Viver em Sociedade

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Se você não consegue entender por que alguém está fazendo alguma coisa, observe as conseqüências de suas ações, sejam elas quais forem, e então deduza as motivações de suas consequências.

Por exemplo, se alguém está tornando todos ao seu redor infelizes e você gostaria de saber por que, sua motivação pode ser simplesmente fazer com que todos ao seu redor estejam infelizes, incluindo eles mesmos.

Não me encaixo nesse mundo,
dificilmente me encontrarei
as coisas não fazem sentido
comparando com as pessoas,
até fazem.

As pessoas até fazem sentido,
separadas umas das outras
dentro do individuo,
refletindo em seu quarto
enquanto guardam seus personagens.

O sentido se reflete,
no espelho a sua frente
o sentido não faz sentido
o personagem não se
reflete.

No meu caso,
nem personagem
eu tenho,
ainda bem.

A liberdade sem oportunidades é um presente diabólico, e negar-se a dar essas oportunidades é um crime.

Os maiores crimes do mundo não são cometidos por pessoas que violam as regras, mas por pessoas que seguem as regras. São as pessoas que seguem ordens que soltam bombas e massacram aldeias.

Acredito que somos uma comunidade e que devemos cuidar uns dos outros.

⁠Sozinha eu sou melhor, porque eu me entendo. Sozinha eu sou melhor, porque eu me conheço bem. Eu não fico me julgando, apontando os meus defeitos e minhas diversas falhas. Conviver com a sociedade é complicado, por isso eu prefiro me distanciar e ficar sozinha no meu canto. Assim eu evito aborrecimentos e ainda me poupo de ter que conviver com a hipocrisia de algumas pessoas.

⁠O mundo está cheio de idiotas. O que você está fazendo para se certificar de que não é um deles?

Alguma coisa boa pode vir de uma maneira de pensar atrasada como julgar alguém com base na cor da pele? De jeito nenhum.

O que eu quero na minha vida é compaixão, um fluxo entre mim e os outros baseado em uma doação mútua do coração.

Vamos sempre nos encontrar com um sorriso, pois o sorriso é o começo do amor.

A ficção popular escapista encanta os leitores adultos sem desafiá-los a se educarem para uma consciência crítica.

Eu me lembro que ainda muito jovem li as memórias de Goethe. Goethe era um sujeito que achava que nós deveríamos cumprir todas as nossas obrigações para com a sociedade. Porque nós temos de ser superiores a ela, não inferiores. Se nós consentimos que a sociedade nos marginalize e nos derrube, então nós seremos seus escravos.

Eu tinha muita amizade com o doutor Juan Alfredo César Müller. Ele era um sujeito goetheano. A ética que ele seguia era a do Goethe, baseada em três coisas: o homem deve ser digno, prestativo e bom. O dr. Müller era a encarnação dessas três coisas, era digno, prestativo e bom. Você não pode fugir das suas obrigações sociais. Claro que, às vezes, você as cumpre imperfeitamente. Mas você não pode fugir delas, porque se você fugir, você se enfraquece. E se você se enfraquece, você torna-se uma vítima inerme da pressão. Você tem de se esforçar, tentar fazer o máximo para que seja mais forte do que a pressão da sociedade, não mais fraco, jamais uma vítima.

Goethe fala de sua ética do trabalho em seu livro de memórias "Poesia e Verdade" e nas "Conversações com Goethe", escrito por seu secretário, que teve a prudência de anotar os diálogos que tinha com Goethe nas conversações do dia-a-dia e que eram jóias.

Chega de esculachar a população. Chega de matar nossos jovens.

Acreditamos nas coisas porque fomos condicionados a acreditar nelas.

Aldous Huxley
Admirável Mundo Novo (1932).

Atitude, educação e postura separam o homem do moleque.

Caso após caso, vemos que o conformismo é o caminho fácil, e a via rumo ao privilégio e ao prestigio; a dissidência traz custos pessoais.

Temos de aprender a encarar as pessoas menos à luz do que fazem ou deixam de fazer, e mais à luz do que elas sofrem.

O Estado chama a sua própria violência de "lei" mas a violência dos indivíduos de "crime".

Uns fogem do amor e outros procuram com sofreguidão, mas no fim o que fica, em todos, é a mesma coisa, uma insuportável sensação de vazio.

A auto-absorção, em todas as suas formas, mata a empatia, para não mencionar a compaixão. Quando nos focamos em nós mesmos, o nosso mundo diminui, enquanto os nossos problemas e preocupações aumentam. Mas quando nos focamos nos outros, o nosso mundo expande.