Vivemos Momentos

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Vivemos respondendo ao externo: agenda, compromissos, expectativas, desempenho. E vamos nos adaptando. Ajustando. Compensando. Até que, em algum ponto, a alma pede presença e o corpo executa a interrupção. A vulnerabilidade não surge do nada. Ela é o ponto visível de um processo invisível.

Vivemos às nossas vidas mais na imaginação do que na realidade,há tanto filtro não apenas nas fotos mas também no olhar,pensar,sentir e até na hora de viver,criamos personagens para quem amamos e,quando a realidade bate a porta nos decepcionamos. O triste nisso é que quando a gente se decepciona é de na natura humana culparmos o amado,mas a pergunta é a seguinte: o que é a decepção senão o fim do autoengano .

“Nunca vivemos tempos tão sombrios como os atuais, então devemos reforçar o quanto amar, respeitar, zelar as pessoas que nos cercam são atitudes de valor.”
#bysissym

Não revele suas conquistas, sonhos, dores ou alegrias. Vivemos um mundo diferente onde o silêncio pode fazer a diferença positivamente.
#bysissym

Vivemos cercados de vozes, urgências e certezas, mas o que mais assusta no homem moderno é a sua dificuldade de permanecer, em silêncio, diante do que sente.

O amor que fica, não é o que vivemos. É o que permanece em nós.

Vivemos em um mundo
que somos descriminados
Pelo tom de pele, pelo corte
De cabelo até mesmo pela roupa que vestimos

A Vertigem da História e o Sussurro do Amanhã


Vivemos sob o despotismo do Agora, mas ele é um tirano feito de instabilidade. A História, que antes avançava a passos largos de eras e impérios, hoje corre em um galope tecnológico, medido em ciclos de software e manchetes. Esta é a velocidade da História: não uma linha, mas uma espiral que se comprime, obrigando-nos a processar o século em uma década, o ano em um mês. O passado não se afasta; ele se torna obsoleto com uma rapidez vertiginosa.
É dessa aceleração que nasce o espanto do tempo.
O espanto não é apenas a surpresa, mas a vertigem existencial de quem se sente estrangeiro na própria contemporaneidade. O que era firme e fundamental ontem — a estrutura de um mercado, o modo de uma comunicação, a certeza de uma fronteira — desmorona sem aviso. O espanto é o choque entre a brevidade da vida humana individual e a violência da transformação coletiva. Sentimos o futuro nos ultrapassando antes mesmo que tenhamos compreendido o presente. É a sensação de que o chão da realidade é feito de areia movediça.
Mas a História, apesar de sua pressa, não é totalmente cega. Ela deixa sinais pelo caminho.
O futuro não chega com trombetas, mas como um ruído discreto nas margens do presente. Os sinais estão nas tecnologias marginais, nas ideias políticas consideradas radicais, nas fraturas sociais que ainda parecem pequenas demais para importar. São os precursores, as tendências incipientes que, ignoradas hoje, serão a regra amanhã.
O futuro não é algo que virá, mas algo que já está aqui, encapsulado como potencialidade dentro das fissuras do nosso Agora. Ele se manifesta como o paradoxo: quanto mais acelerado o tempo, mais urgente se torna a nossa capacidade de pausar e escutar os sussurros do amanhã no meio do turbilhão.
A sabedoria, portanto, não está em tentar parar o galope, mas em desenvolver a lucidez para identificar esses sinais quietos. É aceitar o espanto do tempo, reconhecer o trânsito veloz, e ainda assim, encontrar a âncora no presente para ler os avisos que o futuro, por pura necessidade lógica, é obrigado a deixar para trás.

⁠Ninguém até hoje entendeu que vivemos e morremos na prisão criada pela nossa mentalidade,e a maneira de como conduzimos nossa vida. Em minha prisão está o meu eu que o caos,o não entendimento, e falta de consciência e coragem. Ele é corrupto e assassino, da inteligência humana.

No atual cenário doentio em que vivemos, eu aplaudo a loucura de quem vive como se fosse um animal do que o animal que interrompe a vida de outra pessoa e ainda usa como motivo o amor não correspondido

⁠Vivemos numa época em que há grande quantidade de adoração religiosa pública. A maioria dos ingleses com respeito pelas aparências vai a alguma igreja ou capela aos domingos (...). Mas sabemos que quantidade sem qualidade tem pouco valor. (...) Há uma pergunta importante a ser respondida: “Como adoramos a Deus?”.

Nem toda adoração religiosa é correta aos olhos de Deus. (...) A Bíblia fala sobre a adoração realizada “em vão” (...) e também sobre a adoração espiritual. Supor (...) que a adoração significa nada mais do que ir à igreja num domingo e que não importa como a realizamos, é tolice infantil. (...) Não nos enganemos. A pergunta “Como adoramos?” é bastante séria.

J. C. Ryle
Public Worship (2016).

Vivemos num país onde a corrupção está a se tornar uma cultura!!!!⁠

Vivemos a doce ilusão de que temos todo o tempo do mundo. Entretanto, diante da brevidade da vida, percebemos que muitas vezes nos falta tempo para um simples abraço e um simples "adeus"!

“Vivemos uma vida,
— que —
outras pessoas
planejaram para nós.”

“Vivemos uma rotina, vivemos em uma roda de hamsters.”

“Não existe solidãoquando
— vivemos —
o nosso sonho.”

Vivemos num tempo onde nos arrependemos pelo que não fizemos no passado, planejamos constantemente o futuro e nos esquecemos de vive e desfrutar o hoje, o nosso presente.

Viver dá medo! Não sabemos qual caminho é o melhor, vivemos tentando manter o controle, mas a mente mente. Seguir o sentimento é o que nos guia para fazer da vida uma jornada maravilhosa!

Na atualidade em que vivemos, estamos imersos em um excesso de informação, o que gera o excesso de interpretação. E o excesso de interpretação cria o excesso de pensamentos, e o excesso de pensamentos cria o excesso de sentimentos. E o excesso de sentimentos cria o excesso de sentimentos negativos ou positivos. E, nesses excessos de sentimentos, surgem sentimentos de depressão, ansiedade, medo, angústia, confusão. E, com tanto excesso, você já não consegue mais interpretar o que sente e por que sente, devido ao excesso de informação sendo colocado no seu inconsciente diariamente, por meio das redes sociais, internet, televisão e mídias em geral.

Vivemos correndo para consertar coisas e cumprir prazos, mas muitas vezes vamos devagar demais quando se trata de ouvir, acolher e cuidar de gente. Sabemos resolver problemas com rapidez, porém hesitamos diante das dores humanas. No fim, o que realmente sustenta o mundo não é a pressa, mas o cuidado.