Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Ser amigo significava compartilhar coisas nas quais se acredita, e não fazer o
papel de quem só está ali para satisfazer as vontades de uma ou mais pessoas. E,
se você não consegue perdoas as fraquezas dos seus amigos, é melhor ficar sem
eles.
Eu não acredito no amor como falam por aí
Eu acredito em nós
Acredito em mim e em você.
Nossa liberdade
Nossos sonhos
Eu acredito no que somos
e no que sentimos
Quando estamos juntos.
Será que isso só não basta?
Será que amar é só o começo do dia?
Eu não acredito no amor que leio nos livros
Um amor perfeito e sem desculpas
Eu acredito no que sinto
Quando olho pra você
Seu cabelo despenteado
Nossos dias embaraçados
Verdades reais
Dias quase iguais
Será que isso só não basta?
Será que amar é só o começo?
Ou será o fim
Se não pararmos de ter medo
E acreditarmos em nós...
"Na melhor das hipóteses eu sou a sucessão de erros tentando acertar. Então, não procure perfeição em mim. Não me faça cobranças. Se há algo a olhar, as cicatrizes representam as minhas sinceras tentativas para tornar-me melhor."
Mocidade vaidosa não chegará jamais à virilidade útil. Onde os meninos camparem de doutores, os doutores não passarão de meninos. A mais formosa das idades ninguém porá em dúvida que seja a dos moços: todas as graças a enfloram e coroam. Mas de todas se despiu, em sendo presunçosa”. - (Palavras à Juventude)
Indo dormir, mas com a certeza que os sonhos nao adormecem. O corpo descansa. A alma re_conecta. O coraçao é o cenario do Criador.
"Pensa comigo, meu caro. Não há motivo pra essa birra agora. Se ela tem um lado que arde e expressa ciúme, é porque cara feia não lhe convém. Se reclama do seu cigarro, é porque te quer bem. Se te cobra mais tempo junto, é porque o muito é pouco quando se está junto de quem faz o tempo e o pensamento voar. Se não te procura após uma briga, não é castigo, meu amigo, ela flerta com a saudade. Quer ver se te inquieta também.
Nos dias deste silêncio bobo, fez uma carta contando tudo que adora no teu jeito, revelou aquela foto na praia, comprou seu bombom preferido, ensaiou o beijo mais bonito.
Você me pergunta se no meio desse orgulho desnecessário ela ainda pensa em você? Cara, desconfio que ela te ama."
Uma mulher forte não precisa de um homem para dominá-la.
Precisa apenas de alguém especial que a compreenda.
Uma mulher forte não quer ser confrontada,
quer desafiar a fazê-la mudar de ideia.
Uma mulher forte não quer ser forte a todo tempo, porque cansa.
Ela quer confiar o suficiente para descansar, sem precisar tomar as rédeas da situação.
Uma mulher forte é humana, impulsiva, intensidade pura.
Ela explode, ela xinga, ela diz o que vem na mente,
mas ama como ninguém.
É um poço de verdade e um mar de empoderamento.
Nem sempre é fácil lidar com uma mulher forte, mas fogueira não assusta faísca.
Parece que foi passageiro... um sentimento não mais correspondido... meu coração está partido, mais isso acontece...
Não me confunda com um anjo, pois não sou tão boa como pensa. Não me confunda com um demônio, apenas olho a vida de diferentes formas e isto muitos não compreendem.
Não preciso de vários homens.. quero o mesmo de todos os dias me fazendo rainha..na minha própria cama..
Faça o que tem que ser feito.. não passe vontade.. melhor ter provocado um incêndio.. do que nunca ter acendido um fósforo...
O que sou?!
Viciante...
Provocante...
Sedutora...
Modesta? Nenhum pouco.
Não é pecado falar
A verdade.
A Paternidade
Não basta ser homem para ser pai
Não basta desejar ser pai
Precisa ser gente e, especialmente, carregar humanidade
Carece ser exemplo
Para ser um pai de verdade, é preciso gostar de lamber a cria
Quando pequeninos e ainda depois de grandinhos
É preciso gostar de trocar fraudas e carinhos
Não existe teste de DNA que faça de um homem um pai
Porque o homem já nasce com DNA de pai
O pai de verdade não vê diferença em ser mãe ou pai
Porque ele consegue fazer os dois papéis
O pai de verdade não é um herói
É apenas um homem
Quase um super homem
Mas ainda uma criança que também precisa de colo.
Sem exagero, não há nas bibliotecas deste mundo, não há nos pisos deste chão, não há na lucidez das minhas loucuras e muito menos na imensidão das suas ausências, nada nem ninguém capaz de entender o silêncio dos meus poemas com a mesma delicadeza dos seus olhos. Eles têm o privilégio de ler as entrelinhas de cada verso, e por ali ficar por horas e horas e dias e dias, até adormecerem num sonho confuso e denso – como são os sonhos dos que amam e não podem se entregar. E eles nunca se fecham porque precisam de vida para morrer, e também precisam se alimentar dessa poesia para continuar a brilhar e a sentir saudades e a mentir verdades. Por isso serão sempre densos, tensos e imensos.
Já, meus poemas têm a necessidade de buscar nos seus traços o formato de cada letra e o compromisso de catar em suas mãos as palavras mais imperfeitas – aquelas que nunca foram versificadas – e ver se cada "eu te amo" gritado silenciosamente pelos seus lábios finos consegue me acolher sem dentes, sem me deixar sofrer e só me fazer enxergar o que há de mais belo no amor: aquilo que não se diz. Meus poemas também têm a obrigação de contar nos seus dedos todas as vezes que eu não pude ouvir o tom da sua voz tão deliciada dizer que sente a minha falta. E nesse timbre ficar e respirar por meses e meses e rimas e rimas, até adoecerem num sonho doce e triste – como são os sonhos dos que amam e não encontram ninguém para se entregar. E eles nunca se ausentam por muito tempo porque precisam das migalhas da sua presença, dos pedaços mastigados do seu coração e de alguns goles das suas lágrimas para não secarem, sozinhos, como os pontos finais dos breves romances sem final feliz. Por isso também serão sempre densos, tensos e imensos.
Saiba que também não sei muito bem o que pode sair da boca e dos poros e das mãos e dos olhos de um homem de carne e osso e sangue e sonhos que se permite acreditar na realidade de vez em quando. E mesmo que nada faça sentido. E mesmo que eu não consiga me expressar com as palavras certas. E mesmo que você não interprete da maneira mais simples meus sentimentos mais complicados, meus desejos mais confusos e minhas mais sinceras verdades sobre você, sobre mim, sobre nós; saiba que aqui, em cada página, em cada erro ou palavra, em cada espaço ou entrelinha, em cada ponto e vírgula, estão os meus mais vivos pensamentos, aqueles que pulsam e vibram cada vez que pensam no que não fomos... Não sei como nem quando surgiu a ideia de começar a te escrever.
[página solta de uma carta despedaçada; antônio]
Alucinações.
Vivendo em um mundo que nao é meu...
Sonhando com esse amor que é tão seu...
Querendo seu tudo...
Tendo seu nada...
Amando o escuro..
saudade desvairada...
Olhando pra dentro...
Tentando te ver...
Ousando ler pensamentos...
violando você...
Imprimindo minha angustia...
Tentando deletar sua imagem...
Sorrindo pra não chorar...
Fingindo não importar...
Dizendo coisas sem sentido...
sentido? o que significa mesmo isso?
Tentando ignorar sua ausência...
Mas convivendo com a eterna presença dessa ausência...
desejando por não ter...
Ter pra não perder...
Perder o que se eu nem tenho?
Alucinaçoes...isso nem eu mesmo entendo...
Você seria mais feliz se sorrisse com a sua alegria? Se não dependesse da minha boca para gritar eu te amo, gargalhar eu te amo, soluçar eu te amo, deixar eu te amo ecoar pelos quatro prantos do mundo?
Você seria mais feliz se não precisasse dos meus dentes para arrancar sua dor, se não dependesse dos meus versos para acalmar a folha em pranto, se não precisasse dos meus dedos para fincar sua alegria nesses lábios finos, e deixar as lágrimas engrossarem pros lábios de lá?
Lágrimas
Lágrimas
Lágrimas
Lágrimas
Lágrimas,
Eu seria mais fraco ou talvez menos franco se aceitasse o seu amor como amor e não como pranto. Você nunca me amou. Nunca. “Nunca diga nunca” nunca funcionou. Não funciona para quem vive de poesia. Eu acredito no impossível e nessas coisas que você chama de milagre. Eu sobrevivi a vários milagres: suportar tua ausência é um milagre, secar mil lágrimas é um milagre, viver de poesia é um milagre, um poeta é um milagre, o amor… não!
Amor é acontecimento: é o que sobra depois de todo esquecimento. Queria que ele coubesse no que eu vejo em você. Queria que ele soubesse que eu acredito em você. E que você sorrisse todas as manhãs como se quisesse me encontrar todas as noites; e à tardinha também. Dizer que me ama ao som de Jorge Ben, jurar que me quer ao ler Baudelaire. E não só risse para afastar o desespero. E não sorrisse para fingir que o amor te alegra. E não sumisse por temer o que te espera. E assumisse que o que já fomos, já era. E na mesmice dos nossos desencontros, eu me encontro completamente indiferente ao que você sente… Em vão… Em vão… Em vão… Pra onde vão os nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos?
Queria que você se sentisse divinamente desumana e um pouco menos culpada. E não fumasse só por se achar bonita em uma fotografia em preto e branco. Eu prefiro encontrá-la mil vezes no desespero de quem ri sozinho em medo e pranto; e amá-la, assim, para sempre e tanto.
O que é amar? Se não o sublime suspiro de uma alma desesperada e desamparada pela falta de sua semelhante?
