Vivi
enquanto eu tenho ela,ela não me tem.
vivi com ela até hoje de manhã.
ela disse que não me quer.
então que seje do geito que quizer.
Viajando
Vou andando sem saber o que vivi
Não quero no presente
Nem no futuro
Chorar pelo que perdi
Quero apenas sentir meu corpo
Vivo na esperança e sonhar
Sem mistério a desvendar
Sou brasileira e mulher
Vou pela estrada a fora
Não me chame de senhora
Não se preocupe com meu nome
Me chame Maria, Severina,
Marina, Clementina
Ou outro qualquer
Sou todas Marias,
Sou todos José...
Quando eu morrer quero levar comigo todas as poesia que li, que vivi que esqueci. quero todas escritas não na minha lápide, quero elas escritas a lápis no meu corpo nu. Outra coisa que quero é ser enterrado assim com vim ao mundo, roupa é coisa de burocrata, que culpa os vermes têm se vestir estar na moda. Não quero fila, quero roda em meu enterro por que roda agrega mais. Ao chegar no céu, seja lá qual for quero bater um papo de homem pra homem com Deus e lhe dizer porque sempre fui ateu e lhe falar de uns amigos aqui de baixo sobre alguns dos seus pedidos, mas antes de bater a porta de Deus quero tirar onda com o tio dêmo nem que seja só por desaforo vou lhe informar do meu destino e talvez até lhe lembrar das confusões que ele tem aprontado lá na terra vou lhe contar só por despeita que na frente dele tem muita gente se saindo melhor que seu primo Hitler fez muito mais em 4 anos que ele na vida toda e não poderei esquecer de quando era menino meus vizinhos o tempo todo me diziam o quanto éramos parecidos. Quando eu passar dessa pra melhor vou fazer questão de dá uns toques a aquele bocó do São Jorge com uma lua tão linda a sua espera e ele brigando com o dragão quem sabe eu até não me demore por lá esperando a condução visto que farei questão de pegar uma carona no Halley que de expresso não tem nada passa somente a cada 76 anos e sempre deve tá lotado tem nada não sei que nesse tempo fumarei um com o Raul que sei anda por aí entre o céu e as estrelas.... Poesia arnaldiana
Acordei sentindo falta de tudo, de coisas que vivi e que não vivi e cheguei á uma conclusão: Preciso de companhia, preciso de carinho, preciso de ar. Preciso de você!
Não quero que meu filho viva como eu vivi.
Que coma o lixo que ja comi.
Que sofra como eu sofri.
Penso no futuro prognóstico.
Olho para passado foi muito histórico.
Metáforas e poésias fazem-me poético.
Desconfio de quase todos sou cetico.
Ovaciono o certo, protagonita diferente disso antagonista.
"Já vivi tantos amores... amores que eu mergulhei de cabeça... aonde eu sofri muito por só ouvir a voz do coração.... hoje parei pra ouvir a voz da "razão"... e comecei a analisar o que era mais seguro para seguir... de fato a "razão" aparenta ser mais confiável... mas não deminuiu o sofrimento, pois em quanto a minha "razão" pede segurança... o meu coração clama por AMOR".
“Quantos anos tenho? se for falar do tempo que vivi são tantos quantos são marcados no registro de nascimento.. na verdade, não tenho mais esse tempo, ele já passou, já pertence ao passado, o que foi bom ou mal, as alegrias ou tristezas, os dias felizes ou não, já não mais posso tê-los.. tenho as experiências, as lições, os sentimentos, tenho vida.. e tenho o tempo que vivo hoje, e o amanhã, no que virá.”
Já tive vários amores, tristezas, desilusões
Já vivi vários horrores, vi várias lamentações
Lembranças, vários refrões
Já fui ferido outras vezes, já feri mil corações
Desculpas não vou pedir, pois se eu errei, aprendi
Não venha me agredir, pois as palavras que ferem
Referem também a ti
Vivi como criança, adolescente, jovem, adulto, hoje idoso sem nem um arrependimento de todas as fases que vivi.
Quero resgatar este amor que senti, pois foi tudo que vivi de mais belo em toda a minha vida, em relação ao amor Eros. Foi um amor único, puro, lindo e verdadeiro. Um sentimento jamais vivenciado. Foi o que me fez ser MENINA/MULHER.
Foi um amor diferente, por isso, eu preciso desse amor, do seu amor mais que tudo! Eu confio que o seu amor tem poder pra curar dores.
Eu sei que me conheces, sabes tudo o que eu preciso, antes mesmo de falar! Me amas e o teu amor é bem maior, do que eu possa imaginar!
Nunca imaginei que eu seria um passado dentro de um presente existente no futuro tao sonhado que não existiu, pois não foi nada disso que estava reservado para nós dois.
Hoje, nossos corpos separados, palavras que não chegam ao coração, olhares que não se tocam mais, duas vidas que não têm mais vida.
Você foi o melhor dos amores, ao seu lado vivi as coisas mais doces e deliciosas da vida. Se pudesse dar um nome ao que sinto agora, diria sem medo: Saudade! Que saudade daqueles dias e noites, dos filmes, dos sonhos, dos amores a dois, do quando você me fazia feliz. Que falta você me faz! Pronto falei! Agora apaga, deleta, exclui e joga na lixeira minha confissão.
Medo
Medo do desconhecido do que ainda não vivi,de não ter coragem pra enfrentar o que a vida me da de presente.
Medo de chegar la e nao ser o que sonhei será que só eu sinto isso? Ou só eu tenho coragem coragem de falar o que penso? Seja como for são coisas que tenho que enfrentar,então que venham os medos que vou esperar com a esperança em punho.
PENSAMENTO COMPARTILHADO
Já é metade se passaram 6 meses, cerca de 180 dias, meio ano...
Vivi, passei, agradeci, ri , chorei...
Dancei, comi, bebi, ganhei, perdi, me perdi, me encontrei...
Fiz, refiz, fui, voltei, viajei, fiquei, me importei, neguei, aceitei...
Pensei, pensarei, pensando se... Diferente fosse, faria tudo de novo, mudaria o plano, seria um novo ano, pra trás ficaram boas lembranças, eternizei memórias, morei em histórias.
Descarregou o relógio perguntei ao tempo se ele tinha um tempo pra poder me ceder, tudo foi bem rápido, chegou outro tempo sem eu perceber.Pessoas se passaram, outras chegaram, algumas ficaram e eu continuei comigo . Me valorizei, me cuidei, relaxei, senti saudades, passei vontades, mas não morri...
Pensei, meditei, solucionei, esqueci, não lembrei que cresci, lembrei, não entendi...
Escrevi de novo, fiz-me de bobo, fingi não sei, mas não decidi, confundi...
Mês diferente, mais contente, inteligente, me darei um presente...
Serei mais grato, comprei um sapato que me deixa alto e me faz olhar por cima...
Obrigado à vida, que sempre querida, dá novo barulho, chance nova pra mais meio ano, pra dar-me orgulho, levantei mais tarde, senti na vontade de dizer pra alma que já é mês de julho.
O que é o amor? Ah...isso eu sei e vivi muito bem. Deus na sua infinita misericórdia concedeu-me o melhor anjo nesse entendimento. A saudade que hoje visita meu coração mistura-se ao amor que a senhora tão bem soube doutrinar-me. Foi extraordinário cada segundo, abraço, afago, cheiro e benção que vivi com a senhora; e é por isso que hoje sou forte, cheia de fé e eternamente grata pelo tempo que vivemos juntas. Eu sei que Deus estava com tantas saudades suas, que resolveu levá-la tão cedo, todavia, isso jamais será motivo de desespero, porque a senhora, mulher de fé, coragem, fibra e humildade, viveu para me ensinar que Deus estaria sempre comigo. E eu aprendi! Aprendi tanto, querida, que hoje sou feita de amor e continuarei orando e lutando para que a luz que a senhora fez nascer em mim não se apague em tempo algum. Saudade gigante e amor eterno pela melhor mãe do universo, meu amor, minha 'baby', meu anjo..
Tenho momentos de nostalgia por querer ver tudo que não vivi, às vezes com frequência sou tão indefinido e indeciso. Às vezes parece que estou sendo o que não sou, mas afinal, o que eu sou!? tantas vezes me sinto tão sem sentido, porém, isso até que faz algum sentido, embora ainda não descobri qual! É tudo tão às vezes, é tudo tão incerto que já nem sei se estou realmente diferente por fazer tudo perpetuamente igual ou se ainda permaneço o mesmo agindo de forma diferente...
Em meios as constantes incertezas, às vezes tenho a convicta sensação de ser um espectador de mim mesmo, talvez por isso busco tantas referências, resquícios, reflexos, rastros que de uma certa ou incerta forma mostra-me alguma direção. E assim quase que por fim acabo me encontrando em alguém, em alguns, em canções, enfim, vou me descobrindo, e sem que perceba me perco novamente nalguma curva do caminho, e então como instinto eu pressinto que não preciso mais me achar...
Às vezes e por enquanto vou seguindo do meu jeito na esperança de que este por enquanto dure para sempre, mas que não perdure essa nossa pressa de querer que tudo passe a caber no tempo, e de tanto passar ele já não para mais, já não sobra mais, já se escuta demais e não se ouve mais o som “ensurdecedor” do silêncio. Esquecemos que o tempo é que deve ser a dimensão de cada instante, pois, só ele é capaz de fazer com que tudo dure exatamente o necessário!.
