Viver
Separadamente
É chegada a sua vez, seja feliz, agora a minha vez, tentarei ser, tempo de viver o que nos resta... que haja também, tempo para respeitarmos todos os horizontes e nossos limites mutamente... embora as nossas vidas, sigam juntas, mas separadamente, com os nossos medos, com as nossas tímidas vontades de reaprender à voar, as nossas almas à nos conduzir pelos caminhos da poesia, fazem a festa, indefinidamente.
Meu viver é bordado
pelo caminhar
de uma alma plácida
com pés intrépidos.
Essa timida valentia
faz dos meus passos
silentes versos
uivantes de vida.
Nas entrelinhas do meu viver em preceito
Onde, impositivo é o verbo escrever
A poesia, imperativa, descreve-se sujeito ,
adjetivo e predicado do meu ser.
Sem dúvida, viver sozinha pode ser muito mais saudável e libertador do que estar em um relacionamento ruim. Um relacionamento que traz mais dor, estresse ou insegurança do que felicidade pode afetar seriamente a saúde mental, emocional e até física. Estar sozinha, por outro lado, oferece a oportunidade de focar em si mesma, em seu crescimento pessoal, seus interesses e seu bem-estar.
Quando estamos sozinhos, temos a chance de nos reconectar com nossas próprias necessidades e desejos, sem comprometer nossa paz em prol de uma relação que não nos valoriza. Um relacionamento ruim pode drenar nossa energia, minar nossa autoestima e nos impedir de viver plenamente.
Viver sozinha também pode ser uma escolha consciente de autocuidado e de respeito pelos próprios limites. Em vez de se contentar com uma relação que não traz felicidade, é melhor esperar por algo que realmente acrescente à sua vida. Afinal, estar em paz consigo mesma é o primeiro passo para construir relações saudáveis no futuro, se for seu desejo.
A solidão, quando vista de uma perspectiva de autossuficiência e bem-estar, pode ser uma fonte de força e autoconhecimento.
Entendo que viver com transtorno bipolar pode ser um desafio diário. A montanha-russa de emoções e a oscilação entre momentos de euforia e fases de depressão podem tornar a experiência de vida intensa e, muitas vezes, confusa. No entanto, é importante lembrar que, com o tratamento certo, como acompanhamento psicológico, psiquiátrico e o apoio de familiares e amigos, é possível levar uma vida equilibrada.
O transtorno bipolar é caracterizado por episódios de mania ou hipomania, onde há uma elevação de humor, energia e atividade, seguidos por episódios de depressão, com sentimentos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia. Esses altos e baixos podem interferir nas relações, no trabalho e no autocuidado. No entanto, o reconhecimento da condição é um passo importante para o autocuidado, permitindo que você busque os recursos necessários para gerenciar os sintomas.
Uma vida com bipolaridade também pode trazer momentos de autoconhecimento. Cada desafio pode se transformar em uma oportunidade de entender mais sobre suas emoções, limites e necessidades. Com o tempo, muitas pessoas aprendem a identificar os gatilhos, a regular suas emoções e a viver com mais harmonia.
Vida não seria para passar trabalho por tudo, seria somente para o querer e poder, não para viver.
Neste sentido, só passaria trabalho quem quisesse.
A sabedoria está em viver bem sem aquilo que ainda ou nunca se poderá ter, podendo ser riqueza.
Mas a pobreza não está em não querer, podendo ser nobreza.
Viver é isso, cair e levantar
onde seguir é não perder
ver todos chorando querendo ganhar
ser explorado e ainda poder ajudar
