Vivemos
A educação é a ciência de despertar a paixão e o interesse pelo universo que vivemos. É como dizer “Olha que casa bonita que você vive. Você quer saber mais sobre ela?”.
A maioria dos momentos que vivemos precisa disso. Raros são os momentos em que vivemos e dizemos no presente momento que aquilo está sendo maravilhoso. Parece que alguns momentos precisam do contraste do incerto futuro, para sabermos de fato o que alguma coisa, um dia, já foi bom.
Tudo que aprendemos, tudo que vivemos e somos, não será em vão e em algum lugar vai estar escrito e um dia será um precioso pergaminho!
Que seja especial este mês pra nós, que vivemos longe da família numa época que pede estar em família.
Que sejamos solidários. Não somente no Natal, mas que em todo o ano seja mês de se importar com o próximo.
Que apesar de toda a dor que possa ter existido, haja sorriso no rosto.
E que se lembre que felicidade é contentamento e a gente que faz.
Que dezembro não seja simplesmente um mês de reflexão ou de promessas.
Lembrando que não é necessário esperar o ano novo para fazer as coisas mudarem.
Hoje é sempre o dia mais importante e você pode fazer dele um dia especial.
Feliz ano todo pra você!
"Vivemos em uma tapeçaria do cosmos incrivelmente bela, governada por leis e harmonias universais, das quais nós mesmos surgimos e às quais estamos intimamente ligados."
Errar é humano, todos temos esse direito, pois no mundo em que vivemos nem nosso salvador conseguiu ser perfeito.
A vida e o tempo são nossos professores, juntos nos ensinam, que quanto mais vivemos e os anos passam, nos tornamos também professores de nós mesmos!
O tempo passa e vamos nos tornando como um álbum de fotografias, se algumas imagens do que vivemos não foram boas, aprendamos a aperfeiçoar o foco do nosso coração para os futuros momentos!
Vivemos o que pensamos e isso nos tornam felizes ou desventurados.
Pensar e viver em JESUS, nos tornam bem aventurados...
Vivemos o presente lembrando do passado e
planejando o futuro.
Tudo parece acontecer em um quarto escuro.
Tempos degradantes esses em que vivemos, quando as vozes que antes se levantavam contra o aviltamento social já não exteriorizam o desespero que lhes vai na alma. Percebendo-se mergulhados num lamaçal de infâmias, acabam sempre sufocando o grito ainda nas entranhas por saberem-se sem voz tanto por conta dos que se comprazem com a própria ignomínia, quanto pelos que a assimilaram como seu novo e natural status quo.
Quando nos despimos de nossas vestes sociais, que são impostas pelo modelo de mundo em que vivemos, só permanece ao nosso lado quem consegue nos enxergar para além da epiderme.
Nildinha Freitas
Hoje, eu acordei de guerrilha!
Afinal, vivemos não apenas em um momento, mas sim, em um mundo onde valoriza e investe-se mais em marketing do que no própio valor qualitativo, falando de pessoas. Vivemos em um mundo de poucas ideias sadias, onde tudo logo é Chester, (coxa e peito), no mais, pornografia; onde o bom senso não é aceito, onde tudo é nudes e, ao mesmo tempo, fantasia.
Vivemos em um mundo de embalagens; em um mundo de primeira, quando se trata de arte final em um marketing de emboscada, mas, com uma rara e tímida arte interior, e às vezes, levemente deteriorada; em um mundo de diversos nomes, mas, cada qual, com pouquissíma personalidade, onde o nome é nome apenas por vaidade.
São muitos comerciais para pouco filme. Falando em filme, são muito bons atores para pouca ação. São mercenarios de plãntão? Bom nome para o filme, mas o roteiro, à desejar: deixou na mão.
Vivemos em um mundo de boas molduras para quadros ruins.
Vivemos em um mundo de músicas, mas, de poucas letras (que infelizmente ficam no ar).
Vivemos em um mundo onde o indecente #malandramente sobe e o decente desce sem mais parar. Desce do pódio, desce da mídia, desce do padrão, desce do patamar. Às vezes, por um empurrão, outras, prefere por si mesmo calar.
Vivemos em um mundo de muitas palavras, para pouca atividade, e de que vale uma boa palavra sem uma boa ação?
Vivemos em um mundo de "santinho", mas, de corrupção. Às vezes, o melhor caminho é seguir na contra-mão.
Vivemos em um mundo de platéia e não torcida, da que não dá flor em vida, para dar-te no caixão.
Dizem: "Vivemos em um mundo de mais amor" Cadê então?
Vivemos em um mundo sem resposta para a questão, que vira as costas para a razão... Um mundo sem noção e sem consentimento, que ignora que para tudo, mesmo sem merecimento Deus deu perdão.
Vivemos em um mundo que assemelha-se a um pacote de chips, afinal: cheio de vazio e pouco conteúdo de qualidade, essa marcância logo dá ância. Não é verdade?
Um grande risco que vivemos hoje é que somos envolvidos pelo poder dentro de nós. O poder que nos faz querer ser melhores do que os outros.E por causa disso, algumas vezes pisamos em gente valiosa!
Recebemos a graça divina de pregar o Evangelho através da nossa maneira de vivê-lo. E vivemos este Evangelho na obediência a um livro Santo: A Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada(Livro Redenção graciosa).
Por vezes vivemos em função de ilusões na vida, mas na caminhada com Deus vemos a história real da nossa vida. Somos seres limitados que precisam do Criador.
Vivemos momentos de inúmeras formas na caminhada da vida. Em cada um deles, percebo que viver é uma permanente reconstrução de nós mesmos. Todos os dias erramos e acertamos, nos entristecemos e nos alegramos, sorrimos e choramos. Celebramos as vitórias e lamentamos as derrotas. E assim caminhamos todos os dias! Creio que para não morrermos soterrados na poeira das durezas e estranhezas da vida, precisamos entender que Deus está nos nos moldando. Ele nos ensina em cada processo desses momentos de caminhada diária.
