Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Não guardo mágoa, guardo aprendizado.
Quem some no momento difícil me ensina exatamente onde não investir meu coração.
Quem torce contra você também faz parte do processo.
Eles só não entendem que combustível nasce da resistência.
Anos atrás, encarei a morte.
Mas não foi ela quem decidiu.
Ouvi no silêncio do espiritual: “Ainda não é o tempo.
Antes, a justiça precisa passar, a verdade precisa aparecer,
e o que foi feito na sombra será cobrado na luz.”
Hoje eu sigo entendendo:
não permaneço por acaso,
permaneço por missão.
Enquanto Deus não fecha o ciclo,
ninguém me leva.
Sei que ainda não é o fim,
mas confesso: agora tá pesado.
A fé continua, mas a mente vacila.
Não perdi Deus, só tô cansado de lutar em silêncio.
E talvez hoje, a maior prova seja pedir colo em vez de ser muralha.
"Honrar a si mesmo não é hostilidade, é rito de preservação. Reagir ao desrespeito protege seu santuário interno. Sacuda a poeira e preserve a sua paz."
Não permita que controlem a sua vida, não dê espaço para que os outros invadam a sua alma. Esse território é seu e somente você é capaz de delimitar essa área. Faça do seu interior um altar sagrado e convide apenas quem você tenha certeza de que irá respeitá-lo. Quando houver o sacrilégio, expulse. Preserve sua intimidade, seus valores, seus desejos, o seu eu., EXCELENTE SEGUNDA FEIRA!, COM DEUS NO CONTROLE SEMPRE!!!
O DESPERTA DO SER
A espiritualidade não habita no que reluz,
mas no silêncio que a sombra produz.
É no escuro do peito, longe do vitral,
que pulsa a verdade, crua e visceral.
Não és o que vêm, nem o que dizes ser.
És o espaço imenso entre o querer e o fazer.
Quebre o vidro. Deixe a poeira entrar.
A essência só respira quando para de encenar.
O propósito não é ser o melhor espelho do mundo,
mas mergulhar no próprio abismo, calmo e profundo.
Só quem desiste de ser vitrine para os outros,
consegue, enfim, ser templo para si mesmo.
Quando duas pessoas se amam, esse amor deve ser comedido, não pode ser possessivo, nem inflamado pela paixão.
Amar, é, superar o insuperavél, e negar muitas vezes a si mesmo, por quem você ama.
O amor não maltrata, e nem escraviza, o amor respeita os limites de cada um, dividindo os momentos de alegria e de tristeza, e nunca abandonando aquele que se ama.
No momento da angustia, clamo ao Senhor, e quando me alegro, Louvo ao seu Santo Nome.
Brasas, não me queimam, pois sou guardado pela sua infinita misericórdia.
Linguas, não me caluniam, pois a verdade que conheço é que me justifica.
Medo, não existe em minha vida, porque o Senhor é meu escudo e fortaleza.
Morte, é fruto daquilo que o homem plantou. Eu creio na vida eterna,e no reino da eternidade do Senhor.
Louvado seja o Nome do Senhor, pelos séculos dos séculos.
Amém.
O preço de se amar é a injúria e injustiça. Nunca doe amor esperando ser correspondido. Amor não é moeda de troca, é dor e solidão.
Uma advocacia institucionalmente fraca não consegue atender aos anseios da sociedade no que se refere à defesa dos direitos e garantias fundamentais, tarefa de suma importância para a preservação da democracia em nosso país.
Deus não é responsável pela maldade, egoísmo, ambição e engano dos homens. Suas mentiras transformaram-se em “verdades” que lhes são convenientes.
Atila Negri
De fato, o tempo não se detém.
Ele devora silêncios, limita a existência.
Há, contudo, os que se julgam infinitos no reflexo do próprio ego,
ociosos de alma, doentes de vaidade, vazios de essência.
E no fim, resta apenas o eco —
a lembrança de um instante que ousou ser vida,
e já se perdeu no abismo do passado.
Atila Negri
Toda tropa possui uma elite, não definida pela força bruta, mas pela consciência.
Uma nação cujo povo não busca excelência — no conhecimento, no exercício da cidadania e na defesa de seus direitos — torna-se vulnerável.
Um povo que não luta por ideais é facilmente moldado, conduzido e dominado, como ocorre na guerra quando o inimigo subjuga mentes antes de conquistar territórios.
Onde não há elite de consciência, há servidão disfarçada de ordem.
O lugar mais distante
não é onde se vai,
é onde a solidão
jamais nos alcança.
Ali, só existe a paz —
silenciosa e firme —
aquela que sustenta a alma, a
que nos mantém de pé.
Atila Negri
“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.
Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.
Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)
Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.
