Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Tudo que sempre quis era eu, você e os planos de Deus, mas você preferiu viver no pecado desse mundo.
Quando seguimos nosso coração estamos dispostos a viver na lama sem Deus no comando, por isso nunca deixe que sentimentos controlem sua razão. Somente em Deus podemos encontrar o amor verdadeiro.
EU ESPERO ansiosamente o tempo precioso em que os nossos corações estarão preparados para viver em harmonia e gozarmos da verdadeira felicidade.
Essa tal felicidade, onde a paz reina , amor fortalece e lealdade impera.
TEMPO DE VIVER: Tempo de lazer; de trabalhar, estudar, estar com amigos enfim...Repartido em migalhas, fazendo de cada pedaço, um todo , em plenitude. Sempre com Deus interior.
A maior metáfora sobre ser humano é de que somos como rosas aprendendo a viver em um imenso jardim, o vento faz outras nos ferirem, mas também ferimos outras com nossos espinhos, no final não passamos de enfeites e adornos que murcham, secam e morrem.
O ser humano deve aprender que devemos viver com o que temos ou podemos, sem pensar ou confiar jamais na ajuda
de outros. Se ela vier serás bem vinda, caso contrário não sofrerás decepções.
Ore todos os dias pedindo livramentos porque quem sai de vivência de sofrimentos e passa a viver na bondade causa inveja mesmo... Muitos não conseguem ver a felicidade alheia.
Nunca me contive em viver de teorias, prefiro praticar e viver em função delas agindo de forma ativa no que pretendo realizar
ou alcançar .
Ser grato a Deus é viver as dificuldades, e mesmo assim enxergar além delas algumas estratégias de superações.
Pois nada nesta vida é fácil, sempre haverá dias de lutas e pensamentos de desistências...
Porém, a perseverança e confiança são combustíveis que nos ajudam a vencer qualquer batalha e poder dizer:
SOU MAIS QUE VENCEDOR(A)!
O melhor lugar para viver,
é onde nos sentimos bem e compartilhamos de paz e sossego. As demais coisas, Deus proverá!!
PASSAR E VIVER:
A perda da presença na contemporaneidade.
Vivemos uma época de velocidade e multiplicidade de estímulos; é cada vez mais difícil distinguir entre simplesmente “passar pela vida” e verdadeiramente “viver”. A diferença não é meramente semântica: trata-se de modalidades profundas de existência que modelam sentido, memória e identidade.
Passar pela vida equivale a ser arrastado pelos acontecimentos: rotinas, reações automáticas, acumulação de experiências sem reflexão. A sensação de que “o tempo passou e eu não” nasce daí não por falta de eventos, mas por ausência de integração. Viver, ao contrário, pressupõe presença reflexiva: observar o que ocorre, extrair significado, transformar percepção em mudança interna. Filósofos existencialistas já chamaram atenção para a urgência dessa presença; a modernidade acrescenta a distração em massa, que pulveriza a atenção e empobrece a memória afetiva.
Essa distinção mobiliza três eixos: atenção (capacidade de permanecer no instante), narrativa (a construção de uma história que dá sentido às experiências) e ética do aprendizado (usar o contato com o mundo para reformular escolhas). Quando a atenção falha, a narrativa racha: memórias perdem detalhes, afetos empobrecem e o sujeito se torna mero espectador de sua própria vida. A consequência mais grave não é apenas tristeza, mas uma erosão progressiva do caráter: escolhas repetidas sem compreensão não educam o interior.
Exemplos concretos
Considere o trabalhador que passa horas em tarefas mecânicas sem refletir sobre finalidade; ou a relação amorosa em que os parceiros acumulam convivência sem escuta deliberada. Ambos acumulam “tempo vivido” sem que o tempo se torne aprendizado. Em contrapartida, pessoas que praticam a reflexão regular mesmo breves momentos diários de atenção plena e análise convertem acontecimentos em pontos de virada pessoal.
A vida plena exige investimento: presença, reflexão e a disciplina de transformar experiência em sabedoria. Não se trata de romantizar cada instante, mas de recuperar a capacidade de aprender com aquilo que nos atravessa. Só assim deixamos de ser presenças fugazes e nos tornamos agentes do próprio destino.
II — Aprender com a vida: um mapa psicológico para o autoconhecimento
Introdução
Aprender com a vida é, antes de tudo, uma operação psicológica. Implica reconhecer padrões, aceitar falhas e transformar sofrimento em possibilidade de crescimento. A psicologia contemporânea oferece ferramentas para que a passagem dos anos se traduza em amadurecimento e resiliência.
Desenvolvimento
O processo de aprendizagem vital envolve três momentos: reconhecimento, processamento e integração. O reconhecimento é aceitar que uma experiência teve impacto (alegria, perda, frustração). O processamento exige que se nomeie a emoção, se analise o contexto e se busque compreensão evitando defesa automática ou repressão. A integração é a etapa transformadora: a experiência altera crenças, comportamentos e estratégias de enfrentamento.
Dois mecanismos clínicos são cruciais: a metacognição (capacidade de pensar sobre os próprios pensamentos) e a reatribuição de sentido (recontar um evento com foco em aprendizado). Pessoas que percorrem esse caminho reduzem sintomas de ansiedade e arrependimento. Psicoterapias baseadas em narrativa e em atenção plena oferecem protocolos práticos: diários reflexivos, reavaliação de episódios-chave e exercícios de exposição emocional assistida.
Ilustração prática
Imagine alguém que repetidamente falha em relacionamentos por medo de intimidade. O primeiro passo é reconhecer o padrão (reconhecimento). Em seguida, mapear crenças (ex.: “se me aproximo serei rejeitado”) e testar hipóteses através de pequenas ações (processamento). Por fim, incorporar novos relatos pessoais "aprendi que posso confiar progressivamente" e ajustar comportamentos (integração).
O resultado é que a história pessoal muda, e com ela a qualidade da vida.
Aprender com a vida é uma prática psicológica: avaliamos, trabalhamos e integramos. Trata-se de uma técnica de humanidade que todos podem cultivar. A transformação não exige heroísmo: exige metodologia diária, coragem para revisitar o passado e disciplina para reescrever o futuro.
III — Transformar passagem em sentido: práticas éticas e exercícios cotidianos.
Introdução
A diferença entre ter a vida como passagem ou como sala de aprendizagem é, muitas vezes, prática mais do que teórica. Este artigo propõe exercícios concretos e um pequeno código ético para transformar rotina em terreno de crescimento.
Desenvolvimento — Princípios éticos.
1. Presença deliberada: priorizar momentos onde a atenção é inteira (conversas, refeições, trabalho criativo).
2. Responsabilidade interpretativa: assumir que a interpretação dos fatos está sujeita a revisão; não culpar o externo sempre.
3. Curiosidade compassiva: investigar erros sem autocondenação, mas com compromisso de mudança.
4. Reciprocidade transformadora: fazer com os outros o que se espera de si mesmo aprender em comunidade.
E na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições.
