Vivemos Momentos

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O inferno e o paraíso vivemos aqui na Terra. Se você busca o bem para as pessoas, você vai viver o bem na sua vida; se você busca o inferno para as pessoas, você vai viver o inferno na sua vida, porque as pessoas são o reflexo de cada um de nós.

Vivemos em meio ao tempo que se esvai, mas cada dia é um dom de Deus para amar e servir; pois, ao entregarmos nossa vida, encontramos a verdadeira vida em Cristo.

“Dizem que só se vive uma vez. Mentira. Vivemos todos os dias; morremos apenas uma única vez.”

Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.

​“Vivemos em uma era de clamores. Gritamos para sermos vistos, porque temos medo de desaparecer no esquecimento.”

— Douglas Santos, em O Deus Silencioso

Deus proibiu que Adão voltasse ao jardim, no éden todos nós vivemos. Para que paraíso maior que esse onde as árvores crescem e produz fruto por conta própria, onde a chuva cai na estação certa, onde o nascer do sol tem hora marcada em cada canto da Terra, onde o pôr do sol embeleza o azul do céu, onde a água passeia pelo Interior da terra formando minas de águas, grandes e enormes reservas, onde o homem colhe o que planta, onde a essência da palavra percorre a veia de todos que se deixam ser conduzidos por ela. Se o homem não vê o éden, com todas essas maravilhas, vai querer ver o éden aonde?


Sabe o jardim de uma casa? Se vc sair da área do jardim, vc ainda assim continua na sua casa. A diferença é que o jardim tem flores, já dentro da sua casa não. Ou seja, o que Adão tinha disponível e sem esforço, passou a ter que adquirir com sacrifício.

Você é o que a vida te molda.

Nós somos moldados conforme vivemos nesse mundo, com o tempo que passamos em vida, e pra cada pessoa é um caminho diferente, para cada caminho percorrido de cada um, para uns uma coisa e para outros outra coisa. Mas tudo isso pq a vida nos trouxe até aqui. (Escolha) o que é ISSO? Certas pessoas só tem uma (sobreviver). Pode me chamar de louco ou doido, mas estou aqui vivo sobrevivendo como posso. A vida me ensinou a ser assim, para mim, eu sou o que a vida me levou a ser.

Descamuflando o ego para viver o propósito

Vivemos numa sociedade que romantiza a ignorância e desconfia da inteligência. Buscar conhecimento passou a ser confundido com vaidade, enquanto a superficialidade ganhou status de normalidade.
Hoje, pensar virou excesso. Refletir virou perda de tempo. Questionar virou ameaça.
Criou-se uma cultura de respostas rápidas, onde compreender profundamente parece desnecessário. O pensamento crítico foi substituído por opiniões imediatas, e a construção de ideias cedeu espaço à reprodução automática de discursos prontos.
Nunca estivemos tão informados — e tão pouco conscientes.
O conhecimento foi transformado em produto, em vitrine, em performance. Aprender deixou de ser um processo interno e virou algo que precisa ser mostrado. Enquanto isso, o verdadeiro saber, silencioso e profundo, segue sendo negligenciado.
Criou-se um ambiente onde quem aprofunda é visto como complicado, e quem permanece raso é considerado prático.
Mas pensar exige coragem.
Exige desapego de certezas.
Exige humildade para admitir que não se sabe.
Conhecimento real não serve para impressionar — serve para transformar.
Não alimenta ego — organiza valores.
E talvez o maior problema do nosso tempo não seja a falta de acesso à informação, mas a recusa em amadurecer a consciência.
Porque num mundo que se acostumou ao raso, escolher a profundidade não é vaidade.
É posicionamento.

"Vivemos procurando sentido, sem perceber que a vida é feita das perguntas, não das respostas."

Pensamento XIV
"moderno saber."


"Não é porque vivemos na era da informação que edificaremos pessoas entendidas. De que te servem sete mares, se te satisfazes com um copo d'água? A resposta está nisto: o tamanho da sede."

Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz própria? Dependemos de uma energia de vida que não dominamos. O conflito é claro, quando quero fazer o bem, acabo fazendo o mal. Daí a incoerência, não como falha moral isolada, mas como condição humana. Enterrar versões que já não sustentam a vida e dar à luz, outras, mas honestas com quem somos agora. Em nós, morrer e nascer não são opostos. São o mesmo movimento.

E assim, em meio à ausência de escolhas, vivemos o paradoxo: ser humano é abraçar a dor e a beleza de um roteiro não escrito por nós, é lutar por um sentido na inescapável impotência de sermos apenas o que não escolhemos ser.

Vivemos num universo tão grande, que cabe inteiro em nosso coração. Dentro de nós está a alma do mundo e a sabedoria do silêncio.
Tudo em nós funciona em harmonia com a natureza. O que há de bonito no seu dia?
Repare bem, pois essa beleza é o seu melhor retrato. D'us está no cotidiano, esperando que notemos Sua presença. Toda manhã, Ele nos mostra Seu sorriso.
As nuvens que hoje ocupam o céu da sua alma vão passar. Mas o sol, mesmo quando escondido, nunca se apaga.

Para saber se o que vivemos no mundo virtual é real, só há um jeito: o encontro pessoal. É no convívio que tudo fica claro. Um olhar confirma, um sorriso traz certeza, um carinho é verdadeiro. Ouvir ao vivo as palavras que antes só eram lidas, sentir o abraço e o tom da voz... É isso que transforma a ideia em algo concreto. A vida real dá o sentido verdadeiro para o que conhecemos pela tela.

No mundo em que vivemos, quem não aparecer, se tornar visível, não terá futuro. A consequência necessária de quando você precisa se tornar visível para se tornar relevante no mercado é tornar-se um idiota para consumo.

Luiz Felipe Pondé
Palestrante de diversidade propõe Instituto Cultural Hamas e envergonha Satã. Folha de S.Paulo, 19 nov. 2023.
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⁠Vivemos num mundo organizado ao redor da cobiça.

Luiz Felipe Pondé
Contrato de concupiscências. Folha de S.Paulo, 15 jun. 2025.

É mais fácil acreditar em utopias do que aceitar que vivemos num mundo sem propósito.

Actualmente vivemos numa sociedade em que muitas mulheres são pressionadas a se encaixar em padrões de beleza, enquanto muitos homens são cobrados a mostrar sucesso e dinheiro.

“Vivemos em um mundo no qual o sábio é desprezado, o sincero é arrogante e o malicioso é governante”.

Entendimento do luto
Luto, palavra que carrega um peso enorme nas nossas mentes. Vivemos o luto quando uma grande mudança acontece em nossas vidas. Confundimos com perda, mas o luto é mudança, não finalização. Viver o luto envolve entender e aceitar mudanças que abalam o sentido da vida. De repente alguém que amamos ou algo que acreditamos muito, que lutamos para merecer ou que depositamos esperanças, não está mais lá, então tudo o que construimos encima disso se acaba, e fica um vazio, e esse vazio faz eco, esse eco vibra no coração e na mente a importância daquilo que mudou. Por um tempo desconectamos da luz, visitamos sentimentos opostos ao que sentíamos, questionamos tudo, lutamos para tentar voltar ao que era, mas nunca mais seremos os mesmos. Então aceitamos que nada permanece o mesmo, que nada realmente acaba, apenas muda de caminho, apenas segue o fluxo do que tem que ser. Muitas vezes fazemos o luto como sendo uma finalização, mas algo continua florindo e brotando, e sempre vai continuar, porque luto não é fim, é mudança, transição. E pode ser recomeço, ou um simples começo, porém nada fica igual após vivermos esse momento.
Seja como for, de alguém que partiu, uma separação ou afastamento de alguém importante, um trabalho especial… tudo que importa e de repente não está mais na nossa vida e por isso muda a forma como vivemos, é luto. Nosso corpo sente, nossa mente sabe, a alma não esquece, e dói, dói demais não ter mais algo que era tão importante. Mas a vida não permite que fiquemos estagnados, ela pede mudanças e sempre vai trazê-las independente da nossa vontade.
Nessa fase encontramos respostas que não procuramos antes. Entendemos a importância daquilo que vivemos depois que acaba, nos questionamos muito sobre o que deveríamos ter feito, ou e se eu tivesse feito diferente? E se eu não tivesse feito isso ou aquilo? E se eu tivesse ficado quieta? Questionamos tudo, mas é inevitável, precisamos lidar com a mudança, causada por nós ou pela vida. Não há o que fazer.