depois, os ídolos de pedra, os deuses antropomórficos e o politeísmo expressões de uma mesma busca pelo Absoluto. Em todos esses estágios, permanecia a intuição de um Princípio Único, anterior a todas as formas.

A limitação humana em conceber o Infinito levou, naturalmente, ao antropomorfismo: um Deus com traços humanos, com virtudes e paixões. Esse “Deus sentado num trono”, guerreiro e ciumento, ainda sobrevive em muitas crenças contemporâneas. Entretanto, o pensamento espiritual universal transcende tais representações, elevando a concepção divina a um Princípio Inteligente, ordenador e soberanamente justo.

Mesmo o ateu, diante do infortúnio extremo, volta-se instintivamente ao invisível, como se uma centelha da eternidade nele se reacendesse. A Lei de Adoração, presente em toda a humanidade, revela-se como uma expressão universal desse vínculo sagrado.

Kardec ensina que “é princípio elementar que se julgue uma causa por seus efeitos, mesmo quando não se vê a causa”. Assim como um pássaro abatido denuncia o atirador invisível, e um relógio indica a existência de quem o construiu, a harmonia do universo revela a ação de uma Inteligência suprema.

“A harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.” (O Livro dos Espíritos)

A grandeza cósmica — do movimento das galáxias ao mundo microscópico testemunha essa Inteligência que ordena e sustenta o ser. Tudo o que é belo, justo e harmonioso reflete o pensamento divino em ação.

Entre os atributos de Deus, a Codificação Espírita destaca: é único, eterno, imaterial, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom. E, como ensina o Evangelho, a verdadeira adoração não se faz por símbolos, mas por comunhão interior:

“Importa adorar a Deus em espírito e em verdade.” (João 4:24)

Assim, o estudo filosófico da divindade conduz à experiência íntima da transcendência. Deus deixa de ser uma hipótese e torna-se uma certeza vivida, o fundamento da consciência moral e a fonte do destino espiritual de todos os seres.

Referências:

Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 1ª Parte, cap. I e 4ª Parte, cap. I.

Kardec, Allan. A Gênese, cap. II.

Denis, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor.

Santo Agostinho. Confissões.

Inserida por marcelo_monteiro_4

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Tem coisa que você fez que o diabo esquece, que Deus esquece, mas tem muito "crente" que não.

Inserida por prfdanielpierre

Você que deseja ser pregador da palavra de Deus, preocupe-se em seguir alguns critérios essenciais. A pregação precisa ter embasamento bíblico, precisa ter Cristo no centro da mensagem, precisa fazer com que os ouvintes reflitam acerca do que foi dito e precisa ser avivada. Se qualquer um destes critérios faltar, você cumpriu somente uma parte do objetivo, certamente deixou alguém para trás.

Inserida por prfdanielpierre

ESPIRITUALIDADE

Fui evangélica durante 18 anos. Passei 18 anos dentro da Assembléia de Deus, mas cá entre nós, nunca acreditei naquele Deus grandão com barba de papai noel e olhos de fogo como diz a bíblia. Tudo é muito surreal. Os filhos de pastores andando de carrões e comendo do bom e do melhor enquanto muitas ovelhinhas do senhor morriam sufocadas dentro da caverna. Em Efesíos 5:22 a bíblia pede para as mulheres serem submissas. A palavra "Submissão " significa
“viver abaixo da própria missão de vida” E quem quer viver abaixo da própria missão de vida? Foi então que encontrei o ateísmo, depois o autoconhecimento e em seguida descobri que eu era " Empata" Me juntei a colegas sensitivos, indigos e empatas afim de trocar experiências e ajudar uns aos outros. Tudo que um empata não quer é “viver abaixo da própria missão de vida” Como Empata descobri que "Não não existe despertar de consciência sem dor. Agradeço ao universo por todas as experiências que eu vivi, agradeço imensamente o ano de 2018 que foi o melhor ano da minha vida, repleto de conquistas e muita resistência.
Gratidão!
Aos evangélicos e seguidores da bíblia; perdão pelo desabafo.

Maciel, Ádyla 2018 SP ©

Inserida por Ladyadyforever

"pessoas criam Deus baseado em um pai,por isso dizem que ele julga,pune e condena...criaram essa realidade baseada no medo, precisam do medo pra tudo..só mudam de vida forçados pelos medos..medo do inferno e já vivem nele, medo da felicidade quando ela bate na porta e não querem acreditar pra continuarem com medo... medo de pensar..de agir..por isso pensam e agem mal...porque fazem tudo com medo... e culpam Deus por isso...julgam o que e certo e errado..e esquecem que nem mesmo eles sabem o que é o certo e o que e errado... criam as próprias regras;;em tempo de dor..esquecem de pensar o que o único ato de AMAR faria.... fazem escolha por paixões doentias..e esquecem que Deus e apenas amor..sem regras sem limitações....o que esta acontecendo só esta acontecendo..se resolve....o tempo e as ações servem pra isso.... Deus nada mais é que amor..um amor que o seres humanos estão sendo incapazes de sentir." vivem se medindo com vergonha de si mesmo..esquecem de amar o que eles dizem que DEUS criou..eles mesmos...

Inserida por PedrinaAbreu

as pessoas vivem buscando sentido de viver em tudo quanto e lugar esquece que se Deus existe ele é soberano o suficiente pra estar em qualquer lugar,não existe essa de estar reunido.. se Deus e bom e você não faz mal ao próximo e tem fé,pra que rituais??não digo que sou contra
se faz alguém ser melhor tudo bem,mas do nada sua vida só fazer sentido ali,acho meio perdido,porque a pessoa fica buscando a salvação naquele tipo de crença e não em Deus,o que somos somos em qualquer lugar e em qualquer momento,quem vive o tempo todo dizendo que sou assim e assado por falta de igreja eu digo pra ela:sua igreja te faz melhor?então fique você. porque o que me faz melhor é acreditar que se existe um Deus.. ele não precisa que eu me esconda atras de paredes e gritos pra servi-lo,se existe um Deus e ele e bom.. ele não quer escravos.. quer humanos,contanto que não faça mal aos outros.

Inserida por PedrinaAbreu

"não podemos nos rebelar contra Deus, sem acreditar nele acima de tudo, me rebelo por querer ver seu agir em minha vida acima de tudo."

Inserida por PedrinaAbreu

É praticamente impossível acreditar em um Deus, quando só vemos dor, sofrimento e medo tomando conta do mundo.

Inserida por PedrinaAbreu

O padre pode ate estar certo quando diz: "E o que Deus uniu, o homem não separa", mas como saber quem Deus realmente uniu?

Inserida por PedrinaAbreu

Eu gostaria de sentir gratidão pelo vento, o oxigênio,a vida que Deus faz pulsar em cada batida do meu coração, mas a dor está maior que isso, me confunde, me desespero

Inserida por PedrinaAbreu

Tanta maldade, tanto horror contra inocentes, não é permissão de Deus, é o diabo assumindo sua forma física, tem gente deixando de ser humano sem sequer perceber. apenas com pequenos desejos que parecem inofensivos, mas por ser contra a vontade do criador,se torna um prato cheio pra o inimigo das almas entrar em suas vidas

Inserida por PedrinaAbreu

⁠não sinta vergonha de se submeter a Deus que te ensina a ser bom, honesto e humilde pra ser feliz, só porque você não o vê,sinta vergonha de ser escravo de uma sociedade que só valoriza o dinheiro, por mais suja que seja a maneira de você conseguir

Inserida por PedrinaAbreu

Acredite em Deus e faça a sua parte, pois ele fará a dele!

Inserida por wilenheilesilva

Deus fará a parte dele quando você fizer a sua.

Inserida por wilenheilesilva