Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Existe um tipo de cegueira que não está nos olhos, mas na mente. É aquela que faz uma pessoa rejeitar uma boa ideia simplesmente porque ela veio de alguém de quem discorda.
O fanatismo é tão perigoso que, em nome da oposição, alguns passam a defender até aquilo que deveriam combater. Se o adversário propõe acabar com a dengue, tornam-se defensores do mosquito. Não porque acreditem na importância do inseto, mas porque perderam a capacidade de separar o valor de uma ideia de quem a apresenta.
Nesse estágio, a razão deixa de ser o instrumento que orienta o pensamento e se transforma em refém das paixões. Os fatos já não importam, os argumentos são ignorados e a verdade só é aceita quando favorece o próprio lado.
O mais triste é perceber que, nessa disputa cega, muitos já não se preocupam com o que é melhor para a sociedade, mas apenas com o que pode prejudicar o adversário. E, quando a necessidade de vencer alguém se torna maior do que o compromisso com o bem comum, todos acabam perdendo.
Discordar é um direito. Questionar é saudável. Fiscalizar é necessário. Mas rejeitar tudo o que vem do outro lado, sem avaliar o mérito, não é pensamento crítico: é dependência ideológica.
Uma mente livre julga a ideia pelo seu valor, não pela identidade de quem a defende. Uma mente dominada pelo fanatismo, porém, prefere ver o mosquito vencer a admitir que o adversário tinha razão.
Eis o absurdo da cegueira ideológica: na ânsia de derrotar o adversário, há quem aceite a derrota da própria razão — e ainda comemore como se tivesse vencido.
O professor não é aquele que apenas conhece a história das lutas, mas aquele que compreende que seus direitos são frutos delas. Esquecer essa memória é negar a própria história; abandoná-la em favor de interesses individuais é permitir que as conquistas de ontem se tornem as perdas de amanhã.”
O interesseiro...
Se a sua necessidade não serve aos propósitos dele ou se a sua realidade exige mais do que ele está disposto a dar, a máscara de bondade começa a apresentar fissuras sutis.
Não exija de mim o que você não pode me dar
@olhar_de_capitu
Seu beijo se encaixa certinho no meu beijo
@olhar_de_capitu
Sua boca na minha boca
Juntas elas são protagonistas
Do beijo perfeito
@olhar_de_capitu
Não existe dor quando há lembranças.
Existe sim muita saudade.
Saudades das conversas, das risadas, dos conselhos de alguém mais experiente.
Existe o sentimento de estar presente, mesmo não podendo ver, ouvir e tocar.
@olhar_de_capitu
A distância pode impedir um beijo,
um toque, um abraço.
Mas não pode impedir um sentimento.
@olhar_de_capitu
Abismo
Em queda livre, fecho os olhos.
Não sinto medo do desconhecido.
Sinto uma estranha sensação de leveza.
Não serei meu próprio abismo.
@olhar_de_capitu
A verdadeira maldade muitas vezes não veste uniformes de vilão; ela se esconde na frieza de quem cruza os braços diante da dor alheia.
A caridade não deveria ser um favor extraordinário, mas o reflexo natural de uma boa conduta; quem a recusa por puro egoísmo perdeu a essência do que é ser humano.
Na verdadeira hierarquia da competência, o topo não pertence àquele que dita as respostas, mas ao eterno aprendiz que, em silêncio, governa as próprias perguntas — pois ele compreende que, sob a miragem do multiculturalismo, quanto mais diversa a comunidade, mais as pessoas se recolhem no labirinto de suas certezas.
Reno Fioraso
O maior perigo de uma sociedade não está necessariamente em desejar sua própria destruição, mas em acreditar que a destruição é o caminho inevitável para sua salvação.
Não seja como um pato, faz tudo, porém, mal: nada, voa e anda.
Quem tenta abraçar o mundo inteiro acaba de mãos vazias.
Escolha algo na vida e faça bem feito,
pois a verdadeira maestria está em focar naquilo que te guia ao sucesso.
A força dos pensamentos e a lei da reciprocidade
Nunca deseje aos outros aquilo que você não gostaria que desejassem a você.
Muitas vezes, de maneira inconsciente, alimentamos pensamentos negativos em relação a outras pessoas, seja por diferenças, ressentimentos, decepções ou simplesmente por não simpatizarmos com alguém. E, por vezes, acreditamos que esses pensamentos não têm importância, afinal, ficaram apenas dentro de nós.
Mas vale refletir: assim como pensamentos positivos podem fortalecer nossa determinação, alimentar nossos sonhos e nos impulsionar a realizar grandes coisas, os pensamentos negativos também podem influenciar nossas atitudes, nossas escolhas e a maneira como nos relacionamos com o mundo.
Por isso, mesmo diante daqueles que não torcem por nós, que nos criticam ou que não desejam o nosso sucesso, não permitamos que a negatividade alheia transforme aquilo que temos de melhor.
Desejar o bem não significa concordar com todos, aceitar injustiças ou permitir que nos façam mal. Significa preservar a própria consciência, sem permitir que a amargura dos outros determine quem somos.
Cultive bons pensamentos, boas intenções e sentimentos que dignifiquem sua existência. Afinal, a positividade começa dentro de nós e se manifesta na maneira como tratamos as pessoas.
Não precisamos desejar o mal a ninguém para que a vida nos favoreça. Que a nossa força esteja em fazer o bem, mesmo quando não recebemos o mesmo em troca.
Porque quem aprende a desejar o bem, inclusive àqueles que não lhe querem bem, demonstra que não permite que a maldade alheia determine a qualidade do seu próprio coração.
