Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
PERFEIÇÃO
O mundo diferente comporta-se doente
E eu aqui tão louco quanto um duende
Não minto, são positivo mas duende
Eu olhei pro sol que me deu o grande espelho
Gigante espelho o planeta vi
Morto incandescente “como o sol” vi
Se derreter sim
O mundo todo doente
Eu doente por ser unicamente o são
Sadio embora vadio
Embora, no cio da perfeição
EDSON CERQUEIRA FELIX
PÉRFIDOS POETAS
Admire a tela, a pintura
Não a toque
Admire sim admire
São vivas expressões no quadro
E aquela flor, rosa
Dentro de um cilindro na tela
Como um campo di força
Longes do poder do teu toque
Para profanar o santuário da rosa
Não toque, ame (!)
É o bastante, amar de verdade
Mas eu entendo
Tenho visto até vários ditos poetas
Tão pérfidos que lhes sinto a real vergonha
Poetas que nem sabem escrever direito
E se acham sensíveis
Gentinha medíocre
Mas não tente tocar a rosa
Dentro do cilindro
E eu te dou um beijo
De amor puro
EDSON CERQUEIRA FELIX
sólida solidão
Como é que são as coisas, ou como não deveriam serem as coisas
Quando quem gente, a gente conhece
Se torna totalmente irreconhecível
Oh lágrimas de olhos secos, olhos em seca
Tanta dor, agora não chora mais, não
O veneno esteve sempre com as mãos sobre minha cabeça
Sempre, sempre acalentando com seus afagos o meu rosto
Mas tudo é estranho agora
Pra eles sou estranho, me chamam de senhor,
Pedem licença, mas eu não vou confiar naquele suposto dna
Eu não quero com eles associar ou comer quilos de açúcar
De sua companhia, me deixe só para sempre
(edson cerqueira felix)
soneto: Cozar e Diana
E se o que você tem pra me dar, é tudo isso, um beijo
Então não tenha pressa
Me dá o beijo e faz com ele o carinho e sua conversa
Vem Diana, me livra dessa
Numa noite tão grande se fez pequena
Com a, essa história de me beijar
Eu conheço a tua conduta (de que gostas de ser... indefeituosa)
E eu também fui feito assim, sem defeito
E os caminhos se mostraram vazios com tanta gente que não faz uma
Com tanta gente, que não soma e nem uma
Com um diamante nos olhos iguais aos dos seus
Oh Deus (!), eu te peço muito obrigado, pelo beijo Dela
Me dais hoje, e mais hoje, e hoje mais um pouco
Da sua glória me beijar no beijo Dela
(edson cerqueira felix)
SONETO DE 16 VERSOS – N. 08
Eu não uso o espelho como uma televisão não
E nas horas mortas da noite que estão sempre vivas
Não há assombrações, assombração
Bom eu só espero não esperar uma bola de cristal nele
Eu não quero uma bola de cristal no vitral
E o medo, isso não me pertence mais, nunca mais
Eu não sou nenhum valente nem um mais corajoso
Mas sou um cara mui, muito cavernoso
Talvez eu veja um desditoso que significa o contrário disso
Um alguém, um alguém que também não temo
Pois o temer não é meu
A coragem e a bravura sim, estas são minhas
Nada posso fazer por ti, quando eu passar na rua, não queira
Se aproximar para me tocar, como se eu fosse Jesus
Odeio quem toca em mim de propósito ou não
Não tenho nada pra vocês, prefiro um cão a-vocês
(EDSON CERQUEIRA FELIX)
admirar-te
Há quanto tempo, quanto tempo (!), eu não vejo o tempo tão atento
É doce o olhar da janela ou da porta aberta
Olhar para o verde e suas mansas sombras ao redor e derredor
É dia de poesia, o poeta diz, por quê?
É quarta-feira no coração de gêmeos solto pelas ruas através
Dela, do lado de fora e dentro, haja nela
Mas eu gosto, eu amo, eu ‘adoro’, me encontrar com tanta paisagem
Tanta natureza verde e outras cores vivas por essa admirada
Imagem que olho e que vejo tão bem
Eu diria até zen, porque falo é de bem, estar
E deixa estar assim, deixa sim
Desde a hora que eu acordei e até aqui eu só vejo tanta beleza
E tamanha beleza aos montes também verdejantes
Onde eu estou, tem a fama de ser... o quinto melhor clima do planeta
Oh aleluia! Oh! Grato por nascer, crescer e desabrochar, nesse ar
Eu que me fico perdido, até nas palavras
E me encontro no poema agora, escrevendo tão bem
Aos olhos dela que me admira e me beija o rosto
Enquanto vou dissertando ela vai-me ao rosto beijando
Ah minha amiga, a minha dama querida, a minha vida amiga, tão livre
Nada aguerrida, doce, pacata, querida, mansa, branda e somente amiga
(edson cerqueira felix)
caminho estreito
Fico de fato, não, não é a campanha ou a exclamação do famoso:
Digo que fico!, não.
É apenas o começar do fim, quando o assunto sobre
Ficar em dúvida na solidão sobre retroceder ou não...
Retroceder pra onde?
Na solidão, sozinho de verdade, vem pensamentos, de retroceder
Por um pouco de companhia, com antigos amigos
Nas fileiras de uma comunidade cristã
E apoiar de alguma maneira ou participar com eles, de coisas
Inclusive, que eu não mais acredito
E por assim, um pouco de amigos “supostos”, me envolver
Ou como dizem lá, me pôr num jugo desigual com eles
Pois evoluí muito eu acho, e lá, a merenda, continua
De recém nascidos, ou melhor, bebês na base de leite
Eu peço desculpas se lhes ofendo, se lhe ofendo. Mas,
A solidão me faz pensar que seria uma “saída” desse dilema, mas também
Acho, que não é tão fácil assim, eu, meio que tendo de fechar os olhos
Para participar das crenças deles
Mas daí pensando e até aqui, eu acho mesmo, que não devo ser
Um covarde e levar a minha senda, o meu caminho, como um homem
E na minha senda, eu sinto que não dá pra ir de mãos dadas com ninguém,
E sim, apenas solitário
(edson cerqueira felix)
espírito imaculado
Tudo aquilo que muitos dizem sobre Deus, qualidades e poder
E não se vê de verdade como uma imagem, do espírito
Só se conhece o lado teórico da coisa
E eu nem aconselho a eternidade como pensamento
E traços visíveis tão impalpável aos de fora daquela realidade espiritual,
Experimentada ali por aquela pessoa um tanto quanto, além
Das sensações normais para os mortais
Porém, aquele ali no transe acordado parece até que voltará no passado
Ou já esteve antes num tempo passado e agora futuro presente
Se tudo o que Deus é não se manifesta no crente,
Ele não conhece a Deus em sua essência ou na prática
Quem conhece a Deus na verdade, é portador de um algo mais
(edson cerqueira felix)
filho de mulher
O mundo, a sociedade das pessoas, não me entendem
Viraram as costas pra mim
Pois eu tenho o amor verdadeiro
Agora, eles me julgam injustamente, pois eles(as),
Não conseguem este nível de nobreza em suas almas
E fazem de mim só
Pois o amor, no mundo, está escasso
A sociedade está doente, mui, extremamente e são cegos quanto ìsto
Do céu (além céu) eu vejo
Da lua observo e admiro a terra
E vejo o bem, andando descalço pelas ruas molhadas
E o mal, anda de carruagem
Mas a luz deles são apenas artificiais, eles não tem luz
Sua luz é como a noite
Numa noite sem lua e estrelas
São como uma caverna sem vaga-lumes
Mas a minha luz, clara que brilha na minha lanterna durante a escuridão
Cujas baterias estão bem carregadas e ainda
Há outras reservas de pilhas para todas as horas de uma noite
Sem lua e sem estrelas
O meu amor é puro e justo e manso e forte. O mundo me rejeitou
A solidão é grande, porém, um Éden há nela
Que o meu olhar anela
(edson cerqueira felix)
já se passaram dez anos
Sabe?, eu não quero que pareça clichê, o que eu vou dizer
Mas parece que foi ontem, ontem, o beijo de despedida
Por que tinha de ser o de despedida, o melhor beijo de todos
Por que haveria ser assim comigo?
Eu estava pensando que seria um re-início. Eu pensava que estava ante
Um novo começo pra nós dois
E uma chance pra fazer tudo exato
Uma vida à dois
Você disse coisas que eu não acreditei, fiquei quieto, mas percebi
Nos teus lábios o destilar de uma mentira cheia delas (mentiras)
O meu amor, é o bater das asas de uma borboleta no meio do oceano
Num ponto específico onde nasce um ciclone talvez e tudo isso chega no litoral
Qual furacão de nome Eduardo
Arrasando o meio-ambiente urbano como ela fez com o sonho materializado
Ao filho do furacão, que faz disso tudo, apenas um pensar
Coração solitário de um ciano ao horizonte cíano
(edson cerqueira felix)
mina de fé
Eu não queria me amarrar em você
Eu não pensei me amarrar assim, tão grande
O amor se mostrou bem, diante dos meus olhos
Diante de ti, mas você também viu diante dos meus olhos
A coisa tamanha e eu sem saber
Sem saber do que fazer agora
Eu pensei tanta coisa e te vi
Com outros olhos
Talvez como uma águia te via de longe
Sem querer lhe fazer qualquer coisa que não bem a ti
Eu te chamei, você veio como uma chance
Uma chance da gente, pra gente ser
Um pouquinho feliz
Eu sei, eu estava “ao seu lado”, mas era imaturo e eu
Eu quis um encontro, um reencontro
Eu estava desvalorizado em minha alma
E você, foi a primeira, aquela que eu chamava, de fé
(edson cerqueira felix)
mística
Eu não sei porque, eu sempre tenho de à encontrar com tanta pressa
Ter que à encontrar de um breve intervalo
De eternidade até eternidade
De uma eternidade à outra
E nosso encontro parece até um sonho que passa tão rápido
E que se dissipa depressa como um arco-íris
Que é apagado como a aula no quadro negro
Por que, se somos eternos, por que tem de ser assim,
Como um sonho que passa rápido e do qual não se quer acordar [?]
Eu sonho tanto com esse dia, eu sonho tanto com você
Eu dedico minha vida para você
Encontrar um jardim bem plantado
Um jardim bem cuidado
Um jardim perfeito de Deus
E você me aparece, brotando do irreal para a terceira dimensão
Mas se desvanece rápido como um arco-íris
Bom, pelo menos eu sei
Que não haverá um dilúvio na terra
Pois você vem, sarar o coração da minha terra, como uma chuva de verão
A minha coroa de vitória é o seu reconhecimento de mim
O seu abraço e o seu toque de mão comigo
E seguir junto pra sempre
Mesmo sabendo que o pra sempre é um sonho bom que vem
Como o arco-íris
(edson cerqueira felix)
olhos nos olhos
Pois é, mas me diz então
Se você não queria um ‘namoro’, se não queria ficar
Por que me disse palavras de esperança
Por que me disse palavras tão novas
Palavras de conforto
Palavras de um re-começo [?]
Eu traduzi a sua generosidade e você me achou mau
Traduzi sua generosidade,
Mas foi como elogiar um alguém
Para a própria queda dele pelas suas próprias mãos
Mas eu queria entender, você usou palavras
Sobre uma maior aproximação e voltou atrás
Na verdade, eu vi nos teus olhos
Que você mudou de idéia, diante do sentimento nos meus olhos
Algo como uma eternidade
E você se viu, nos meus olhos
(edson cerqueira felix)
A ambição do que não se podia, contaminou Samael
A luz ficou curiosa quanto a escuridão
Samael foi consumido por seus desejos mesquinhos
E ambicionou os segredos da escuridão
Agora ele queria desunião
Disse não à luz, o próprio portador dela
Ante a Adonias não se sentiu inibido
Para agora fazer o que era proibido, mergulhar e estudar a escuridão
Por causa do seu ego, perdeu a sua luz
Deixou de ser íntegro a toda uma luz incalculável
Como uma estrela ante um buraco negro, a luz desapareceu
Uma luz encoberta pela obscuridade
Adonias deu um alerta, mas ele não quis ouvir
A descoberta de Samael, “o cetro é só de Melquisedeque e a Salém também”
Isso não deve nada
Pra quem supostamente
Fazia muitas curas
Muitos milagres
Como disse Flávio Venturine
“Ouvi dizer que são milagres
Mas hoje eu sei, não são miragens
Noites com sol”
Tão grande
Mas sem tantas alegorias
Quando falam do Primeiro Mistério
A luz dos 24 Invisíveis
Eões de luz
Como camaleão no meu coração
Esta é a fé que eu tenho, não é uma condição
Não depende de nada que eu tenho
Ou que eu tenha (venha a ter)
É incondicional
Em época de carência e em época de fartura
Eu só peço que Deus, meu Pai
Minha Vida
Me mantenha em boas condições em todas as vidas
Morando no castelo ou na tenda
Que minha taça esteja cheia de santidade
Que minha luz brilhe mais e mais por todo o sempre
Que aqueles que se opõem à minha Alma
Possam se encontrar sem cabeça pela espada da minha boca
Que essa luz seja sempre o meu abrigo
Dei adeus a minha vida antiga
Para me encontrar com Deus
Não sei como isso soa pra você
Mas Ele me abençoa
Ele é do meu coração o hino
O Salmo deste peregrino
Vou te contar uma coisa, uma lenda
Mas Ele mora aqui nessa tenda
Minha liberdade é Sua escrava
Essa é a visão que eu tive
É assim que a escrava é livre
Os segredos da liberdade não são imperfeitos
Se eu tenho santidade? Eu digo: sim
E eu me sinto bem assim
Para que se tenha instrução eu digo…
“Por pior que o livro seja, isso não justifica sua destruição”
Ainda bem que já passamos por essa transição
Da inquisição que se diz santa diaba
Mesmo que o livro seja sobre bruxaria
Sobre baixaria ainda que seja
Por pior que seja o seu conhecimento
Do que o desvanecimento ele é melhor
Ainda que sua cultura seja fútil
O meu signo é de ar
Ele não vai me influenciar, seu conteúdo fútil
Mas eu vou ser incapaz de olhar a maldade
Qual é o problema de um livro se ele é exótico
Não é erótico o Kama Sutra sem ilustrações
É, falar de fé
Hoje a fé é um produto
Muito vendido pelas religiões
E não existe religião verdadeira
Jesus me dá toda a razão
“Os verdadeiros adoradores
Adorarão ao Pai
[Com espírito e verdade]”
Uma igreja ou outra, não faz a menor diferença
(Uma religião ou outra)
O espírito e a verdade da pessoa fala mais alto
Aliás, médico é pra quem tá doente
Tenha a sua própria fé
E ganhe a sua grande pérola
Ai de mim
Se minha fé não brotasse de dentro
Como uma mudinha se erguendo
Aos raios do sol
Eu li na estória sem fim…
Que entre a fé e a esperança…
Maior é o [amor].
Exatamente a fonte de minha fé
É claro que eu vejo o diferente
Quem não vê o que é diferente
Realmente não vê nada
Quando a fé vem de dentro, você nasce de Deus
Quando ela vem de fora
Aquilo que você valoriza é medíocre
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