Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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As compras pela internet avançam rapidamente e mostram como o futuro da humanidade já começou.

Quando dormimos menos de 6 horas por noite, o corpo não consegue se recuperar como deveria. Isso afeta o cérebro, o coração, os hormônios, a imunidade e até o humor, aumentando o risco de doenças e de queda no rendimento diário.

Ao longo da história, muitos se colocaram como juízes, rápidos em criticar os outros, mas raros foram os que questionaram a própria razão e justiça dessas críticas.

Dá para perceber quando a gente não tem valor para as pessoas, nem mesmo como amigo.

Chega uma hora em que a gente percebe: para algumas pessoas, nunca tivemos valor, nem como amigo.

⁠"Todo amor começa como uma fantasia, um sonho de encontrar alguém especial que preencha nossos dias com felicidade e amor. É um sentimento que nos faz imaginar um futuro repleto de momentos mágicos e conexões profundas. Mas, à medida que o tempo passa e os sentimentos se solidificam, essa fantasia se transforma em uma realidade incrível e transformadora. O verdadeiro amor nos surpreende, nos desafia e nos faz crescer, e é nesse processo que descobrimos a força e a capacidade de amar incondicionalmente."

Toda expressão artística é social por natureza, e ato político como consequência. Porque, antes de ser disputa de poder, ideologia ou posicionamento público, a arte lida com gente. Ele mexe com memória, identidade, afeto, comunidade, dor, pertencimento, injustiça, esperança. Ela registra um povo, uma linguagem, um território, uma sensibilidade. O perigo está quando a palavra “política” engole tudo, e costuma significar que nenhuma arte tem a capacidade de ser neutra. Faz parecer que a emoção é menor que o discurso, que a poesia é menor que a tese e a humanidade é menor que o posicionamento. E quando a sociedade aparece de verdade na obra, a política surge junto, não como obrigação, mas como efeito. Em primeiro lugar a arte é humana, é social, não política.

Cinema é social por natureza, e ato político como consequência. A emoção é maior que o discurso, a poesia é maior que a tese, e a humanidade é maior que o posicionamento. Em primeiro lugar, fazer cinema é humano, é social, não político.

Toda expressão artística é social por natureza, e ato político como consequência. A emoção é maior que o discurso, a poesia é maior que a tese, e a humanidade é maior que o posicionamento.

Muita gente vê a carência como algo ruim. No entanto, ela pode ser entendida como intensidade, uma necessidade genuína de conexão, de presença, de trocas que atravessam a superfície e chegam ao íntimo do ser.
Querer receber não é fraqueza; querer doar não é submissão, mas coragem. Companhia verdadeira não se resume a estar junto: é se doar, se arriscar a sentir, se comprometer de verdade. É se expor mesmo diante do risco, aceitar que a dor faz parte do caminho, que ela molda e revela.
A solidão, por vezes, é o espaço onde se encontra a própria essência, onde se lapida e se reconhece, descobrindo bordas e rachaduras, e ainda assim permanecendo inteiro. Estar carente não significa depender do outro nem acreditar que não se consegue viver sozinho. Pelo contrário, é reconhecer a capacidade de existir em si mesmo e, ainda assim, escolher compartilhar quando houver vontade.
A presença do outro passa a ser um complemento que enriquece, e não algo que define. O ato de se abrir, se entregar e sentir — mesmo nas pequenas doses do cotidiano — é expressão de um amor vivido.
É desejar ir além da superfície, buscar profundidade, aceitar que medo, solidão, conflito e dúvida caminham lado a lado com a coragem de sentir, com a força de permanecer inteiro, com a ousadia de amar.
A carência consciente revela coragem. A presença do outro torna-se complemento, nunca exigência. Viver plenamente consigo mesmo e ainda assim se abrir ao que faz sentido é descobrir a beleza de sentir necessidade e intensidade, de não ter vergonha de precisar e, ao mesmo tempo, de oferecer.
É isso que torna a vida rica, viva e, no fim, genuinamente nossa.

Pratique o silêncio. Não como fuga, mas como escolha. E descubra que, muitas vezes, o mais poderoso que você pode dizer é absolutamente nada.

⁠Se eu agir como se eu não precisasse de ninguém, é porque realmente não preciso. Passei pelos piores momentos da minha vida sozinho, e nos melhores momentos, que ainda estão por vir, quero estar do mesmo jeito.

Ao tirar Deus do papel de "vigilante de planetas específicos" e colocá-lo como a Consciência Abrangente, você se torna livre. Você não deve satisfação a um juiz, mas deve excelência à própria existência. Se você falhar em ser autêntico, é uma parte do Universo que está falhando em se conhecer.

"Assim como o rio não pergunta onde termina, ele apenas segue o pulso da terra até virar mar. O que é teu aprende teu nome no caminho e te encontra, mesmo sem saber onde te achar."

⁠Um governo de combatentes não saberá como liderar, apenas criará mais guerra. Vocês acham que a bravura é medida em resistência.

Há dias em que o passado me chama, não por meio de palavras, mas como um murmúrio distante que arrasta as folhas daquilo que um dia fui.
Observo essa voz e nela contemplo rostos que já não se recordam do meu; lugares que outrora sustentaram o meu riso e que agora permanecem vazios.
A nostalgia assemelha-se a um espelho quebrado: tento perscrutar suas frestas, embora delas eu sempre saia ferido. Tudo o que fui encontra-se do outro lado do tempo — uma carícia jamais retribuída, uma casa cujas portas já não se abrem, um perfume que paira como um eco entre minhas mãos.
Por vezes, penso que meu corpo não passa de um mapa das perdas, um inventário daquilo que não soube preservar. Desejo recomeçar, mas sei que não me é possível.
Não porque desconheça o caminho, mas porque se trata de uma estrada sem retorno — e é impossível regressar.

Aprendi a carregar o silêncio como água: pesa no começo, sacia no caminho.

Como poderia odiar aquele que sempre amei?

Não é jogar fora certos pensamentos, é afiar os que devem ser lançados e estruturados como material físico

Eu ainda te amo
Nao como que procura
sua presença no escuro
Mas com sentimento profundo
Eu te amo quem olha seus olhos
E busco sua alma que me atravessa
Com calma, sem pressa
Perdemos as palavras
Perdemos o abraço terno
Que eu oferecia sem cálculo
E sua palavras cada vez mais curtas
E nada fluidas anunciam
Que o nosso amor não te mobiliza
E eu te pinto com tinta preta
Uma imagem de luto
Onde estão as juras de amizade eterna?
Nada mais resta.
Estou sozinha em silêncio
No despontar do anoitecer
E minha casa é meu refúgio
Um solo impenetrável
Onde reflito minha existência humana.
Eu me basto, mas meus lábios
São vazios sem os seus
Eu quero introspecção
Silêncio que se entente
Você quer expansão
Viva social
E em meio a muitos
Eu me sinto habitante
De outro ecossistemas
Estamas separados por anseios de vida
E nada espero de ti
A não seus olhos que me observam
E a distância de nossos lábios
Eu te amarei na memória
Você procura ação
Eu anseio vida privada
Isso nao me faz mais pobre
Eu converso comigo
Você conversa com o público
Eu não deixei de te amar
Amo na distância
E seus olhos olham os meus
E nosso boca se tocam em silêncio
E à distancia
Sei que nunca seremos indiferentes
E na noite de hoje
Sonho com diferenças serenizadas
E o encontro de nossos lábios
Mostras que somos todos iguais
E nos encontramos em nossos corpo
E saberemos que fomos amados
Apesar do mundo
Apesar de nós dois
O amor quer pele
O amor não quer razão
Unidos pelo desejo inconsciente
De sermos um
Em um mundo caótico
O meu amor está aqui
Entre desejo e ponderação
Olhe-me, simples mulher caseira.
E te abraçarei profundamente
E te curarei da razão.
Eu não sou palco
Eu não sou plateia
Eu sou o amor puro
Que sua alma reconhece.
Ainda que você negue.
O amor é abstração
E nada espera,
O amor não é humano.
É um pedaço de divina
Na esfera terrestre.
Eu te amarei sem nada esperar.
Ao dormir eu lembrarei dos seu olhos.
Seguirei em frente como que carrega
O segredo do universo.