Vivemos Momentos

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Vivemos cercados de vozes,
conselhos e opiniões,
e ainda assim morremos sem jamais
ter ouvido a nossa própria razão em silêncio.

Não criamos raízes onde
nascemos ou vivemos
Criamos sim, onde somos
amados"

"Pessoas sem paciência, natureza no limite, futuro incerto. Vivemos um momento onde a vida está por um fio e o destino de todos depende de uma única decisão política. É um equilíbrio frágil entre a paz e o fim.
— Roseli Ribeiro"

391🌹🙏"Vivemos hoje um cenário de dois mil anos, quando o inocente é preso e o ladrão é solto. O cenário é o mesmo e muitos distorcem, em todos os níveis sociais, aquilo que a humanidade aprendeu há dois mil anos. Muitos se deixaram envenenar por inverdades e distorcem a verdade, condenando aqueles que não têm crime algum, fechando os olhos à verdadeira justiça. Pobres de espírito, levando culpa a quem não tem! Os ensinamentos cristãos não serviram para esses seres que, no pretérito, viveram tal injustiça...

A riqueza desses ensinamentos é de grande relevância e não assimilamos ainda. A humanidade sempre retalia o mal vivido de forma distorcida e sem a prática do perdão. Não abrem seus corações, para a paz e assim alimentam as trevas. O mundo gira em injustiça, desde conflitos geopolíticos pela ganância do homem, pela fome do poder roubado. Conflitos que ceifarão vidas inocentes, como ocorreu no Holocausto, onde homens, mulheres, jovens, crianças e idosos sofreram crueldade sem limites na Segunda Guerra Mundial. Vidas ceifadas e famílias destruídas em prol da ganância e superioridade de povos e raças. Crueldade ao extremo em que as trevas prevaleceram na vida daqueles que aplaudiram e ainda aplaudem toda aquela crueldade que nos tornou pública. Triste demais...

E continuam procurando atalhos para chegar ao poder e ter o que não lhes pertence. Temos que nos perdoar uns aos outros, pois o cenário que hoje vivemos foi o mesmo no pretérito. Só o perdão liberta. Cada qual vive aquilo que conquistou através do trabalho... As trevas te mostram a mentira e te escondem a verdade que está no teu coração. "O reino de Deus" usa de todas as formas para te envenenar; o Reino do Criador não está nas religiões, mas no coração. As nossas imperfeições ocorrem pelo distanciamento de Deus. Portanto, ore, ore e busque o teu equilíbrio espiritual e a verdade chegará a você... 🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal"

"Jesus disse para amarmos uns aos outros, mas vivemos num mundo, onde o distanciamento é ordem natural, saindo daquele ensinamento deixado por nosso Mestre"

Vivemos em um mundo onde se têm medo de baleias e, teus risos são, sementeiras das flores, pra manter liros informes.

Nós vivemos o presente com base na esperança que temos para o futuro.

Eles não veem.


Não é falta de olhos.
É excesso de certezas.


Vivemos como se fôssemos habitantes do planeta mais provinciano do universo onde pensar diferente incomoda, onde questionar ameaça, onde o novo assusta.


Reagem antes de refletir.
Julgam antes de entender.
Atacam antes de estudar.


E o mais curioso?
Acreditam que são evoluídos.


Mas quem tem medo do pensamento livre nunca saiu do próprio quintal.


Enquanto isso, eu sigo expandindo.

Ética e a não Epistêmica

A Humildade é uma peça inerente a inteligência,o otimista diz que vivemos no melhor de todos os mundos possíveis. O pessimista teme que isso seja verdade.
⁠Existem 3 formas de adquirir sabedoria: pela reflexão, que é a mais nobre; pela imitação, que é a mais fácil; pela experiência, que é a mais dolorosa.O mundo está cheio de pessoas que amam a humanidade, e odeiam o seu próximo.
Não tenho uma visão pessimista do mundo, tenho uma visão realista de mundo e, a inteligência está muito mais perto da consciência do erro, que da certeza do acerto.

Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada.

Vivemos numa guerra insana na qual insistem em nos transformar em mastros de bandeiras alheias, e cobrar-nos lutar em trincheiras que não são nossas.

O peso invisível das escolhas

Vivemos cercados por bifurcações invisíveis. Cada escolha, por menor que pareça, altera o rumo de algo que talvez nunca perceberemos. O café que decidimos tomar antes de sair pode ter atrasado um encontro que mudaria nossa vida. O silêncio diante de uma injustiça pode ter moldado um mundo onde ninguém mais ousa falar. Um "sim" ou um "não" dito sem pensar pode ter sido o fio que sustentava um universo inteiro.

Nos ensinaram a temer os grandes erros, mas nunca nos alertaram sobre os pequenos desvios, aqueles que não percebemos e que, ainda assim, nos levam a um destino completamente diferente. O tempo, esse escultor impiedoso, molda o que somos a partir daquilo que deixamos de ser.

Mas e se tivéssemos parado para olhar melhor? Se tivéssemos dito algo que ficou preso na garganta? Se tivéssemos segurado aquela mão um pouco mais forte? Teríamos escrito uma história diferente ou, no fim, a ilusão do controle é apenas isso—uma ilusão?

Talvez o segredo não seja buscar o caminho certo, mas aprender a andar com leveza por qualquer estrada, sabendo que cada passo é uma interrogação sem resposta. Afinal, a vida nunca foi sobre prever o que vem depois, mas sobre encontrar beleza no que nos tornamos no processo.

E no fim, talvez não seja sobre escolher o destino certo, mas sobre fazer da jornada algo que valha a pena ser lembrado.

Descartável amor.




Vivemos em um mundo
Onde tudo é descartável,
Pois, até o Amor Tonou se
coisa rara.

Mais do que
em uma civilização
moderna,


vivemos em uma
modernidade
incivilizada.
✍©️@MiriamDaCosta

A aridez dessa contemporaneidade

Vivemos uma época em que a inteligência,
a criatividade e o talento perdem espaço
para a estultícia, a esterilidade e o hebetismo.
O mais inquietante é que essas últimas parecem ser não apenas toleradas, mas premiadas e aplaudidas...

Estamos atravessando um tempo estranho,
um tempo em que a ignorância veste gala,
a mediocridade desfila confiante, e o talento é silenciado.
A estultícia virou espetáculo,
a esterilidade virou mérito
e o hebetismo, agora, é aplaudido de pé...

Há dias em que sinto que a inteligência
anda cansada,
que a criatividade se recolhe,
e que o talento se torna um sussurro
no meio do alarido...
Enquanto isso, a estultícia dança,
a esterilidade sorri para as câmeras,
e o hebetismo colhe aplausos...
✍©️@MiriamDaCosta

A Era dos Golpes


Defino o período atual em que vivemos
de "Ilha".... é cercado por todos os lados
de "Golpe".


Vivemos numa grande “Ilha”!
Um território à deriva,
cercado por todos os lados
por ondas sucessivas
de "Fraudes" e “Golpes”...


Golpes políticos,
golpes morais,
golpes financeiros,
golpes na inteligência,
na democracia,
no consumo,
na saúde e
na lucidez coletiva...


Uma ilha
onde cada maré traz mais um abalo,
e cada amanhecer nos pergunta
se ainda há Continente ,
Nação ou Sociedade
possível para aportar....
✍©️@MiriamDaCosta

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

Vivemos em um tempo
onde o fator determinante
é a banalização de tudo e de todos,
o próprio ser humano se propõe,
se exibe e se divulga como um ser banal.

🖋 @MiriamDaCosta

⁠vivemos em um tempo que uma hora é um minuto.

Não vivemos para depender de aplausos.
Pois quem vive para depender do mesmo,
Se frustrará.