Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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Experimente ver o mundo sobre outras perspectivas e as velhas paisagens não serão como antes.

⁠Fotos são como máquinas do tempo que nos transportam para momentos e sensações que pensávamos ter esquecido.

Mulher teu corpo
São maresias que quero navegar
Teus olhos e sorrisos
São como lua e estrelas
Faz de mim uma lenda de uma paixão inacabada

Ser pai de família, é como se o marido pegasse um carro para fazer uma viagem longa, e sua esposa e filhos apagados e o marido segurando firme o volante, calculando cada ultrapassagem, cada buraco desviado, sem poder pregar os olhos, a mente trabalhando sem parar, pois ele sabe que se ele falhar todos pagaram o preço com ele. Isso não é sobre a viagem e sim sobre a realidade de muitos pais de família.

[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.

[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.

[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.

Como queria, rasgar o peito e arrancar, toda tristeza, todo sentimento de pesar, todas as lembranças tristes, que insistem em ficar.
Como queria, deitar e acordar, livre das desilusões, das fadigas também.
Dor na alma, quem não tem? Muitos dissimulam e fingem ser fortes, conseguem ocultar.
Dor na alma, como proceder? Não há remédio humano capaz de curar.
Quando a alma chora ninguém pode ver Porquê água dos olhos não escorrem, um sorriso oculta a face triste do ser.
Muito se fala sobre ter empatia, solidariedade, e o que mais vemos é o mal prevalecer. Até mesmo os doutores, destilam horrores contra seres humanos que a alma implora o socorro ao ser.
Quando a alma dói não tem como explicar, se compreensão não existe, dobrado é o sofrer.

Até parado estou sendo. Difícil é deixar de ser, e se eu quiser parar, como paro? Não paro. O coração segue batendo mesmo que eu não queira. Até quando durmo, a mente sonha, o corpo faz questão de lembrar que eu estou aqui, mesmo que sem missão.

Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.

É desaconselhável que um sorriso por si só seja interpretado como cartão de boas-vindas.

As relações são como brinquedos. Durante um tempo brincas⁠, até que cresces, e depois já não o queres mais. E te joga fora para o lixo

O obreiro é como uma engrenagem na obra do Senhor.

Nas cinzas do que fomos, o inverno se fez morada, aconfiança, como névoa, sumiu na encruzilhada.
Onde havia o toque, resta o rastro do abandono, e a alma, exausta, já não encontra o seu sono.
É um luto sem corpo, um adeus que não se disse, como se a vida, num sopro, de mim se despedisse.
A ferida não sangra, ela gela o que resta de luz, ea memória do teu beijo é agora a minha cruz.
O silêncio é o carrasco que aperta o nó no peito, transformando o nosso ninho em um vazio estreito.
Trair foi o punhal que não matou o meu pulsar, mas condenou meu coração a nunca mais saber sonhar.

⁠O que é arte?

Arte é como eu me apaixonei por ti, igual aqueles quadros que você vê cheio de cores e significados diferentes, quanto mais tento explicar mais me pareço com Jackson Pollock, para mim você tornou-se lírios de V. Gogh não posso mais apreciar, você não é como aquelas obras famosas que todo mundo conhece e tem o nome na ponta da língua

Sinto em minha mente ecos de uma época distante.
Estranhamente vejo passar o que sinto como:
O espírito retratado da maneira de pensar,
Sentado à uma cadeira, observando o movimentar.

Quem diria este voltava-se ao universo, novamente
Para aprender sobre o passado e o presente, entre
Expanções e contrações de uma consciência direcionada,
a tentar compreender sobre esta evolução premeditada.

COMO ÁGUA IMPETUOSA.


A água não teme fronteiras, ultrapassa limites e rompe barreiras.
Em seu mover impetuoso, arrasta tudo pela frente, mas cumpre seu propósito glorioso.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.


Diante do Teu altar, vem minha alma saciar-se desta água cristalina,
que jorra do Teu trono, impetuosa e contínua.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Cícero Marcos

Cuide do seu sonho como quem protege uma chama: com silêncio, fé e constância.

Sim, eu sou um bruxo, a sabedoria tá no fluxo. A morte nessa natureza infernal serve como um refúgio. Mas as horas passam e pela tecnologia eu vejo o mundo. As notícias sempre as mesmas na luta entre a vida e a morte a morte sempre reina. Um ato cruel é existir, fazer parte de tudo que o universo proporcionou a mim. A vida em meio à guerra é matar ou morrer, então eu tenho que fazer as mortes valer. Muita coisa pode acontecer antes da morte chegar, então nessa existência eu tenho tarefas a práticar.

Todos nós somos iguais! A não ser na forma como lidamos com as pessoas. Nesse ponto, tenho que admitir que somos totalmente distintos.

Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.

Tens um quê... que não sei dizer o quê? Nasce não sei onde... vem nem sei como e é bom nem sei por quê!