Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Quem é você?
Perguntas-me quem sou, e eu, que já não sei responder sem antes duvidar da pergunta, te ofereço o que tenho, uma consciência errante do âmago energético de Esú.
Errar, aqui, não é desvio, é método, é caminho. Sou falho em minha maravilhosa concepção de ser próximo ao perfeito, e é nessa distância que habito, pois o perfeito, se existisse, não precisaria de mim. Defendo a vida e a liberdade não por virtude, mas por
necessidade, quem já sentiu o peso do cárcere reconhece no outro o mesmo fardo. Não lhe digo, sobre jaulas ou grades, mas também...Nosso insondável Avatar! Meu coração é entusiasta de sempre renascer, não por otimismo, mas porque a existência, como o fênix, só se prova no fogo. Eu exerço um ofício antigo,, sou o médico da minha alma. Não aquele que cura, mas o que acompanha, pois a alma, como diria o filósofo, só se deixa tocar por quem não promete salvação.
Sou, portanto, o que sou, errante por escolha, falho por condição, defensor por memória, entusiasta por teimosia, médico por compaixão. E se isso soa como contradição, é porque a verdade, quando dita sem véus, nunca cabe inteira numa só palavra.
E tu? Quem és tu, que me perguntas, senão também um errante que busca, no espelho do outro, a resposta que ainda não ousou dar a si mesmo?
Quem sou eu...?
A justiça divina não conhece impunidade; ela age com perfeição para endireitar os caminhos do Brasil.
"Não querem orar de jeito nenhum. Prefiram o caos, a intriga e a polêmica a ter um minuto de comunhão e intercessão."
"Um coração duro não ora porque tem medo de confrontar a própria bagunça; prefere o entorpecente dos prazeres rápidos a encarar a verdade que liberta."
"O coração duro não ora porque tem medo de se despir das próprias vaidades e encarar o espelho da vontade de Deus."
O Prédio que Aprendeu a Escutar revela que trabalhar até desaparecer não é necessariamente dedicação.
"Quando o altar é abandonado, o homem não fica neutro: ele troca a justiça pela iniquidade e o amor ao próximo pela prática da ruína."
"O silêncio nos joelhos costuma ser o primeiro passo para o barulho da destruição. Quem não ora a Deus, acaba servindo aos caprichos da corrupção."
"Quem não dobra os joelhos diante do Criador acaba curvando a cabeça para defender injustiças e patrocinar a própria destruição."
É desolador perceber como a empatia foi substituída pela indiferença, onde o caráter já não é apreciado e a humanidade parece ter desistido de cuidar de si mesma.
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
Esforços físicos, mas que não foram realizados pelo físico. Atividades de intensidade variável, mas os esforços seguem um clima experimentado. Natureza de revelações surpreendentes, mas não se reconhece os parênteses. Distâncias percorridas em uma rotina, cuja as metas são competitivas. Porém não competimos pelo contato físico, mas sim pelas origens do empirismo.
Buscas pelas falas não exclusivas, mas encontram uma criatividade ilusionista. Mágica que condena uma crença, no passado de exigências infinitas. E transformam os períodos em imensas sintonias, das quais as sinfonias não ditam os ritmos de vida. Louvor de um período esquecido, e os interesses se tornam imperativos.
Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.
Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.
Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.
Roda roda e não gira, onde a trava do cronômetro pede pilha. Fraqueza energética, onde Li resolve um papel esquecido. Tabela de variações na natureza, mas esquecem do tempo vigente da própria natureza. Gestação não existente, onde os momentos se tornam presentes. Mas buscam a semelhança de Deus, acreditando nas crenças ruins. Confusão de homônimos terrestres, mas a prova só demonstra desgraças na Terra.
Visão modificada, mas as memórias não estão intactas. Dificuldades no reconhecimento pessoal, e cometem erros pessoais. Entretanto vasculham à natureza, afim de conquistar à própria natureza. Dança de acasalamento, mas o tempo demonstra outro relacionamento. Horóscopo de incertezas, mas ditam uma estrela. Brilho que reflete um carisma, na eterna vontade divina.
Obsessão de deficientes físicos, mas não são sentidas as incapacidades. Sensações de uma longa trilha, onde as moradas não apresentam vidas. Escolhem um grupo, mas à cultura não se torna relativista. Energia que se demonstra através dos corpos, mas as áreas estão instáveis. E assim seguem um caminho, cujo o passado foi desprezado.
