Viver em Sociedade

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Uma sociedade que não aprende com a própria história deixa como herança para seus filhos os mesmos sofrimentos outrora vivenciados.

Essa é a sociedade moderna: julga por trás de uma tela, sem olhar para os próprios erros ou para a própria história.
Ninguém passa por esta vida sem enfrentar uma decepção.

Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:


Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?


Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..

Sem música, nenhuma sociedade, nenhuma sanidade e nenhuma existência se torna plenamente possível.


Mas! a música que nos deixaram aqueles que vieram tão antes e primeiro que nós, músicas essas que resistem ao tempo e transgressam culturas.. estas, meus caros, eu acredito sim, com total força e brilho nos olhos, do quanto devam ser veementemente aclamadam e sempre, sempre, enobrecidas e aplaudidas!

Quanto mais alta sociedade...
Mais baixa ela é.

O declínio de uma sociedade começa quando o prestígio vale mais do que a sabedoria.

Faça dinheiro. A sociedade não perdoa quem não tem.

Dos Olhos da Sociedade


Demétrio Sena - Magé


Na maioria das vezes, não sei se uma pessoa com quem lido é "bonita" ou "feia". Entre aspas, porque não tenho conceito ótico específico para beleza. Refiro-me aos olhos da cara de uma sociedade que vive do que olha. Não do que vê, exatamente, porque ver é algo bem mais profundo. Foge aos olhos que prioritariamente olham.


Faz tempo que meus poemas românticos não exaltam traços e curvas das eventuais musas. Isso perdeu importância para mim, nos primeiros anos da minha trajetória de poeta, praticamente os primeiros anos de nascido. De alguma forma, eu seguia o curso da poesia romântica em voga naqueles tempos de uma decantação excessiva da "beleza", como não saiu totalmente de voga. Principalmente a "beleza" feminina.


Faço preferencialmente poemas de protesto político e também social, normalmente com as sutilezas que aprendi nos tempos da ditadura, quando eram necessárias muitas metáforas. Hoje podemos rasgar mais o verbo, até xingar, porém me viciei nessa forma de compor. Mas componho poemas românticos. Muitos, mesmo. Nesses poemas, decanto a essência da musa. O quanto ela inspira com a sua índole, sua sensibilidade, a inteligência e outros atributos que não passam pelo crivo dos meus olhos. Os da cara.


Essa ótica da minha poesia romântica não tem lá muita popularidade. A velha exaltação da pele, dos lábios, cabelos, os traços faciais e as curvas, continua no topo da preferência popular de quem consome música e poesia. Mesmo nas artes plásticas, quando retratam pessoas e são para uso doméstico, existe a preferência popular por essa exaltação.


É como todo mundo, nesta sociedade supérflua, olha para o outro. Vai direto à capa e volta, sem dar nenhuma folheada. Não lê sequer o prefácio do ser humano, se a capa não o agrada imediatamente. A essência pouco importa. O livro, a trajetória, o roteiro pesssoal do ser humano valem menos; muito menos do que a pele, os lábios, os cabelos, os traços faciais e as curvas do corpo.


A riqueza material, o poder e a fama fazem parte crucial dessa frente; dessa vitrine; a capa do indivíduo. Tornam qualquer pessoa "bonita", pois a plastificam e fazem encher os olhos de quem olha. É assim que somos, na camuflagem das virtudes gritadas nos palcos, palanques e púlpitos do preconceito e da hipocrisia.
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Respeite autorias. É lei

A sociedade em que vivemos não é ideal. Se veste de moralismo, mas caminha vazia de verdade.
Fala-se muito sobre certo e errado, mas poucos sustentam o peso das próprias palavras.
Porque a maior resistência hoje é continuar sendo inteiro em um mundo que lucra com a falta de caráter.

As camadas que a sociedade revela
Mostram instintos que ninguém quer ver,
Primitivos, rasgando a superfície,
Nem a educação consegue conter.
É a luta cega por poder,
A cortesia ficou pra trás,
Na ânsia de sempre querer mais,
Esqueceram do coletivo, da paz.
Helaine machado

Montada por camadas, a sociedade finge não ver,
Todos só querem ser felizes, custe o que custar,
Pra disfarçar a hipocrisia já escrita antes de nascer,
Um roteiro invisível que ninguém quer questionar.
Colocam jovens pra decidir destinos que não entendem,
Sem o peso real do futuro que vão herdar,
Enquanto os que mandam fingem que defendem,
Mas só sabem se beneficiar.
Helaine machado

Nossa sociedade é formada por dois sistemas muito claros e distintos entre sim. Ambos precisam de uma engrenagem para funcionar. No primeiro sistema, todas as engrenagens estão funcionando perfeitamente e seu público-alvo são os grandes tubarões que se alimentam dos peixes pequenos. Aqui tudo funciona. Já no outro sistema, onde vivemos a maioria de nós, teríamos tudo para dar certo, exceto pela falta das engrenagens, o que já referi como um sistema de catracas banguelas. Não gira, portanto, os serviços essenciais não chegam para quem precisa. No final, os tubarões estão cada vez mais famintos, insaciáveis e se esbaldando, e nós, os peixes pequenos, quando não somos engolidos pelo sistema que gira normalmente, somos atingidos por uma subnutrição que consome toda a energia física, mental e social. É impossível mudar o quadro porque muitos dos peixinhos se sentem como tubarões e não querem sair de suas razas águas para buscar e experimentar os sabores das águas profundas.

Se escrevo! É porque ainda não me encontrei nessa grande sociedade de dementes;

“Inteligência é aquilo que cada sociedade elege, conforme suas ferramentas e suas urgências.”

Um artista pode mudar mais a sociedade do que muitas leis.

⁠⁠Em uma sociedade carente de liberdade não existe, para ninguém, a possibilidade de buscar interesse algum; nada é possível, exceto a destruição gradual e geral.

Ayn Rand
A virtude do egoísmo. Porto Alegre: Editora Ortiz, 1991.

Quem pensa além da média raramente é ouvido, pois a sociedade prefere o conforto da repetição à dor da lucidez.

⁠Leva mais coragem cavar fundo nos cantos escuros da sua própria alma e nos becos da sua sociedade do que um soldado precisa para lutar no campo de batalha.

"O evangelho não é um projeto de reforma social, mas também não é indiferente à sociedade; ele transforma o coração humano e, por meio de pessoas transformadas, produz frutos concretos na vida social."


(Rm 12.2; Mc 8.36)

O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!