Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
O completar de que falo não é porque algo nos falte, nem porque haja uma peça ausente no quebra-cabeça. O completar de que falo é sobre pele, sobre encaixe, sobre dividir — e jamais subtrair. É encaixe na alma do outro; é dividir risos, os dias, as manhãs, as semanas e os fins de tarde… é dividir a Vida!
Precisamente, ao nos convencermos de que a mulher amada não é como acreditávamos, mas só uma imagem generosa que havíamos feito, produz-se em nós a catástrofe da desilusão.
Bom dia!
Não esqueçamos que muitos não gostam de Jesus Cristo. Muita gente o odeia e diz coisas horríveis sobre ele. Como é que vamos querer que todos gostem de nós?. Bom final de semana ✨️ 🌹
Ery santanna
Fragmentos de Emoção
Escrevo estas palavras
porque não encontro voz
para dizer, pessoalmente,
o que sinto por você.
Escrevendo,
me expresso melhor
do que falando,
mesmo que, às vezes,
as palavras me faltem —
tanto ao pensar quanto ao falar.
E é com estas palavras imperfeitas
que tento te mostrar tudo o que sinto.
Cada letra carrega
um pedaço do meu coração,
cada frase é um gesto silencioso
de quem te admira profundamente.
Mesmo que eu nunca consiga
dizer tudo com clareza,
quero que sinta
o que palavras não conseguem conter:
o meu afeto,
a minha atenção,
o meu desejo de estar perto de você,
mesmo nos silêncios.
Voz que se cala…
Voz que se cala não é silêncio,
é medo de transbordar sentimento.
É o coração falando baixo,
pra ver se o amor entende no vento.
Voz que se cala aprende a amar
com os olhos, no detalhe do gesto,
no quase toque da mão.
Diz tudo no intervalo do suspiro,
onde o desejo mora sem pedir permissão.
Mas quando essa voz cria coragem,
o mundo inteiro parece ouvir.
Porque amor guardado vira eco,
e eco…
sempre encontra um jeito de existir.
Quem é ela na noite escura?
É a luz que não se apaga!
Quem manda no meu silêncio?
É o nome dela ecoando na alma!
O que faço quando o mundo pesa?
Eu penso nela e sigo em frente!
Quem segura minha coragem?
O amor que aprendi a chamar pelo nome dela!
Se eu cair, quem me levanta?
Ela, mesmo sem saber!
Se eu sangrar por dentro, quem cura?
O sorriso dela, mesmo distante!
Por quem vale lutar até o fim?
Por ela!
Por quem o coração não recua?
Por ela
— minha guerra,
minha paz, minha vitória!
Promete que veremos logo,
Promete que isso não vai ficar assim,
E que toda essa distância
Não vai roubar você de mim
Ainda que a vida lhe cause dor, não abandone seu sorriso, pois ele é a marca da superação e o caminho para o recomeço.
Todos os caminhos nascem da escolha, até o instante em que você para e percebe: não escolher também é um caminho.
"Se não conhece, não julgue. Erros e variações na informação do falso testemunho, deriva ao bullying da língua no pecado da fofoca.
A retalhação da alma débil."
Às vezes o telefone soa na madrugada
Mas não são as madrugadas de sonhos
Que se perderam noutras madrugadas
Este deserto é um camelo perdido em mim mesmo
Um dromedário que não entende
De cartas astrológicas ou astrolábios
O telefone toca; eu sei mas ninguém mais sabe
Ninguém mais ouve é tudo um deserto galopando
Na insensatez quadrúpede
Que não me deixa sonhar.
Ainda suspira, inda soluça, sussurra uma esperança
O deserto empoeirado cala a madrugada
E eu não ouço o poema,
Eu não ouço as promessas, as juras
O telefone toca, eu sei que toca, mas só eu sei
O deserto continua seu galope,
O silencio é tão intenso que este buraco negro
é amnésia desse pretérito mais que Perfeito
então às vezes, só às vezes soa o telefone na madrugada
Meu Eu Que Sobrou.
A minha mente fala comigo,
mas já não sei se é comigo que ela fala.
Ela diz que há um Eu…
um que sobreviveu ao naufrágio,
que não se afogou com os outros eus
que criei pra não doer tanto.
Já fui tanta coisa que não era,
pra caber em lugares onde ninguém me queria por inteiro.
Me desfiz em pedaços pequenos,
só pra alguém me aceitar
e me perdi de mim.
A verdade?
Nem sei mais se esse Eu verdadeiro ainda existe,
ou se é só mais uma ilusão
tentando me manter de pé.
Minha mente está cansada…
cansada de lutar contra o vazio que ela mesma criou.
Cansada de prometer que vai passar,
quando tudo só se repete — mais frio, mais fundo,
mais só.
Se esse Eu que sobrou ainda vive,
ele não grita.
Ele chora baixo.
Ele sente tudo calado,
como quem sabe
que nem o próprio coração
escuta mais.
