Viver em Sociedade
Vejo a sociedade como um grande Tribunal constituído por juízes parciais que julgam seus semelhantes a bel-prazeres. o que conforta é que com os mesmos critérios que julgam, também são julgados.
Doar do que é nosso em benefício do outro, é achar motivos para construir a sociedade mais digna que tanto almejamos, é libertar os nossos pensamentos para atuar livremente.
A sociedade diz caía em consumidade
Seja feita vossa vontade
Entretanto eu vos digo triste vejo afundo
O certo nem sempre é o afortunado
Sociedade ilude esqueça as devoluções
Aproveitem a vida em todas as situações
Essa corporação esquecem felicidade é uma
Raiva,tristeza, medo fazem parte da bruma
Positividade é adequado
Positividade tóxica é incômodo
A cegues engolfe o coração
A falsidade infecta sentimentação
Não compreenda a mim não convém
Como pessoas aceitam aquilo que vem
Porventura seja a minha alma defeituosa
Irá e ansiedade abarrota a alma cuidadosa
E como uma praga
Essas pessoas corroem o bando.
NOTA AOS CADÁVERES ADIANTADOS
A produtividade nos tempos atuais da modernidade, uma sociedade do cansaço, pessoas levando uma vida toda dada ao corporativismo ao invés do contemplativo, tornarão tão logo, suas existências insignificantes; ao não atentarem que poderiam viver longos anos, perderão, inevitavelmente aquilo que elas menos cuidaram para continuarem vivendo, assim, troca-se o cadáver por outro corpo sustentado pela inconsciência.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Sobre a ligação entre música/moda na sociedade:
A música pode ser vista como um reflexo da sociedade, pois muitas vezes as letras e estilos musicais refletem as preocupações, valores e tendências culturais de uma época. No entanto, a música também pode influenciar a moda e vice-versa, com artistas muitas vezes se tornando ícones de estilo e moda. A moda também tem um papel importante na moldagem da sociedade, pois pode ser vista como uma forma de expressão pessoal e coletiva que reflete os valores, gostos e aspirações de uma época ou grupo social. Em suma, música, moda e sociedade estão interligadas e se influenciam mutuamente.
Além disso, é importante destacar que a música e a moda muitas vezes têm o poder de transcender fronteiras geográficas e culturais, unindo pessoas de diferentes origens e crenças em torno de um mesmo estilo ou gosto musical. Isso pode ter um impacto significativo na forma como as pessoas se veem e se relacionam umas com as outras, contribuindo para uma maior compreensão e tolerância cultural.
Leva mais coragem cavar fundo nos cantos escuros da sua própria alma e nos becos da sua sociedade do que um soldado precisa para lutar no campo de batalha.
Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade que estigmatiza e discrimina as pessoas que convivem com o HIV. Muitas vezes, a ignorância e o medo da transmissão fazem com que as pessoas ajam de forma preconceituosa e discriminatória.
É muito triste quando uma pessoa em quem confiamos se afasta de nós simplesmente por termos o vírus. É uma sensação de exclusão, de não pertencimento, que pode causar um grande impacto emocional em quem já carrega consigo a carga da condição sorológica.
No entanto, é importante lembrar que nem todas as pessoas são assim. Existem pessoas que são empáticas, acolhedoras e capazes de entender que o HIV não define uma pessoa e que a transmissão é muito mais difícil do que se imagina. São essas pessoas que devemos valorizar em nossas vidas, aquelas que nos apoiam e nos amam sem julgamentos.
E se por acaso encontrarmos pessoas que agem de forma preconceituosa, é importante lembrar que a ignorância é uma escolha e que não podemos controlar as atitudes dos outros. O que podemos controlar é a nossa própria atitude, e escolher não permitir que a ignorância dos outros nos afete.
Em vez de buscar validação e aceitação dos outros, é importante aprender a se amar e se aceitar como somos. É preciso encontrar força em nós mesmos para superar as dificuldades e seguir em frente. E se precisarmos de apoio, é importante buscar ajuda em grupos de apoio, terapia ou em amigos e familiares que nos amam incondicionalmente.
O importante é lembrar que somos muito mais do que nossa condição sorológica e que merecemos amor, respeito e dignidade, independentemente do que os outros pensam ou dizem.
O racista nada mais é do que um apátrida frustrado com a sociedade, essa que não foi destruída pelos mestiços ou negros, mas sim pela falta de união dos povos que formam o país
Nego-me a mudar minha personalidade pra me encaixar na sociedade, vou fazer ela mudar pra aceitar quem eu sou de verdade.
Se uma sociedade permissiva fosse o modelo ideal para humanidade como sugerem os progressistas, Deus não teria dado 10 mandamentos, mas 10 sugestões.
