Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
A presença dos céus não é a Tua, embora o vento venha não sei donde. Os oceanos não dizem que os criaste, nem deixas o Teu rasto nos caminhos. Só o olhar daqueles que escolheste nos dá o Teu sinal entre os fantasmas.
Eu acho que tudo o que eu vivi me ensinou muito, mas não aprendi o suficiente para me tornar um adulto. Eu perdi amores, ganhei outros, e ainda sinto falta. Pra mim, o abraço sincero é mais importante que o beijo apaixonado e, o andar de mão dada expressa mais o sentimento que a serenata. Qualquer um é capaz de pegar uma viola e fazer um papelão na janela da menina, eu quero ver é suportar as crises, as brigas, as neuras dela durante toda uma vida e ainda assim caminhar de mão dada. É nisso que eu acredito, nesse sentimento raro e eterno. Porque a gente tem que viver se controlando para não matar EXATAMENTE aquilo que ama.
Não respondo todo mundo que fala comigo, só quem tem educação. Não é questão de ser chata, é que eu gosto de respeito!
Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final.
São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...)
A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós.
Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.
Eu não abri mão de um sonho por medo de sonhar.
Eu abri mão... pois quando ele se tornou realidade, a minha realidade não conseguiu este sonho carregar.
Vou lembrar dele como um sonho, daqueles do qual não se quer acordar.
Minha realidade é bem diferente, mais não me impedirá de continuar a sonhar.
Seja sonho ou realidade, o fato é que NUNCA deixarei de te amar (...)
Quem sabe nesse verão as coisas não dêem mais certo, você não me convide para aquela sorveteria que eu mais adoro, me leve para caminhar no parque ou até mesmo correr naquela areia quente da praia... Mas sem dormir junto, esse calor anda me matando.
Hoje já não dói como antes, passou. Não te espero e nem corro mais atrás. Hoje as promessas de antes não fazem mais sentido. Hoje o nosso amor virou passado. E sabe, não me faz mais mal algum dizer isso. Bem que me falaram que tudo passa. Olha só, passou.
Chega uma hora, que a gente tem que tirar o time de campo, não dá para ficar correndo atrás da bola a vida inteira
Não busco. Não corro atrás. Não me humilho. Você lembrou de mim no momento em que comecei a te esquecer.
Mas de qualquer forma não conseguia definir o que se fez quando comecei a perceber as lembranças espatifadas pelo quarto. Não que houvesse fotografias ou qualquer coisa de muito concreto — certamente havia o concreto em algumas roupas, uma escova de dentes, alguns discos, um livro: as miudezas se amontoavam pelos cantos. Mas o que marcava e pesava mais era o intangível.
Design não é arte, como definimos arte. Considero uma coisa orgânica no sentido social, cultural e econômico. Não considero uma coisa especial. As pessoas vêem coisas que fiz e não sabem que fui eu e eu acho ótimo. A busca da perfeição é o caminho do design.
Só quero 8 segundos pra falar
O que eu não consegui dizer num mês
Depois que eu aprendi a amar
8 segundos bastam pra te convencer
Que a vida é mais legal eu e você
Mas não estava triste. Era como se de repente tivesse percebido que vivia, e que aquilo nada mais era do que um capítulo, uma etapa.
