Viver em Sociedade
Surge a qualidade da educação das escolas quando seus professores recebem o valor da sociedade e o governo reconhece a importância de sua função.
Em nossos dias as mãos só se apressam para as tarefas da sociedade quando não estão ocupadas por obras espirituais.
Não mais existirão amanhã heróis na fé, visto que a corrupção da sociedade só forma egoístas, fracos e covardes.
Ninguém dos mais ilustres dos homens, nem a pior notícia da sociedade, ou a melhor religião da terra, consegue extrair do coração do homem fiel e dedicado a Deus, aquilo que ele já determinou sua pela fé se entregar à direção do Espírito Santo.
A sociedade entre gentio e publicano se dá bem aparentemente, porque o primeiro sendo desonesto, não crê na fidúcia da palavra do segundo, uma vez que o publicano publica o tamanho do cano e do ferro que o gentio vai tomar.
Jamais as cadeias podem trazer a boa educação aos desequilibrados homens do mau, se a sociedade não oferecê-los a oportunidade de serem educados e dignos.
Na atual sociedade os pais liberam seus filhos à promiscuidade, à sensualidade e bestialidade, porque perderam a força da disciplina familiar.
A sociedade prega que as mulheres têm direitos e deveres iguais aos dos homens, exceto na organização da igreja, que é dado apenas aos homens a liderança do culto de ações de graça.
A população reclama que falta iluminação pública em lugares mais frequentados pela sociedade e que são vítimas de ladrões e criminosos, mas não consegue ver que, à luz dia, Satanás rouba, mata e destrói as suas almas da eternidade com Deus.
A sociedade que cultiva valores baseados em sucesso material vive uma vida superficial, corriqueira e deprimente, mergulhada na inércia de seus fúteis objetivos.
Não sei se culpo a sociedade ou se culpo a mim,
A alguém dentro de mim ou só é eu mesmo?
É tão confuso a que dentro
que me perco nas curvas da escuridão.
Desperto ou não,
confuso, sem chão...
Não sei se me mato ou não,
só sei que sentir, eu sinto.
Mas o quê?
Eu não sei...
Em uma sociedade capitalista, não existe verdadeiro baixo custo. Os mestres do lucro asseguram que mesmo os produtos com melhor custo-benefício não sejam realmente satisfatórios. A insatisfação é a faísca que alimenta o desejo: pague 2 dólares em vez de 3, e a frustração o acompanhará. Faça o oposto, e o ciclo se repetirá. A lacuna entre os preços não é apenas uma questão financeira; ela é preenchida pela dúvida e pela insatisfação: "Por que comprei isso?" Assim, o capital mantém sua engrenagem em perfeito funcionamento.
“A triste realidade é que vivemos numa sociedade de papagaios seletivos onde não se pensa, apenas se repete o que se encaixa em suas crenças rasas.”
Autor: Ney Paula Batista
