Viva bem Faca o bem Ensine Alguem
Um termino de namoro é ruim? Sim! Mas se declarar para alguém e ele(a) dizer que não quer namorar NINGUÉM e depois aparecer namorando é a pior sensação do mundo!
A gente não morre sem antes fazer uma revolução, seja na nossa vida ou na vida de alguém.
Ninguém morre sem antes deixar sua marca.
Corrija seus próprios erros e seja alguém melhor ,ao invés de falar “tem que me aceitar do jeito que eu sou,ninguém é obrigado a aceitar as merdas que você faz, tome vergonha na cara, evolua e seja um homem.
E se eu acordo amanhã, tomo um café e não penso em você o dia inteiro? Esquecer alguém deve ser assim; sem perceber, depois de um café.
Sabe o que me deixa chateado? O fato dela ter se envolvido com alguém que a machucou e ela acabar se privando de viver uma história com outra pessoa bacana.
É, essa proteção que ela usa não vai ajudar em nada. Outras pessoas vão se aproximar dela e ela vai acabar passando uma imagem de mulher grossa. Ela está deixando de viver com outras pessoas, porque o cara fez inúmeras promessas e a única coisa que ele conseguiu foi despedaçá-la.
Oh -uma vez na vida você encontra alguém
que vira a sua vida de ponta cabeça
que te anima quando você está mal
Agora nada poderia mudar o que você significa pra mim
Há muita coisa a dizer
Mas apenas me abrace agora
Pois nosso amor irá iluminar o caminho
Sempre fale a verdade! Seja alguém de honra, de virtude, de bom caráter, seja honesto, seja transparente e íntegro. Na sociedade atual, pessoas assim são como Super-Heróis - esteja entre eles!
Navegar em redes sociais é como conversar sozinho, esperando que alguém se interesse pelo seu assunto.
Quando você gosta de alguém, seu coração fica leve. E, só de pensar na pessoa, você já começa a sorrir.
Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.
Poucas coisas me tocam mais profundamente do que ver alguém discriminado e desacreditado vencendo, contrariando as estatísticas e deixando todos os seus críticos de boca aberta. No momento da vitória, uma das únicas coisas que passam pela cabeça, em frações de segundos, é um filme completo com todas as dificuldades superadas, obstáculos vencidos e a certeza de que tudo valeu a pena.Mas também é inevitável lembrar de todos os soldados feridos que ficaram pelo caminho. Gente que lutou, sonhou, mas que em algum momento perdeu a fé, até mesmo em si, e resolveu seguir um plano B. Talvez estes, com um pouquinho mais de perseverança estariam comemorando também. Estatísticas estão aí para serem contrariadas e você veio a este mundo para fazer a diferença e não para ser mais um nessa multidão de desacreditados!
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